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Depois da virtude...
Dita frase, ou dita
sentença filosófica, ou,
ainda, sentença moral,
em sua completude nos
diz que:
“Depois da virtude, é o
conhecimento que eleva o
homem sobre os demais.”
Sentença esta atribuída
a Joseph Addison
(1672-1719), poeta,
ensaísta, dramaturgo e
político inglês, que
muito mais ainda nos
presenteou com outra
frase mui espirituosa e
mui correta:
“A leitura é para o
intelecto o que o
exercício é para o
corpo.”
Ambas excelentíssimas e,
pois, mui sábias,
aplicáveis a todos os
tempos da nossa
Humanidade e, inclusive,
a estes tempos algo
conturbados de mudança
planetária, em que o
mundo terreno, como
todos sabem, ou pelo
menos intuem,
encontra-se numa de suas
grandes encruzilhadas
para melhor, apesar de
vivermos intensas
catástrofes da natureza,
prenúncios de uma
terceira guerra mundial,
extremos políticos de
certos grupos sociais
discursando ódios por
toda parte,
convidando-nos, pois, ao
equilíbrio, à oração e
ao estudo de obras
edificantes, para não
cairmos em tentação, nem
em respostas pouco
dignas do que já
alcançamos em termos de
cristianismo prático e
de amor ao próximo.
Não sou dos que
participam de redes
sociais, como também não
sou contra elas, pois,
afinal, cada um é dono
do seu destino, de suas
preferências e de sua
liberdade de ação,
respondendo, pois, pelos
seus atos, bons ou maus.
Porém, como cristão
redivivo, algumas vezes
comento algo em resposta
a certos conteúdos da
internet, onde todos
falam, escrevem suas
opiniões e assim por
diante. Fora isso, por
vezes opinamos
recorrendo a algumas
frases mui sábias e mui
conhecidas de nossa
culta sociedade moderna,
como, por exemplo, a do
Mestre:
Deus é Amor.
E, falando algo mais,
expusemos a de Einstein:
Penso que existe um
"legislador" que
estabelece as leis do
universo.
Mas por que fiz isso?
É que foram tantos os
xingamentos, tantas as
afirmações de que nada
daquilo fora dito por
tais sábios, de que eu
seria mentiroso e assim
por diante, que,
surpreso e boquiaberto,
vi que, de fato, muitos
falam por falar e, pois,
sem saber o que estão
proferindo ou
escrevendo, cometendo,
com isso, verdadeiras
gafes, pois basta
recorrer ao Google ou a
outro mecanismo de busca
e pesquisar se tais
frases procedem, de quem
são e em que contexto
foram ditas.
Mas não...
Muitos preferem dizer ou
escrever o que lhes vem
à mente sem saber
exatamente o que dizem,
revelando, assim,
ignorância, precipitação
e incultura, parecendo,
por vezes, embriagados
pelas próprias ideias,
desequilíbrios,
obsessões e coisas que
tais.
E, nessas horas, pois,
não nos resta senão orar
por tais pessoas e, tal
como o Cristo assim o
fizera, solicitar ao Pai
que as perdoe, pois não
sabem o que fazem.
Doutra parte, você fica
em dúvida se responde ou
não responde. E, se o
retrucar do outro for
ainda pior? Afinal,
estamos lidando com a
ignorância em pessoa,
com o ódio na ponta dos
dedos ou da língua, e
assim por diante.
E, pois, em tal caso,
preferi dar tempo ao
tempo e ficar calado ou,
simplesmente, perdoar,
nos precisos termos de:
Seja lá o que Deus
quiser!
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