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Internacional
Ano 9 - N° 444 - 13 de Dezembro de 2015
XAVIER LLOBET e MANUEL SONYER
manuelsonyer@gmail.com
Madri, Espanha
 
 

 

"A ciência, diz Divaldo, não é materialista"

O conhecido orador falou aos espíritas
de Madri, às vésperas do
XXII Congresso Espírita Espanhol

 
Dezembro, no seu segundo dia, recebeu o Semeador de Estrelas, Divaldo Franco, na Capital da Espanha, Madri, a fim de dar início aos trabalhos preparatórios do XXII Congresso Espírita Espanhol. Divaldo ficou hospedado no centro da Capital, no Hotel Tryp Gran Via, onde foi recebido pelos amigos do Centro Espírita Manuel y Divaldo Reus.

No dia 3 de dezembro, às 17h30, Divaldo retomou o trabalho de semear as sementes da Boa Nova em terras madrilenas, concedendo uma entrevista pormenorizada para o portal Divulgadores de Mistério, de ampla audiência na Espanha, quando pôde explicar e esclarecer conceitos detalhados sobre as questões relativas ao conhecimento da Doutrina Espírita.

Posteriormente, no Salão Príncipe de Astúrias, do Centro Asturiano de Madri, cerca de cento e setenta pessoas estavam esperando fervorosamente para poderem escutar as palavras do Apóstolo do Espiritismo. A conferência, intitulada Encontro com Divaldo, iniciada às 19h, foi organizada pelos amigos da Associação de Estudos Espíritas de Madri.
 

Nos momentos que antecederam a conferência, numerosos presentes se acercaram de Divaldo para cumprimentá-lo, formando uma grande fila à espera de um autógrafo do médium baiano em um de seus livros psicografados.

A atenção do público estava focada exclusivamente em receber as informações que o Embaixador da

Paz no Mundo tinha preparado para oferecer. Assim, pontualmente às 19h, Divaldo começou seu discurso oferecendo detalhes sobre o ir e vir das correntes materialistas e espiritualistas que têm permeado a razão humana ao longo de sua história. 

A ciência não é materialista; é neutra 

Divaldo Franco demonstrou que é um equívoco acreditar que a ciência é materialista. Na verdade, a ciência é neutra, e que o materialismo foi adotado apenas por alguns cientistas. Da mesma forma, hoje em dia, a humanidade pode contar com notáveis cientistas espiritualistas como o Dr. Eben Alexander III, neurocirurgião da Universidade de Harvard, que publicou os destacados livros O Céu Existe e o Mapa do Céu, em que narra suas experiências de quase morte – EQM.

Retrocedendo ao Século XVII, Paulo de Tarso de nossos dias convidou os assistentes a uma viagem no tempo para observar o trabalho desenvolvido pelos filósofos Thomas Hobbes e John Locke, que estabeleceram a divisão entre a ciência e a religião, a fim de restaurar a teoria atomista do materialismo grego, apresentando, também, os trabalhos e as técnicas utilizadas por Copérnico, Lorde Bacon e Newton.

O aparecimento da Enciclopédia no século XVIII, e especialmente com o surgimento da Revolução Francesa, em 1789, levou à “expulsão de Deus da sociedade”, estabelecendo-se uma segunda etapa do materialismo profundo no pensamento humano. No entanto, o conquistador Napoleão Bonaparte, autocoroando-se na Catedral de Notre Dame, em Paris, em 2 de dezembro de 1804, trouxe de volta a figura de Deus para a sociedade francesa através da assinatura da Concordata com o Vaticano. 

O século XIX foi revolucionário 

Divaldo Franco afirmou que o século XIX foi revolucionário, também, porque em 3 de outubro de 1804, na cidade de Lyon/França, nascia aquele que seria conhecido por Allan Kardec, codificador da Doutrina Espírita, abrindo as portas, novamente, para a Doutrina do Amor ensinada e exemplificada por Jesus.

O público foi surpreendido com a correlação de fatos e dados fornecidos por Divaldo para sustentar todo o seu notável discurso, quando ele começou a finalizar o seu discurso tocando os corações dos presentes contando a história vivida pela família Stanford da Califórnia, nos Estados Unidos da América, no século XX. É a história da transformação radical da mãe de Leland, o filho da família Stanford, desencarnado muito jovem, motivando que todo o patrimônio da família fosse doado aos mais necessitados, principalmente aos órfãos, fundando, também, a Universidade Stanford, oferecendo, assim, um exemplo de amor, e especialmente de autoamor, tão necessário na sociedade atual, a fim de poder amar ao próximo e a Deus como a si mesmo, como assinala o Mestre da Galileia.

As emoções e o clímax produziram no público um nível de sentimentos elevados, ensejando aos participantes conceder a Divaldo um demorado aplauso como sinal de simpatia e gratidão. Desta forma foi inaugurada a obra de semeadura cristã por território espanhol.


Texto: Xavier Llobet
Tradução: Paulo Salerno
Fotos: Manuel Sonyer
 

 



 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita