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Cartas

Ano 9 - N° 426 - 9 de Agosto de 2015

Recebemos nos últimos dias as seguintes mensagens de nossos leitores:

 
 

 
 

De: Eliseu Miranda (Luanda, Angola)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 15:32:35
Eu leio muito O Livro dos Médiuns e O Livro dos Espíritos e gostaria de saber como se evoca um espírito.
Também aprendi nos mesmos livros que nem todos os espíritos provêm de Deus todo poderoso. Há que ter cautela, e saberemos quando é bom espírito ou mau, pela forma como se apresentam. Tudo bem, mas repito a pergunta: Como evocar um espírito?
Eliseu 

Resposta do Editor: 

O tema evocação de espíritos foi examinado nesta revista em inúmeras oportunidades. Sugerimos ao leitor que, se possível, leia os textos abaixo indicados e, caso persistam dúvidas, teremos imensa satisfação em procurar esclarecê-las:

1. As evocações espíritas e suas desvantagens
http://www.oconsolador.com.br/ano2/101/esde.html

2. Evocação de Espíritos
http://www.oconsolador.com.br/ano8/382/euripedes_kuhl.html

3. “Reencarnação é uma heresia; evocação é pecado”
http://www.oconsolador.com.br/ano3/151/editorial.html

 


De: Gilberto B. (São Paulo, SP)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 15:36:06
O termo “Espiritismo” também não foi criado por Kardec ou foi?
Gilberto 

Resposta do Editor: 

Sim. Kardec criou os neologismos Espiritismo, espírita e perispírito, como ele próprio informou em sua obra.

 


De: Eduardo Ramos (Avaré, SP)
Sexta-feira, 31 de julho de 2015 às 19:24:28
Léon Denis, o Druida de Lorena, chegou a visitar o Brasil?
Abraços!
Eduardo 

Resposta do Editor: 

Pelo que sabemos da vida de Léon Denis, a resposta é não. Ele jamais veio ao Brasil enquanto esteve encarnado. Como Espírito, sim. Segundo se sabe, ele teve participação decisiva na composição final do livro “Memórias de um Suicida”, obra mediúnica de autoria de Camilo Castelo Branco, por intermédio de Yvonne A. Pereira.

 


De: Luis Nelson Prado Castilho (Barretos, SP)
Quarta-feira, 29 de julho de 2015 às 14:12:00
Boa tarde. Lendo material disponibilizado nesse portal intitulado "O princípio de ação e reação" encontrei-me perplexo diante da narrativa ali exposta. Digo isso porque em um portal com a responsabilidade de divulgação da obra de Kardec encontramos um texto que não condiz com a codificação.
Tomo a liberdade de anexar dois links que julgo serem esclarecedores a respeito do tema e peço encarecidamente que revejam o tema sob a ótica dos textos expostos pelos espíritos responsáveis pela codificação e não pela interpretação pessoal daqueles que se propuseram a relançar a ótica da Lei de Talião sob uma nova denominação.
http://espiriteiro.blogspot.com.br/2009/07/acao-e-reacao-ou-causa-e-efeito.html
http://sirwilliam.org/index.php?option=com_content&view=article&id=197:lei-de-causa-e-efeito-vs-lei-de-acao-e-reacao&catid=1:latest-news&Itemid=73&lang=br
Que Jesus os inspire.
Obrigado
Luis Nelson 

Resposta do Editor: 

Agradeceríamos ao leitor se indicasse qual é o texto publicado nesta revista a que ele se refere, e em que ponto, segundo pensa, o texto reportado não esteja de conformidade com a doutrina espírita. Observações genéricas como a que consta da mensagem acima não contribuem para que se aprimore, como desejamos, a divulgação dos ensinos espíritas.

 


De: Cristiano D. (Petrópolis, RJ)
Sexta-feira, 31 de julho de 2015 às 18:31:54
Olá, recentemente li o artigo de Alessandro Viana Vieira de Paula -  http://www.oconsolador.com.br/ano5/224/alessandro_paula.html - que fala sobre: Mortes violentas e planejamento reencarnatório.
Minha dúvida é que, lendo outros artigos, vi uma dúvida de outra pessoa e fiquei curioso e gostaria da ajuda de vocês para entender. São duas perguntas e estão logo no início desse link:
http://www.carlosparchen.net/ninguem300308.html, no qual o dono do artigo responde colocando sua opinião, mas a pergunta é interessante:
"... temos previsto um momento para que a morte ocorra, mas, em função de nossa imprevidência (livre-arbítrio) ou da ação de terceiros, nossa morte poderá acontecer antes?"
Cristiano 

Resposta do Editor: 

A questão proposta pelo leitor é desses assuntos que têm suscitado no meio espírita inúmeras discussões. O que pensamos sobre o tema está posto no texto publicado na seção O Espiritismo responde da edição 382, no qual lembramos o que Allan Kardec e Emmanuel escreveram sobre a morte e sua fatalidade. Eis o link: http://www.oconsolador.com.br/ano8/382/oespiritismoresponde.html

 


De: Francisco Assis Santana (Fortaleza, CE)
Sábado, 1º de agosto de 2015 às 06:23:30
Assunto: Especial 424 - A revelação de Deus
A clareza, a ordem do texto, e o conteúdo tornam a leitura do mesmo agradável e sobretudo elucidativa.
Felicitações fraternas.
A Doutrina Espírita, como de resto todo conhecimento humano - nestes tempos de comunicação escrita e verbal abundantes - carece de textos diretos com referências históricas claras e objetivas que eduquem e enriqueçam quem as lê.
Sinto-me, como espírita, no dever e obrigação de recomendar e divulgar este texto.
Obrigado. 
Francisco

 


De: R. F. (Bagé, RS)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 17:22:40
Assunto: Especial 425 - A reencarnação e o medo à liberdade
Muito esclarecedor e elucidativo!
De certa maneira complementou um vazio que eu tinha a respeito do tema, e não conseguia elaborar uma visão que representasse tão sucintamente o que, de fato, determinou o que ainda vigora, entre nós, como se fossem “motivações patógenas ancestrais”.
Obrigado.
Fraternalmente, un saludo!
R. F.

 


De: Roberto Domingues (Ourinhos, SP)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 20:53:50
Assunto: Especial 425 - A reencarnação e o medo à liberdade
Informações riquíssimas para mim.
Obrigado, doutor!
Roberto

 


De: Maria Eny Rossetini Paiva (Lins, SP)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 21:17:12
Assunto: Especial 425 - A reencarnação e o medo à liberdade
Muito interessante e lógico o artigo de Almir. A ideia da manutenção do salvacionismo como forma de se sentir seguro e de não enfrentar as responsabilidades de ser responsável pela própria salvação (evolução) realmente assusta e só é bem aceita pelos espíritos livres que não aceitam cabresto. A liberdade é o fim maior da evolução, mas ganhá-la exige coragem. Teremos essa coragem?
Parabéns, Almir. Continue a escrever, fugindo do jargão evangelista católico a quem vêm se reduzindo nossos articulistas.
Maria Eny

 


De: P. M. (Panambi, RS)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 10:14:46
Olá, já tive uma orientação de vocês, mas queria saber se posso ter certeza que a hora do meu marido que morreu faz 3 meses tinha chegado mesmo, se eu tivesse feito algo não poderia ter salvo ele. Tenho muito remorso, me sinto muito culpada. Acho que não era a hora de ele ir ainda. Por que Deus faz isto com a gente?
P. M. 

Resposta do Editor: 

Por motivos óbvios, ocultamos o nome da leitora, a quem reiteramos o que lhe foi dito sobre a morte e seu momento, conforme exposto no texto publicado na seção O Espiritismo responde da edição 382, no qual lembramos o que Allan Kardec e Emmanuel escreveram sobre o assunto. Eis o link: http://www.oconsolador.com.br/ano8/382/oespiritismoresponde.html

 


De: Gilberto B. (São Paulo, SP)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 15:48:04
Nós espíritas, nas preleções evangélicas nas casas espíritas e quando estamos falando de caridade, sempre citamos como exemplo Madre Teresa de Calcutá; porém, pesquisando sobre ela na internet, me deparei com muitas denúncias sobre ela, gravíssimas, tanto de ordem moral como de ordem financeira, maus tratos aos doentes, desvio de verbas para o Vaticano. Os seus hospitais eram depósitos de doentes etc. Depois dessa pesquisa fico no impasse: devo ou não citar seu nome como exemplo de abnegação ou só foi uma fachada?
Gilberto 

Resposta do Editor: 

Seria interessante aguardar que tais denúncias sejam devidamente apuradas, para sabermos se procedem ou não. Vultos importantes já foram acusados sem motivo nenhum. Até que se esclareçam os fatos mencionados pelo leitor, a atitude correta é esperar, evitando julgamentos apressados e a possibilidade de se cometer injustiça contra uma pessoa cuja obra merece toda a nossa admiração e o nosso respeito.

 


De: André Demidoff (Itamonte, MG)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 15:42:59
Uma confreira emprestou-me o livro "A VIDA DE JESUS - ditada por Ele mesmo", traduzido para o português por Sebastião Caramuru e editado pela Editora São Raphael Ltda. nos anos 50 do século passado, o qual pertenceu a seu pai. A propósito, gostaria de saber que opinião têm os senhores a respeito do livro em questão, tendo em vista as polêmicas que eles suscita frente ao Novo Testamento e à própria Doutrina Espírita.
Paz e Luz.
André Demidoff 

Resposta do Editor: 

Sobre o livro mencionado pelo leitor já nos manifestamos nesta revista, em texto publicado na seção O Espiritismo responde da edição 378. Eis o link: http://www.oconsolador.com.br/ano8/378/oespiritismoresponde.html

 


De: Affonso Soares (Niterói, RJ)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 21:53:21
Caro Irmão, Amigo e Coidealista.
A paz de Deus inunde os nossos corações!
Acompanho assiduamente o seu belo trabalho nas páginas de O Consolador, e este último me tocou particularmente o coração pelo fato de apresentar a palavra fraterna e autorizada de um nosso mestre na Língua Internacional Neutra ESPERANTO. Algumas respostas foram mesmo uma novidade para mim.
Entretanto, penso que uma pequena correção deve ser feita no que diz respeito à versão para o Esperanto da obra Allan Kardec, de Zêus Wantuil e Francisco Thiesen: essa versão foi feita pelo Benedicto, por mim e pelo saudoso Délio Pereira de Souza, fundador da Editora Lorenz. O Benedicto certamente trocou o meu nome pelo nome de outro grande esperantista, o Allan Kardec Afonso Costa. Os manuscritos dessa tradução estão em meu poder.
Essa obra foi depois reduzida, na gestão do igualmente saudoso ex-presidente da FEB, Nestor João Masotti, para ser divulgada nos círculos internacionais. Eu também tenho os arquivos digitais em meu computador. Estamos aguardando condições favoráveis à sua publicação no Portal da FEB. Para isso é necessário que se transforme os arquivos em PDF. Há ainda outras obras em Esperanto, editadas pela FEB, que aguardam essa transformação para serem igualmente inseridas na seção de Esperanto do Portal.
Despeço-me de você, desejando constante êxito em suas atividades em prol da divulgação do Tríplice Ideal EEE (Evangelho, Espiritismo, Esperanto.
Forte abraço do
Affonso Soares.

 


De: Lucia Cominatto (São Paulo, SP)
Domingo, 2 de agosto de 2015 às 15:28:57
Na edição de hoje (02/08/15) dessa conceituada revista, na seção Cartas, li a resposta dada ao leitor Nivaldo Ziani (Araras-SP) a respeito da diferença entre Arrependimento e Remorso.
Peço licença para indicar a mensagem psicografada pela Irmã Maria do Rosário, constante do meu livro Na Educação da Alma (Editora EME), pág.43, abordando esse assunto.
Se me permite, transmito a referida mensagem:

ARREPENDIMENTO E REMORSO

"Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a
nós outros." (Lucas,23:39)

Arrependimento e remorso, duas palavras que se confundem, mas que expressam sentimentos opostos. Enquanto o arrependimento leva a atitudes positivas de renovação interior, o remorso gera atitudes negativas de condenação a si próprio.
Se o arrependimento induz à busca de mudança de atitudes e correção do próprio erro, o remorso cria na alma sentimentos de revolta, de culpa, de amargura, de anular-se interiormente.
Se o arrependimento leva a um crescimento interior pela fé que o inspira, o remorso leva à negação de si próprio pela falta de fé que lhe traria força e coragem para uma busca de renovação.
Pelo arrependimento, o homem aprende a não mais cometer o mesmo erro. Pelo remorso, ele se entrega a situações de desespero que podem levá-lo à depressão, à loucura ou até mesmo atentar contra a própria vida.
O arrependimento gera satisfação na alma ao reconhecer em si mesmo as imperfeições de que todos os seres humanos são suscetíveis, mas com a certeza de que poderá melhorar. Pelo remorso, porém, o homem nada percebe além da própria dor.
Exemplos disso o foram o bom e o mau ladrão do Evangelho, crucificados ao lado de Jesus. Enquanto o bom ladrão, sinceramente arrependido pelos maus atos cometidos, revestia-se de esperança de ser perdoado e poder alcançar um lugar no paraíso ao lado do Mestre, o mau ladrão, blasfemando, remoía-se interiormente, pelo remorso de não ter conseguido se salvar, e não mais poder continuar nos seus desatinos.
Assim, filho meu, quando cometeres alguma falta, mesmo que involuntariamente, procura agir com arrependimento, como aquele que, confiando no perdão divino, procurou renovar-se com Jesus, na certeza de que, com ele, haveria de estar.

Abraços.
Lucia

 

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 Revista Semanal de Divulgação Espírita