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Clássicos do Espiritismo
Ano 8 - N° 399 - 1° de Fevereiro de 2015
ANGÉLICA REIS
a_reis_imortal@yahoo.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 

 

Os mortos nos falam 

Padre François Brune 

(Parte 2) 

Damos continuidade ao estudo metódico e sequencial do livro Os mortos nos falam, de autoria do padre François Brune. Muito embora esta obra não seja, propriamente falando, um clássico espírita, trata-se de uma ótima contribuição que confirma um grande número de fenômenos relatados nos clássicos do Espiritismo que aqui estudamos.

O estudo basear-se-á na primeira edição em português desta obra, publicada pela Edicel em 1991.   

Questões preliminares 

A. Que inovação tecnológica surgiu com o aparelho “generator”, concebido pelo professor Hans Otto König?  

Conforme demonstrado em 1984, em programa apresentado pela Rádio Luxemburgo, com o uso do “generator” as vozes recebidas do Além eram muito mais claras e podiam ser ouvidas diretamente, através de alto-falante, enquanto eram gravadas. Estava, portanto, estabelecido um sistema que permitia verdadeiro diálogo com o Além, sem precisar retornar a fita. Cada um pôde então fazer perguntas e as respostas vinham, após curta espera, muito claras, como se a voz ressoasse diretamente na sala. O sucesso foi considerável. A audiência do programa foi estimada em dois milhões de ouvintes. (Os mortos nos falam, pp. 31 e 32.) 

B. É verdade que Konstantin Raudive, um dos pioneiros da gravação de vozes do Além, comunicou-se em Luxemburgo após a sua desencarnação?   

Sim. Em 1987, evocado pelos amigos de Luxemburgo, Raudive falou-lhes através dos aparelhos, valendo-se do francês, em homenagem ao padre Brune, ali presente. Sobre a morte, Raudive disse: “A infelicidade é que, hoje em dia, as pessoas têm medo da morte. Ora, a morte não é para ser temida, mas sim a enfermidade e o que precede a morte... A morte, caros amigos, resulta em uma eternidade radiosa, uma liberação que põe termo às vossas tragédias. A morte é uma outra vida”. (Obra citada, pp. 32 e 33.) 

C. Nas experiências citadas nesta obra há referências a fotografias e imagens do Além?  

Sim. Segundo François Brune, o que Jürgenson fez pela gravação de vozes, Klaus Schreiber conseguiu fazer pelas imagens, em Aix-la Chapelle, no início dos anos 80. Em Milão, em junho de 1986, perante 2.200 participantes, Hans Otto König apresentou uma série de diapositivos a partir dos trabalhos de Klaus Schreiber. Havia ali reproduções fotográficas de pessoas da família de Schreiber e de artistas conhecidos como Romy Schneider, Curd Jürgens, além de fotos de duas crianças cujas mães estavam presentes no recinto. Eram as primeiras imagens do Além que, conforme o método adotado por Ernest Senkowski, aparecem em uma tela de televisão e podem ser gravadas em vídeo por uma câmera. No livro, Brune descreve as imagens que viu, projetadas através desse método, e acrescenta diversos detalhes relacionados com essas experiências. (Obra citada, pp. 35 a 38.)

Texto para leitura 

14. A hostilidade das pessoas da Igreja para com tais pesquisas é fato que não se compreende, sobretudo porque em 1970 o Vaticano criou uma cátedra de parapsicologia e a equipe que fez naquele ano – durante o 3º Congresso Internacional da Imago Mundi – uma exposição sobre as vozes do Além foi oficialmente encorajada pelo Vaticano a prosseguir em suas pesquisas. (P. 28)

15. Brune lembra que o sistema de fitas magnéticas funciona bem, mas não é fácil e é, sobretudo, muito irregular. Às vezes a voz é bastante límpida, bem timbrada e a pronúncia clara. Frequentemente, porém, não passa de débeis murmúrios. As técnicas têm sido, contudo, pouco a pouco, melhoradas, e a senhora Schäfer chega a indicar dezenove métodos diferentes para captar as vozes dos Espíritos, sendo conveniente, às vezes, provocar certos barulhos no local onde se faz a gravação, barulhos esses que desaparecem, total ou parcialmente, no momento da reprodução. (P. 29)

16. Além das deficiências de gravação, padre Brune aponta uma outra razão para explicar a indiferença geral pelo assunto: o conteúdo das mensagens, que é muitas vezes decepcionante. (P. 29)

17. Em 1984 a Rádio Luxemburgo convidou o professor Hans Otto König a fazer, em público e ao vivo, uma demonstração do seu famoso aparelho “generator”, que trazia grande novidade para a época:  as vozes recebidas por ele eram muito mais claras na gravação e podiam ser ouvidas diretamente, através de alto-falante, enquanto eram gravadas. (P. 31)

18. Estava estabelecido um sistema que permitia verdadeiro diálogo com o Além, sem precisar retornar a fita. Cada um pôde então fazer perguntas e as respostas vinham, após curta espera, muito claras, como se a voz ressoasse diretamente na sala. O sonho de George Meek (que, por sinal, estava presente à demonstração) enfim se realizava. O sucesso foi considerável, sendo a audiência calculada em dois milhões de ouvintes. (PP. 31 e 32)

19. Um único senão havia na experiência de Luxemburgo: as respostas eram muito curtas e não permitiam uma longa explicação, mas, desde então, as pesquisas têm progredido muito, como Brune pôde constatar com seus amigos H.-F., na mesma cidade da experiência ora relatada. (P. 32)

20. A essa altura já havia desencarnado Konstantin Raudive, que, embora no Além, não abandonou seu trabalho e persiste, com paciência, a sua obra, acreditando que a comunicação com os mortos terminará por modificar os corações das criaturas humanas e, por conseguinte, o mundo inteiro. (P. 32)

21. Em 1987, evocado pelos amigos de Luxemburgo, Raudive falou através dos aparelhos, valendo-se do francês, em homenagem ao padre Brune, ali presente: “... um substrato imaterial, qualquer que seja o nome que lhe dê, princípio, alma, espírito, uma parcela da eternidade escapa da destruição... A infelicidade é que, hoje em dia, as pessoas têm medo da morte. Ora, a morte não é para ser temida, mas sim a enfermidade e o que precede a morte... A morte, caros amigos, resulta em uma eternidade radiosa, uma liberação que põe termo às vossas tragédias. A morte é uma outra vida”.  (P. 33)

22. François Brune diz que em Luxemburgo uma outra surpresa lhe estava reservada, pertinente a fotografias de defuntos. Nos Estados Unidos, quando de uma sessão de gravação de vozes, fotos foram tiradas aleatoriamente, sem que houvesse na sala qualquer pessoa. Feita a revelação, seis fotos continham imagens de defuntos. (P. 35)

23. O que Jürgenson fez pela gravação de vozes, Klaus Schreiber conseguiu fazer pelas imagens, em Aix-la Chapelle, no início dos anos 80. Em Milão, em junho de 1986, perante 2.200 participantes, Hans Otto König apresentou uma série de diapositivos a partir dos trabalhos de Klaus Schreiber. Havia ali reproduções fotográficas de pessoas da família de Schreiber e de artistas conhecidos como Romy Schneider, Curd Jürgens, além de fotos de duas crianças cujas mães estavam presentes no recinto. (P. 35)

24. Eram as primeiras imagens do Além que, conforme o método adotado por Ernest Senkowski, aparecem em uma tela de televisão e podem ser gravadas em vídeo por uma câmera. Brune descreve as imagens que ele viu, projetadas através desse método, e acrescenta diversos detalhes relacionados com essas experiências. (PP. 36 a 38)

25. Com a ajuda de uma dezena de cientistas de alto nível, vindos de várias partes do mundo, o padre Ernetti, titular de música arcaica na Universidade de Veneza, vem buscando captar, com um aparelho chamado de cronovisor, imagens e vozes de defuntos, quando se encontravam encarnados na Terra. Assim é que, pela metade dos anos 70, ter-se-ia captado o som, bem como as imagens de uma tragédia antiga, encenada em Roma em 169 a.C. O cronovisor recuperou o texto e seu acompanhamento musical. (PP. 38 e 39)

26. Padre Brune diz que em uma outra vez o aparelho transmitiu uma cena de mercado em Roma, mas o mesmo pode se dar com relação a episódios mais recentes. Certo dia, o padre Ernetti recebeu em seu aparelho os planos que acabavam de ser elaborados para um assalto. Ele preveniu a polícia e conseguiu obstruir a operação. (P. 39) (Continua na próxima semana.)




 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita