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Joias da poesia contemporânea
Ano 9 - N° 453 - 21 de Fevereiro de 2016

 
 

Dor secreta 

Celso Martins

 

Essa mesma mulher que, à luz da branca lua,

ao festivo bordel tantos homens convida,

exibindo, lasciva, a própria carne nua –

terrível dor possui que lhe corrói a vida.

 

Quem a vê a sorrir, fumando, assim vestida

neste torpe viver, onde só se cultua

o gozo sensual, não calcula a medida

de seu tredo amargor e da tragédia sua.

 

Ela já foi feliz e muito amou também.

Já foi pura e sonhou ter um lar, ser de alguém,

e agora, amargurada, a devassos se entrega.

 

Menosprezada aqui, ali vista de lado,

arrasta como cruz por doloroso fardo

ter de dar de comer à linda filha, cega...

 

 

Do livro Cantos e Contos, publicado pelo Instituto Maria, Juiz de Fora, MG.



 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita