A
alegria do
resgate da
ovelha perdida
No Evangelho de
João, capítulo
10, Jesus disse
que é o bom
Pastor, dando a
sua vida por
suas ovelhas.
Porém, há
ovelhas que não
são do seu
rebanho, mas,
quando ouvirem a
sua voz, haverá
um só rebanho e
um só Pastor.
Disse, ainda, da
alegria do Céu
no resgate da
ovelha perdida
que se
arrependeu e
retornou para a
vida.
No processo
evolutivo na
busca da
perfeição em
pluralidade de
existências, o
Espírito
imortal, a cada
reencarnação,
vai acumulando
bens celestiais
no caminho da
verdade e da
vida em direção
ao Pai, e
ninguém irá a
Ele sem aplicar
os ensinamentos
e exemplos de
Jesus como
código de
conduta para o
progresso moral
e espiritual.
Pela lei de
causa e efeito,
Espíritos
expiarão suas
faltas às leis
divinas em nova
existência.
Porém, ninguém
será condenado a
pena eterna, em
que Deus não
fecha a porta do
resgate ao
faltoso de suas
leis, quando
houver o sincero
arrependimento
dos erros
cometidos pelo
uso do
livre-arbítrio
no desejo de
melhorar-se,
sendo o primeiro
passo para a
transformação
moral e
espiritual.
Do Evangelho de
Lucas (15:1-2)
Jesus entrou na
casa de um
fariseu para
fazer refeição,
quando se
aproximaram
publicanos e
pecadores para
ouvi-lo.
Alguns fariseus
e mestres da
lei,
escandalizados,
criticavam-no
porque recebia
pecadores e
comia com eles.
Jesus não
repelia ninguém,
principalmente
porque os que
necessitavam de
médico eram os
que estavam
doentes.
Ocasião em que o
Cristo, mediante
mensagens de fé,
esperança e
consolo, ensinou
sobre a
solicitude de
Deus no resgate
dos que se
perdem, por meio
de três
parábolas: da
ovelha perdida;
da dracma
perdida; e do
filho pródigo.
A Parábola da
ovelha perdida
(Lucas, 15: 3-7)
“Qual de vocês
que, possuindo
cem ovelhas, e
perdendo uma,
não deixa as
noventa e nove
no campo e vai
atrás da ovelha
perdida, até
encontrá-la? E
quando a
encontra,
coloca-a
alegremente nos
ombros e vai
para casa. Ao
chegar, reúne
seus amigos e
vizinhos e diz:
alegrem-se
comigo, pois
encontrei minha
ovelha perdida.
Eu lhes digo
que, da mesma
forma, haverá
mais alegria no
Céu por um
pecador que se
arrepende do que
por noventa e
nove justos que
não precisam
arrepender-se.”
Jesus, o bom
Pastor,
preocupa-se com
as suas ovelhas
e sempre sairá
em resgate da
ovelha perdida,
havendo alegria
no seu retorno à
vida.
Da mesma
maneira, o ser
humano como
ovelha perdida
também se desvia
do seu rebanho;
e o bom Pastor
irá ao seu
resgate, havendo
alegria no Céu
com o seu
retorno, quando
se arrepende.
A Parábola da
dracma perdida
(Lucas, 15:
8-10)
"Ou, qual é a
mulher que,
possuindo dez
dracmas e,
perdendo uma
delas, não
acende uma
candeia, varre a
casa e procura
atentamente, até
encontrá-la? E
quando a
encontra, reúne
suas amigas e
vizinhas e diz:
alegrem-se
comigo, pois
encontrei minha
moeda perdida.
Eu lhes digo
que, da mesma
forma, há
alegria na
presença dos
anjos de Deus
por um pecador
que se
arrepende.”
A exemplo da
mulher da
parábola, Deus
emprega todos os
meios para
resgatar a alma
perdida, havendo
alegria no mundo
espiritual junto
aos anjos de
Deus,
mensageiros do
bem, quando um
pecador se
arrepende.
A Parábola do
filho pródigo
(Lucas, 15:
11-32)
Certo homem
tinha dois
filhos; e o
filho mais moço
pediu ao pai a
parte de seus
bens.
O pai repartiu
entre eles a
fazenda.
Dias depois, o
filho partiu
para longe,
desperdiçando
seus bens e
vivendo
desregradamente.
Gastando tudo,
passou fome e
necessidades.
Chegou-se a um
cidadão daquela
terra, que o
mandou
apascentar
porcos em seus
campos. Desejou
comer os
alimentos dos
porcos, pois
ninguém lhe dava
nada.
Caindo em si,
disse: quantos
empregados de
meu pai têm
abundância de
pão, e eu aqui
pereço de fome!
Pensou em se
levantar, voltar
ao pai e dizer: “pai,
pequei contra o
céu e perante
ti; já não sou
digno de ser
chamado teu
filho; faze-me
como um dos teus
empregados”. Levantou-se
e foi para o seu
pai.
Quando ainda
estava longe,
seu pai o viu,
movendo-se de
compaixão e,
correndo,
abraçou-o e
beijou-o.
O filho disse: “pai,
pequei contra o
céu e perante
ti, e já não sou
digno de ser
chamado teu
filho”.
O pai disse aos
seus servos para
trazer a melhor
roupa e
vestir-lhe,
colocar anel na
sua mão e
sandálias nos
seus pés; trazer
bezerro cevado e
matá-lo; e que
comamos e
alegremo-nos,
porque este meu
filho estava
morto e reviveu,
tinha-se perdido
e foi achado. E
começaram a
alegrar-se.
O filho mais
velho estava no
campo e quando
chegou perto de
casa, ouviu a
música e as
danças. Chamando
um dos servos,
perguntou-lhe
que era aquilo.
Ele disse: veio
o seu irmão e o
seu pai matou o
bezerro cevado,
porque o recebeu
são e salvo. Mas
ele se indignou
e não queria
entrar.
Saindo o seu
pai, rogava-lhe
que entrasse com
ele. Mas disse
ao pai: eu lhe
sirvo há tantos
anos sem nunca
transgredir o
seu mandamento,
e nunca me deu
um cabrito para
alegrar-me com
os meus amigos.
Vindo, porém,
seu filho, que
desperdiçou seus
bens com
meretrizes,
matou um bezerro
cevado.
O pai disse:
filho, você
sempre está
comigo e todas
as minhas coisas
são suas. Era
justo
alegrarmo-nos,
porque seu irmão
estava morto e
reviveu; e
tinha-se perdido
e achou-se.
Pela parábola, o
filho mais novo
pede ao pai
parte de sua
herança para
seguir o caminho
da ilusão de sua
percepção da
realidade
material da
vida.
O pai aceita o
pedido do filho,
respeitando o
seu
livre-arbítrio.
Pelos valores
materiais
ilusórios da
vida, o filho
começa um
processo
expiatório até
chegar à
situação de
passar grande
necessidade.
O filho pródigo
personifica os
pecadores que se
deixam arrastar
pelas ilusões
materiais,
permanecendo
assim até que a
dor e o
sofrimento o
desperte para o
arrependimento.
Pelo
arrependimento
consciente dos
erros cometidos,
no uso do seu
livre-arbítrio,
toma a decisão
de retornar à
casa do pai.
“Contudo, o
arrependimento
nem sempre é
imediato. Há
Espíritos que se
obstinam em
permanecer no
mau caminho, não
obstante os
sofrimentos por
que passam.
Porém, cedo ou
tarde,
reconhecerão
errada a senda
que tomaram e o
arrependimento
virá. Para
esclarecê-los
trabalham os
bons Espíritos e
também vós
podeis
trabalhar.” (resposta
à questão 994
em O
Livro dos
Espíritos)
“O
arrependimento
concorre para a
melhoria do
Espírito, mas
ele tem que
expiar o seu
passado.” (resposta
à questão 999
em O Livro
dos Espíritos)
O filho pródigo
atingiu o fundo
do poço, abatido
pela desilusão,
pela decepção,
pelo remorso e
pelo
arrependimento,
iniciando seu
processo de
resgate para a
transformação
moral.
Sob a lei de
causa e efeito,
colheu o que
semeou. Precisou
chegar ao
doloroso estado
de carência
espiritual para
lembrar-se do
pai e retornar
para ele. Porém,
para retornar à
casa paterna,
precisaria da
bondade e da
misericórdia do
pai, e saldar as
suas faltas.
Ao ver o filho
pródigo
retornando, o
pai perdoa-o no
acolhimento,
abrindo a
oportunidade da
reconciliação.
Isso porque o
pai nunca fecha
a porta do
resgate aos que
desejam voltar
para a sua casa
pelo
arrependimento
consciente de
seus erros.
Jesus disse: “Os
sãos não
necessitam de
médico, mas,
sim, os que
estão doentes;
eu não vim
chamar os
justos, mas,
sim, os
pecadores ao
arrependimento”. (Mateus,
9: 12; Marcos,
2:17; e Lucas,
5: 31-32)
O filho mais
velho, dominado
pelo egoísmo,
vivifica os
pecadores que se
julgam isentos
de culpa, cheios
de virtudes,
pelo fato de não
haverem
praticado o mal.
São os
orgulhosos,
soberbos e
exclusivistas
que se afastam
dos demais para
não se
contaminarem. A
ele faltou
empatia, sem se
colocar no lugar
do irmão.
Estar
aparentemente
correto,
realizando suas
obrigações, o
filho mais velho
revelou-se
egocêntrico e
intransigente,
mesmo diante das
explicações do
pai, julgando-se
o único
merecedor das
atenções e dos
cuidados do pai.
Não basta se
abster de
praticar o mal
com fé
inoperante. É
preciso praticar
o verdadeiro
amor ensinado e
exemplificado
por Jesus, que
liberta a alma
para a vida
imortal.
Vinicius, no
livro Nas
pegadas do
Mestre, em
“Por que será?”,
faz algumas
considerações
acerca do filho
Pródigo e de seu
irmão, as quais
resumiremos a
seguir.
Vinicius comenta
que o filho
Pródigo pecou,
sofreu e amou,
em que a dor
despertou-lhe os
sentimentos,
iluminou-lhe a
consciência e
converteu-o.
A humildade,
virtude que
levanta os
decaídos, apagou
as máculas do
seu Espírito,
então redimido;
e o bem
sobrepuja o mal.
Como pecadores
que somos, vemos
na vida do
Pródigo a nossa
própria
história; e a
sua epopeia é a
nossa esperança.
Vinicius diz que
o seu irmão mais
velho
personifica o
egoísmo e o
orgulho,
separando-se dos
demais pelos
pensamentos,
julgando-se
perfeito.
Vangloria-se em
não alimentar
vícios, mas
nenhuma virtude
nele se
descobre, além
da abstenção do
mal. Não suporta
as consequências
dos desatinos,
contudo não goza
os prazeres da
virtude.
A sua conversão
é mais difícil
do que a de
outros
pecadores.
Imaginando-se às
portas do Céu,
dista dele um
abismo.
No fim, comenta
que o irmão se
supõe iluminado,
no entanto não
passa de um
cego.
Cairbar Schutel,
no livro Parábolas
e ensinos de
Jesus, em
“Parábola do
filho pródigo”,
ensina:
“Não há
sofrimentos
eternos, não há
dores
infindáveis, não
há castigos sem
fim, porque se
os mesmos fossem
eternos, Deus
não seria justo,
sábio e
misericordioso.
(...)
O Pai está
sempre pronto a
receber o Filho
Pródigo, e os
Céus estão
sempre abertos à
sua chegada.
Não há falta,
por maior que
seja, que não se
possa reparar;
assim como não
há nódoa, por
mais fixa que
pareça, que não
se possa apagar.
Tudo se
retempera, tudo
se corrige, tudo
se transforma,
do pequeno para
o grande, do mau
para o bom, das
trevas para a
luz, do erro
para a verdade!
Tudo limpa, tudo
alveja, tudo
reluz ao atrito
do fogo sagrado
do progresso,
tudo se
aperfeiçoa, tudo
evolui, todas as
almas caminham
para Deus!”
Arrependimento
sincero,
consciência do
erro e sua
correção
O Espírito
Lucius, na
psicografia de
André Luiz de
Andrade Ruiz, no
livro Herdeiros
do Novo Mundo,
no capítulo 32,
“Em busca dos
eleitos”,
retransmite
esclarecimentos
do Espírito
Bezerra de
Menezes sobre
quem fará parte
da Nova
Humanidade.
Bezerra de
Menezes de posse
do livro O
Evangelho
Segundo o
Espiritismo,
abrindo no
capítulo III,
sobre “Mundos
regenerados”,
leu o trecho: “-
17. Os mundos
regeneradores
servem de
transição entre
os mundos de
expiação e os
mundos felizes.
A alma QUE SE
ARREPENDE
encontra neles a
calma e o
repouso e acaba
por depura-se.”
A respeito dos
eleitos, Bezerra
prossegue:
“- Basta atenção
na leitura para
começarmos a
observar onde
estão as
importantes
indicações de
seleção na
avaliação dos
candidatos,
tomando-os pelo
modo de proceder
nas menores
coisas. Como
podem observar,
o mundo
regenerador é um
orbe habitado
por espíritos
que se
arrependem. O
ARREPENDIMENTO
sincero é a
primeira
condição
essencial para
nele se ter
assento, porque
é a expressão da
consciência que
reconhece o erro
cometido – ao
invés de
atribuí-lo a
outrem –
demonstrando a
responsabilidade
pelos próprios
atos. Ao mesmo
tempo, é o
primeiro passo
para a correção
do erro, como
consequência da
culpa e do
desejo de
melhorar-se.
Sairemos em
busca dos
verdadeiramente
arrependidos, os
que estarão
revestidos da
primeira
condição para a
salvação. Não se
trata, porém, do
arrependimento
mentiroso,
daqueles que se
arrependem de
não terem
roubado mais, de
não terem sido
cruéis quanto
poderiam ter
sido, de não
terem
prejudicados
outros como
seria possível
fazer. (...)
Estaremos em
busca do
arrependimento
que significa
reconhecimento
da própria culpa
em grau amplo e
absoluto. É a
posição da alma
em relação ao
juízo que se
faça sobre si.
(...)
Estaremos
procurando os
que fazem do
arrependimento o
resultado de um
profundo exame
de consciência
sobre seu modo
de ser e viver,
e não sobre
pequenos
comportamentos
do dia a dia.”
Mais adiante, no
capítulo 33, em
“Doentes do
corpo e enfermos
da alma”, Lucius
continua com os
esclarecimentos
do Espírito
Bezerra de
Menezes,
dizendo:
“Não resta
dúvida, meus
filhos, que a
dor é uma
importante
aliada dos seres
humanos como
ferramenta por
eles mesmos
manipulada, uma
vez que das suas
atitudes
decorrem as
necessárias
consequências e,
por isso, as
dores são sempre
escolhas
evolutivas.
(...) Quanto
mais grave é o
estado ou o
problema, mais
profunda costuma
ser a entrega do
enfermo aos
estados de
arrependimento.
(...) Mas quando
a dor se torna
incisiva, quando
as causas geram
efeitos danosos
através de
incômodos mais
terríveis, cada
encarnado é
levado a
aprofundar-se no
raciocínio do
porquê daquele
estado e qual a
sua efetiva
participação
naquele
evento.”
O Espírito Irmão
Virgílio, no
livro A Nova
Jerusalém,
na psicografia
de Antonio
Demarchi, no
capítulo IV, em
“Acontecimentos
atuais”, narra
os
esclarecimentos
do Instrutor
Ulisses para a
sua indagação
sobre o atual
momento de
transição
planetária:
“Todavia, o amor
do Cristo vela
por todos e, em
seu nome, as
forças do bem
procuram de
todas as formas
trazer para a
segurança do
redil as ovelhas
que diante das
tormentas
encontram-se
desmotivadas e
perdidas, sem
saber que rumo
seguir. Mesmo
diante de todas
as perspectivas
contrárias, o
amor do Cristo
jamais desiste
ou desampara
ninguém, e todo
esforço sempre
valerá a pena,
até que seja
resgata a última
ovelha perdida
no abismo. (...)
– Em verdade,
Virgílio, tudo
obedece a um
plano superior,
mesmo porque os
espíritos que
hoje são
devotados ao mal
um dia também se
cansarão da
própria maldade
retornando à
casa paterna, e
o Pai os
receberá com
alegria,
conforme a
figura da
parábola do
filho pródigo,
pois por mais
que se
prolongue, o mal
é transitório,
mas o amor é
eterno! Nenhuma
das ovelhas se
perderá, mas
cada qual
colherá o fruto
de sua
semeadura.
Assim, também
acontecerá com
esses irmãos,
quando um dia se
arrependerem do
mal praticado e
decidirem buscar
abrigo no seio
do amor paterno.
Cansados pelos
sofrimentos
decorrentes de
seus próprios
equívocos, irão
implorar pela
oportunidade
redentora para o
resgate dos
males
praticados, e o
Pai amoroso
sempre concederá
todas as
oportunidades
necessárias ao
infrator
arrependido, com
amor e alegria,
porque seu reino
é de amor!”
Aspectos a serem
destacados:
afastamento do
rebanho pelas
faltas cometidas
às leis de Deus;
conscientização
pelo sofrimento
e pela dor;
sincero
arrependimento
das faltas
cometidas;
resgate para a
vida; alegria no
Céu com o seu
retorno e desejo
de novo rumo.
Verifica-se que
o ser humano
toma consciência
do erro cometido
quando, em
expiação de suas
faltas, chega ao
estado limite de
sofrimento pelas
ilusões
materiais da
vida, que
dominaram sua
mente, seus
pensamentos e
suas ações,
fazendo refletir
acerca daquele
estado trevoso,
o qual o motiva
a se arrepender,
fazendo-o
reconhecer a sua
culpa no desejo
de melhorar-se e
seguir novo rumo
para o bem.
A alegria do
resgate da
ovelha perdida
está no seu
sincero
arrependimento,
pelo uso do
livre-arbítrio,
e no desejo de
seguir novo rumo
a caminho da
verdade e da
vida imortal,
porquanto
ninguém será
condenado a pena
eterna e muito
menos ficará perdido
nos labirintos
de vícios,
paixões e
misérias morais.
Bibliografia:
AUTORES
DIVERSOS. Parábolas
de Jesus à Luz
da Doutrina
Espírita. 2ª
Edição. Juiz de
Fora/MG: Fergus
Editora, 2019.
BÍBLIA SAGRADA.
IRMÃO VIRGÍLIO
(Espírito) na
psicografia de
Antonio
Demarchi. A
Nova Jerusalém.
1ª Edição. São
Paulo/SP:
Intelítera
Editora, 2015.
KARDEC, Allan;
tradução de
Guillon
Ribeiro. O
Evangelho
Segundo o
Espiritismo.
1ª Edição.
Brasília/DF:
Federação
Espírita
Brasileira,
2019.
KARDEC, Allan;
tradução de
Guillon
Ribeiro. O
Livro dos
Espíritos.
1ª Edição.
Brasília/DF:
Federação
Espírita
Brasileira,
2019.
LUCIUS
(Espírito), na
psicografia de
André Luiz de
Andrade Ruiz. Herdeiros
do Novo Mundo.
2ª Edição.
Araras/SP: IDE,
2023.
SCHUTEL,
Cairbar. Parábolas
e Ensino de Jesus.
28ª Edição.
Matão/SP: Casa
Editora O
Clarim, 2016.
VINICIUS. Nas
pegadas do
mestre. 12ª
Edição.
Brasília/DF:
Federação
Espírita
Brasileira,
2014.