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Estudando a série André Luiz

Ano 9 - N° 410 - 19 de Abril de 2015

MARCELO BORELA DE OLIVEIRA
mbo_imortal@yahoo.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 

 

Desobsessão

André Luiz

(Parte 15)

Damos continuidade ao estudo sequencial do livro Desobsessão, obra de autoria de André Luiz, psicografada pelos médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier em 1964 e publicada pela Federação Espírita Brasileira.

Questões preliminares

A. É certo dizer que numa sessão mediúnica o Espírito perturbado se encontra, em relação ao médium de incorporação e aos esclarecedores, na situação de um doente ante o enfermeiro?

Sim. Se os benfeitores espirituais, o dirigente da sessão e os esclarecedores funcionam lembrando autoridades competentes no trabalho curativo, o médium é o enfermeiro convocado a controlar o doente, quanto lhe seja possível, impedindo a este último manifestações tumultuárias e palavras obscenas. (Desobsessão, cap. 42.)

B. O médium tem condições de auxiliar na contenção e na reeducação dos Espíritos que recalcitram no mal?

Em sua posição de intérprete e enfermeiro, o médium é, sim, capaz de auxiliar, até certo ponto, na contenção e na reeducação dos Espíritos rebeldes que recalcitram no mal, a fim de que o dirigente se sinta fortalecido em sua ação edificante. Ainda mesmo quando seja absolutamente sonâmbulo, incapaz de guardar lembranças posteriores ao socorro efetuado, semidesligado de seus implementos físicos dispõe o médium de recursos para governar os sentidos corpóreos de que o Espírito comunicante se utiliza. (Desobsessão, cap. 42 e 43.)

C. Que deve a equipe mediúnica fazer ao verificar que um dos médiuns esteja obsidiado?

Caso isso ocorra, o médium acometido pela obsessão necessitará de socorro espiritual, através de esclarecimento, tanto quanto as entidades perturbadas carecentes de auxílio. (Desobsessão, cap. 43.)

Texto para leitura

191. Em algumas ocasiões, tarefa em meio, aparece um ou outro desencarnado em condições de quase absoluto empedernimento. Tal desequilíbrio da entidade pode coincidir com algum momento infeliz da mente mediúnica, estabelecendo desarmonia maior. (Desobsessão, cap. 41.)

192.  O fenômeno é suscetível de raiar na inconveniência. Assim sendo, o mentor espiritual, se considerar oportuno, ocupará espontaneamente o médium responsável e partilhará o serviço do esclarecimento, dirigindo-se ao comunicante ou ao médium que o expõe. (Desobsessão, cap. 41.)

193. Em casos tais, o dirigente pode também recorrer à intervenção do orientador referido, se julgar necessário, rogando-lhe a manifestação pelo psicofônico indicado, a fim de sanar o contratempo. (Desobsessão, cap. 41.)

194. O médium de incorporação, como também o médium esclarecedor, não podem esquecer, em circunstância alguma, que a entidade perturbada se encontra, para eles, na situação de um doente ante o enfermeiro. (Desobsessão, cap. 42.)

195. No socorro espiritual, os benfeitores e amigos das Esferas Superiores, tanto quanto os companheiros encarnados, quais o diretor da reunião e seus assessores que manejam o verbo educativo, funcionam lembrando autoridades competentes no trabalho curativo, mas o médium é o enfermeiro convocado a controlar o doente, quanto lhe seja possível, impedindo a este último manifestações tumultuárias e palavras obscenas. (Desobsessão, cap. 42.)

196. O médium psicofônico deve preparar-se dignamente para a função que exerce. (Desobsessão, cap. 42.)

197. É importante que reconheça que não se acha dentro dela à maneira de fantoche, manobrado integralmente ao sabor das Inteligências desencarnadas, mas sim na posição de intérprete e enfermeiro. (Desobsessão, cap. 42.)

198. Nessa condição, é ele capaz de auxiliar, até certo ponto, na contenção e na reeducação dos Espíritos rebeldes que recalcitram no mal, a fim de que o dirigente se sinta fortalecido em sua ação edificante e a equipe demonstre o máximo de rendimento no trabalho assistencial. (Desobsessão, cap. 42.)

199. Ainda mesmo quando o médium é absolutamente sonâmbulo, incapaz de guardar lembranças posteriores ao socorro efetuado, semidesligado de seus implementos físicos dispõe de recursos para governar os sentidos corpóreos de que o Espírito comunicante se utiliza. (Desobsessão, cap. 43.)

200. O médium é, portanto, com o auxílio dos instrutores espirituais, capaz de controlar devidamente as manifestações. (Desobsessão, cap. 43.)

201. Ninguém diga que isso é impossível. Desobsessão é obra de reequilíbrio, refazimento, nunca de agitação e teatralidade. (Desobsessão, cap. 43.)

202. Vale recordar, nesse sentido, que há médium de incorporação normal e médium de incorporação ainda obsidiado. (Desobsessão, cap. 43.)

203. Cabe-nos, então, lembrar que se o médium, dessa ou daquela espécie, se mostre obsidiado, necessita de socorro espiritual, através de esclarecimento, emparelhando-se com as entidades perturbadas carecentes de auxílio. (Desobsessão, cap. 43.)

204. Importa reconhecer que, em alguns casos determinados, o medianeiro da psicofonia não pode governar todos os impulsos destrambelhados da Inteligência desencarnada que se comunica na reunião, como nem sempre o enfermeiro logra impedir todas as extravagâncias da pessoa acamada. Contudo, mesmo nessas ocasiões especiais, o médium integrado em suas responsabilidades dispõe de recursos para cooperar no socorro espiritual em andamento, reduzindo as inconveniências ao mínimo. (Desobsessão, cap. 43.) (Continua na próxima semana.)



 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita