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O Espiritismo responde
Ano 9 - N° 427 - 16 de Agosto de 2015
ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO
aoofilho@oconsolador.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 
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ESPIRITISMO SÉCULO XXI
 


 
Um leitor pede-nos que expliquemos o que nos é ensinado pelo Espiritismo com respeito à regeneração dos Espíritos que cometem faltas graves no curso de suas existências.

O tema é tratado com todas as minúcias por Allan Kardec no cap. VII de seu livro O Céu e o Inferno, do qual reproduzimos os trechos a seguir: 

16º - O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação.

Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências.

O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação.

17º - O arrependimento pode dar-se por toda parte e em qualquer tempo; se for tarde, porém, o culpado sofre por mais tempo. Até que os últimos vestígios da falta desapareçam, a expiação consiste nos sofrimentos físicos e morais que lhe são consequentes, seja na vida atual, seja na vida espiritual após a morte, ou ainda em nova existência corporal.

A reparação consiste em fazer o bem àqueles a quem se havia feito o mal. Quem não repara os seus erros numa existência, por fraqueza ou má vontade, achar-se-á numa existência ulterior em contacto com as mesmas pessoas que de si tiverem queixas, e em condições voluntariamente escolhidas, de modo a demonstrar-lhes reconhecimento e fazer-lhes tanto bem quanto mal lhes tenha feito. Nem todas as faltas acarretam prejuízo direto e efetivo; em tais casos a reparação se opera, fazendo-se o que se deveria fazer e foi descurado; cumprindo os deveres desprezados, as missões não preenchidas; praticando o bem em compensação ao mal praticado, isto é, tornando-se humilde se tem sido orgulhoso, amável se foi austero, caridoso se tem sido egoísta, benigno se tem sido perverso, laborioso se tem sido ocioso, útil se tem sido inútil, frugal se tem sido intemperante, trocando em suma por bons os maus exemplos perpetrados. E desse modo progride o Espírito, aproveitando-se do próprio passado. (Obra citada, cap. VII, Código penal da vida futura.)

No processo de regeneração do Espírito culpado, o Espiritismo é, pois, bem claro ao dizer que ele exigirá três elementos: o arrependimento, a reparação e a expiação.

Um indivíduo lesou alguém em determinada existência. Quando se arrepender sinceramente, ele deverá, em futura existência, reparar o mal cometido.

Ocorrerá ainda, no processo depurador, a necessidade da expiação, isto é, deverá passar por uma situação semelhante à que ele mesmo provocou no passado. Mas ninguém virá ao mundo com a tarefa de atormentá-lo. Se isso fosse verdade, criar-se-ia um círculo vicioso. O que ocorre então? O culpado, necessitado de expiar sua falta, nascerá em um meio no qual passará naturalmente, em face do atraso espiritual daquele meio, pela situação de que necessita.

Há na literatura espírita exemplos inúmeros disso e, em muitos casos, nem existirá a participação de terceiros. Um desses casos, citado com frequência por palestrantes espíritas, ilustra bem o que dizemos. Havendo decepado a mão de uma pessoa, um Espírito reencarnou tendo a mesma mutilação prevista no seu programa reencarnatório, o que ocorreu por meio de um acidente simples com uma máquina da fábrica onde trabalhava. Ele se distraiu e, sem que ninguém tivesse culpa, decepou parte da mão, expiando, a seu pedido, a falta cometida no passado.

 
 


 
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