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Entrevista Espanhol Inglês    
Ano 7 - N° 348 - 2 de Fevereiro de 2014
ORSON PETER CARRARA
orsonpeter92@gmail.com
Matão, SP (Brasil)
 

 
Daniel Almella: 

“A vida é a manifestação de Deus em nós” 

O confrade paulista, radicado na pequena cidade de Uchoa-SP, fala sobre sua vivência nas lides espíritas

Espírita desde criança, natural e residente na pequena Uchoa, município do interior paulista com menos de dez mil habitantes, Daniel Almella (foto) é formado em Ciências Biológicas e atua como professor de Ensino Fundamental II. No meio espírita, é o atual presidente do Centro Espírita Apóstolo Matheus, situado na mesma cidade em

que reside. Para falar sobre sua experiência na atividade espírita, ele concedeu-nos a entrevista seguinte. 


Situe, por favor, a cidade de Uchoa no contexto demográfico, geográfico e cultural-social. 

Uchoa é uma pequena cidade situada na região noroeste do Estado de São Paulo, com uma população de um pouco mais de 9.000 habitantes. Sua aptidão é originalmente agrícola, com uma história semelhante aos dos municípios do interior. 

Quando surgiu a primeira Casa Espírita na cidade?  

Surgiu em 31 de março de 1932, com a fundação do Centro Espírita Apóstolo Matheus.  

Quem foram os fundadores e primeiros dirigentes do Centro? 

O Centro Espírita Apóstolo Matheus foi fundado por Raphael Fernandez, Pedro Mastrocola, Otacílio Pereira, João Lázaro Bonilha, Avelino Silveira, Agostinho Carnevalli, Jerônimo Secundino e Olívio Isaias. Seu primeiro presidente foi Raphael Fernandez, sucedido por Luiz Elzio Bolsoni, que  permaneceu à frente da Instituição por mais de 50 anos, até a data do seu desencarne, quando Carlos Alberto Vieira, meu antecessor, assumiu a presidência. 

Como é ter nascido espírita? 

Ter nascido espírita é uma oportunidade bendita concedida por Nosso Senhor Jesus, que, com sua compaixão, ao conhecer nossas necessidades de reparação para dissolver os equívocos do passado e preparar as bases de felicidade para o futuro, nos permitiu ser banhado pelas luzes espirituais dessa Doutrina que nos orienta acerca de nossas responsabilidades perante a Vida e a todas as Lei Divinas. 

Que benefícios considera terem sido os mais expressivos em sua vida pessoal? 

Entender que somos Espíritos imortais criados por um Deus de Justiça e de amor, que nos coloca no Orbe Terrestre, este educandário onde somos chamados a dar nossa lição, como assevera o Espírito André Luiz, para evoluirmos no trabalho da sabedoria e do amor, traz consolações para as dores do presente e nos enche de ânimo e coragem para trabalharmos pela nossa felicidade, que será decorrente da consciência tranquila e da paz de espírito. Nessa perspectiva, melhoramos nosso relacionamento com nós mesmos, com o próximo, a quem aprendemos a enxergar como irmão, e com a própria Divindade.  

Que visão de vida lhe dá o conhecimento espírita? 

A vida é a manifestação de Deus em nós. Portanto, aqui na Terra, ou em qualquer uma das moradas de nosso Pai, estaremos sendo chamados a progredir utilizando como metas o ajustamento às Leis do Criador – leis que foram sintetizadas e vivenciadas pelo Cristo na manifestação do Amor. Dessa forma enxergamos a vida com as lentes da fé, da esperança e da certeza de que estamos sempre amparados por Deus, por Jesus Cristo e pelos Benfeitores espirituais. 

Como você vê o momento atual da humanidade à vista do que já aprendeu com o Espiritismo? 

Temos aprendido com os benfeitores da humanidade que a Terra, morada de aproximadamente 22 bilhões de Espíritos entre encarnados e desencarnados ligados a ela, sob a direção Espiritual de Jesus Cristo, chega ao término de um ciclo de aprendizagem, anunciado profeticamente como "final dos tempos". Nessa fase de transição, a Terra ascenderá na hierarquia dos mundos, passando de planeta de provas e expiações para planeta de regeneração. É o tempo, como consta no livro A Gênese, em que uma geração nova surgirá, cumprindo o que nos disse Jesus quando proclamou que os bons herdarão a Terra, ou seja, ganharão o direito de reencarnar aqui para dar prosseguimento à sua evolução. Então vemos nesse período uma necessidade de reafirmarmos nossa fé, trabalharmos no bem sem perder a oportunidade de servir, e esperarmos um futuro cheio de luzes espirituais. 

Como você sente o público presente nas atividades da instituição?  

As pessoas procuram as atividades com necessidade de conforto espiritual. Querem aprender e se sentem atraídas pela maneira clara e objetiva com que a Doutrina Espírita explica os princípios da vida. Algumas chegam a relatar que é através do Espiritismo que vieram a compreender Jesus Cristo. 

Há algo marcante que gostaria de relatar aos leitores de sua experiência pessoal? 

Sou muito grato ao Espiritismo por tudo que vem proporcionando em nossa vida, à minha família a quem amo sem muitas vezes ter conseguido demonstrar da forma que deveria, à minha mãe, que tem sido um exemplo na prática da caridade, aos mestres, que tenho tido a oportunidade de ter aqui na instituição, e à paciência e apoio de todos os companheiros espíritas de Uchoa e Região. 

Suas palavras finais. 

Agradeço a oportunidade concedida pela revista O Consolador. Aproveito para parabenizar a toda a equipe pelo trabalho de divulgação da Doutrina Espírita. E pedir desculpas por alguma eventual falha característica da etapa de evolução em que me encontro e acrescentar que aqui na minha cidade, e na nossa instituição, existem pessoas com histórias mais significativas no que diz respeito à dedicação à doutrina e ao próximo.



 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita