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Estudando a série André Luiz

Ano 8 - N° 398 - 25 de Janeiro de 2015

MARCELO BORELA DE OLIVEIRA
mbo_imortal@yahoo.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 

 

Desobsessão

André Luiz

(Parte 3)

Damos prosseguimento ao estudo sequencial do livro Desobsessão, obra de autoria de André Luiz, psicografada pelos médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier em 1964 e publicada pela Federação Espírita Brasileira.

Questões preliminares

A. Como encarar os contratempos e percalços que costumam ocorrer na hora em que a pessoa está saindo para a reunião mediúnica?

Devem ser encarados como ocorrências naturais que, no entanto, não devem impedir que o integrante da equipe mediúnica compareça à reunião. (Desobsessão, cap. 6.)

B. Como deve ele agir em tais situações?

Em face das ocorrências citadas, o colaborador do serviço de socorro aos desencarnados sofredores não pode hesitar. Cabe-lhe providenciar, de imediato, as soluções razoáveis para esses pequeninos problemas e seguir ao encontro das obrigações espirituais que o aguardam. (Desobsessão, cap. 7.)

C. Se no dia marcado para a reunião mediúnica houver alguma festa de natureza familiar, como a comemoração de um aniversário, esse fato será motivo justo para a pessoa ausentar-se da reunião mediúnica?

Não. Os componentes de um grupo dessa natureza devem ter em mente que mesmo as festas de natureza familiar, quais sejam as comemorações de aniversário ou os júbilos por determinados eventos domésticos, não devem ser categorizadas à conta de obstrução. (Desobsessão, cap. 7.)

Texto para leitura

31. Na hora de sair para a reunião é necessário vencer os percalços que o tempo é capaz de oferecer. Não raro, é a promessa de aguaceiro iminente ou a ventania forte, comparecendo por empecilhos habituais. Chuva ou frio... (Desobsessão, cap. 5.)

32. O integrante da equipe não se prenderá em casa por semelhantes obstáculos. Conservará, sempre à mão, o agasalho preciso e enfrentará quaisquer desafios naturais, consciente das obrigações que lhe competem. (Desobsessão, cap. 5.)

33. Na lista dos impedimentos naturais, um existe dos mais frequentes: a visita inesperada. (Desobsessão, cap. 6.)

34. Compreende-se o constrangimento dos companheiros já prestes a sair de casa para o serviço espiritual. Em alguns casos, é um parente necessitando de palavras amigas; de outros, um companheiro reclamando atenção. (Desobsessão, cap. 6.)

35. Isso não deve ser tomado à conta de óbice insuperável. O tarefeiro da desobsessão esclarecerá o assunto delicadamente, empregando franqueza e humildade, sem esconder o móvel da ausência a que se vê compelido. (Desobsessão, cap. 6.)

36. Ele cumprirá, assim, não apenas o dever que lhe assiste, como também despertará simpatia nos circunstantes, assegurando a si mesmo o necessário apoio vibratório. (Desobsessão, cap. 6.)

37. Na série de obstáculos que, em muitas ocasiões, parecem inteligentemente determinados a lhe entravarem o passo, repontam os mais imprevistos contratempos à frente do servidor da desobsessão. (Desobsessão, cap. 7.)

38. Às vezes é uma criança que cai, explodindo em choro; desaparece a chave de uma porta, um recado chega, de improviso, suscitando preocupações... (Desobsessão, cap. 7.)

39. Em outras é alguém que chama para solicitar um favor ou algum familiar que se queixa de dores súbitas... (Desobsessão, cap. 7.)

40. Ocorre também colapso do sistema de condução, surgem dificuldades de trânsito... (Desobsessão, cap. 7.)

41. Em face das ocorrências mencionadas, o colaborador do serviço de socorro aos desencarnados sofredores não pode hesitar. (Desobsessão, cap. 7.)

42. Cabe-lhe providenciar, de imediato, as soluções razoáveis para esses pequeninos problemas e seguir ao encontro das obrigações espirituais que o aguardam. (Desobsessão, cap. 7.)

43. É também de bom alvitre lembrar que mesmo as festas de natureza familiar, quais sejam as comemorações de aniversário ou os júbilos por determinados eventos domésticos, não devem ser categorizadas à conta de obstrução. (Desobsessão, cap. 7.)  (Continua na próxima semana.)




 


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