Tributo a Allan
Kardec
Reportamo-nos ao
nosso
Codificador -
Allan Kardec -
com a nossa
profunda
admiração e
imenso respeito
ao seu hercúleo
labor, o qual a
ele fora
destinado
naquele tempo
encarnatório na
Terra –
03/10/1804
(Lyon) a
31/03/1869
(Paris), como
Mensageiro da
Luz. O
Espiritismo,
graças ao
proeminente
Codificador,
orientou os
habitantes de
nosso orbe.
Fruto dos
ensinos dos
Espíritos
Imortais –
todavia, os
luminares do
Invisível
precisariam de
alguém
competente na
Terra. O
escolhido estava
reencarnado no
velho
continente,
precisamente na
França, país
restabelecido em
um regime
democrático, de
forma a
possibilitar o
lançamento da
nova doutrina
filosófica;
dessa maneira,
foi o lionês
Hippolyte Léon
Denizard Rivail.
Em sua
juventude, foi
discípulo do
pedagogo
Johann Heinrich
Pestalozzi,
quando atuou em
Yverdon-les-Bains,
na Suíça. Mais
tarde, em Paris,
ele aceitou o
convite das
famílias Baudin
e Roustan a fim
de averiguar os
fenômenos
inteligentes nas
sessões
privativas
realizadas nas
respectivas
residências.
Através da seara
espírita onde
estamos há
quarenta anos,
as mais variadas
histórias
ouvimos e/ou
conhecemos sobre
os alentos e as
provas
incontestáveis
para se mitigar
as dores: física
e/ou moral dos
sofredores pela
pátria
brasileira, por
conhecermos
inúmeros casos,
tais como:
curas,
tratamentos
espirituais,
desobsessões,
mensagens
psicografadas,
acolhimentos
material e
espiritual etc.
Há uma
inesquecível
narrativa ao
nosso coração
que será
apresentada, a
seguir – por
trabalharmos há
décadas a pedido
do espírito de
uma querida
amiga de outrora
– Yvonne do
Amaral Pereira,
secundada pelo
nosso amigo
espiritual –
Mário para
acalmarmos almas
com ideações
suicidas, assim
como suas
investiduras com
arremedos
intempestivos e
equivocados
contra a própria
vida – a qual
não cessa,
porque é perene.
Jesus
explicou-nos:
“(...) Eu vim
para que tenham
vida, e a tenham
em abundância”.[1]
Allan Kardec
assim o fez com
toda cátedra que
fora
mnemonicamente
armazenada em
fecundo
conhecimento de
sua alma
evoluída.[2]
Um homem
possuidor de uma
inteligência
capaz de
transformar o
seu sacerdócio -
a pedagogia,
mais tarde, a
favor da
civilização
terrena,
transpôs seu
cabedal de
mestre para fora
do ensino
restrito em uma
sala de aula com
os alunos.
Portanto, ele
fez a população
da Terra outra
classe
estudantil, a
fim de com ele
aprender,
didaticamente,
as questões
elementares do
pensamento
humano: Quem
sou? Onde
estou? Para
onde vou?
Em razão disso,
escolhemos o
expoente
espírito Hilário
Silva no livro
O Espírito da
Verdade[3],
por diversos
autores
espirituais,
psicografados
ora por
Francisco
Cândido Xavier
(mensagens
ímpares) ora
por Waldo Viera
(mensagens
pares) na de
número 52
– Há um
século,
que
em uma manhã
gelada de 1860,
o Codificador do
Espiritismo
encontrava-se
esgotado e
preocupado. O
dinheiro
escasseava para
as obras a ele
confiada; a
pressão
eclesiástica
aumentara,
numerosas cartas
em retaliações
ao seu trabalho
se reuniam sobre
uma mesa.
Nesse ínterim, a
sua esposa
Amélie Boudet
entregou-lhe um
embrulho – era
uma encomenda.
Kardec abriu-a e
deparou-se com
uma carta,
leu-a, cujo
autor
revelava-lhe sua
gratidão por
ter se deparado
com O Livro
do Espíritos
em ocasião
muito difícil,
uma vez viúvo e
desiludido
diante das
adversidades
daquela vida,
desesperançoso
mediante a
solidão,
resolvera
suicidar-se;
ele jogar-se-ia
de uma da pontes
que atravessam o
Rio Sena, em
Paris.
Nesse caso,
escolhera a
ponte Marie; ao
fixar-se na
amurada para se
atirar nas
caudalosas águas
fluviais,
tocou-se em um
objeto molhado
pelo orvalho, o
qual caiu sobre
os seus pés,
surpreendido,
ele resolveu
tomar
conhecimento do
que se tratava,
buscou a
iluminação do
poste mais
próximo e leu:
“Esta obra
salvou-me a
vida. Leia com
atenção e tenha
bom aproveito. –
A. Laurent”
(XAVIER; VIEIRA,
2002, p. 127). O
Codificador leu
na missiva que o
livro salvara a
vida de alguém
desiludido, e
deparou-se com
outro relato, na
sequência
daqueles
registros:
“Salvou-se
também. Deus
abençoe as almas
que cooperaram
em sua
publicação –
Joseph Perrier
(IDEM, p. 127).
O remetente
havia
reencadernado o
livro, devido à
sua profissão,
e agradecido
devolvia-a ao
Emissário da Luz,
que após aquela
dedicatória de
gratidão
experimentou
nova aragem
benfeitora a
nutri-lo,
intimamente, uma
vez demovido do
autocídio. O
nascido em Lyon
aconchegou o
livro no peito,
raciocinou em
detrimento ao
desânimo que que
lhe apossara
frente aos
detratores
habituais
relativos às
imperfeições
humanas, naquele
confronto do
materialismo com
a luz e a
verdade; no
entanto, ele
esperançou-se,
porque era
sabedor de que
seria preciso
continuar... O
esposo de Amélie
Boudet
precisaria
desculpar os
ataques, os
insultos, os
dissabores e as
intrigas.
Temos a plena
convicção de que
as pedradas
arremessadas
contra esse bom
gênio
dissolveram-se
no ar. O
respeitável
Mensageiro dos
Espíritos
respirou bem
fundo, e antes
de retomar as
suas tarefas
rotineiras,
levantou-se da
poltrona,
alcançou sua
janela,
vislumbrou a via
pública; logo,
acompanhou o
movimento
rotineiro de
pedestres, tais
como: crianças,
jovens e idosos
a transitarem
habitualmente.
“O notável
obreiro da
Grande revelação
respirou a
longos haustos
e, antes de
retomar a caneta
para o serviço
costumeiro,
levou o lenço
aos olhos e
limpou uma
lágrima...”
(IDEM, p. 128).
Ao mestre Allan
Kardec – ou
Monsieur Rivail
– registramos
nosso singelo
tributo pela
magnífica obra
espírita
codificada.
Um trabalho
hercúleo de
registros à
pena, em meados
do século XIX,
através de
manuscritos e
registros
incontáveis que
resultaram nos
livros do
compêndio
espírita, além
dos inumeráveis
textos e artigos
(Revue),
de onde sorvemos
o que de melhor
ficou
imortalizado,
literalmente, à
humanidade
terrena. Em
destaque,
relembramos a
primazia textual
do escritor
Henri Sausse,
com as
narrativas
daquilo que foi
o labor do
Codificador no
livro
Biografia de
Allan Kardec.
Obrigado ontem,
hoje e sempre ao
nosso
Codificador
Allan Kardec!
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