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Internacional
Ano 7 - N° 335 - 27 de Outubro de 2013
PAULO SALERNO
pgfsalerno@gmail.com
Porto Alegre, RS (Brasil)
 





Divaldo Franco de volta
à Argentina
 
A convite da Confederación Espiritista Argentina (CEA)
o orador fez duas conferências em Buenos Aires
 

Divaldo Franco, o Semeador de Estrelas, recém-concluídas suas atividades no 7º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, viajou em seguida a Buenos Aires, capital da Argentina, onde proferiu exuberante conferência na sede da Confederación Espiritista Argentina – CEA, na Rua Sánchez Bustamante, 463 – Ciudad Autónoma de Buenos Aires, no dia 6 de outubro, às 18h. Psicología de La Gratitud foi o tema da conferência, uma promoção da CEA e da Institución Espírita Juana de Angelis.
 

Carmen Marisa da Rosa Patiño, Secretária-Geral da CEA, deu início à atividade com a leitura de uma mensagem ditada pelo Espírito Dr. Bezerra de Menezes e psicografada por Divaldo Franco, proferindo, na sequência, uma prece, passando a palavra para Gustavo Norberto Martínez, Presidente da CEA, que deu as boas-vindas aos presentes. A mesa diretiva foi formada por Divaldo Pereira Franco, o conferencista; Gustavo Martínez; Marta Gazzaniga, tradutora de vários livros espiritas; Simoni Privato, oradora e escritora espírita; e Milciades Lezcano, presidente da Federação Espirita Paraguaia.

Na oportunidade, as duas entidades promotoras realizaram o lançamento de dois livros traduzidos ao espanhol, ambos do Espírito Joanna de Ângelis, psicografados por Divaldo Pereira Franco. Psicología de la Gratitud, vertido ao Espanhol por Marta Gazzaniga, e Jesús y la Actualidad, vertido por Jazmin Lezcano e Iris Lezcano. Cerca de trezentas pessoas prestigiaram o evento, lotando completamente as dependências da CEA.

Com sua jovialidade e disposição superlativa para bem divulgar a Doutrina Espírita, Divaldo Franco, o Paulo de Tarso dos dias atuais, falou sobre o sentimento da gratidão, seu significado e efeitos na área espiritual. 

Os benefícios da gratidão e do perdão – Com esse objetivo narrou a comovedora história de Simon Wiesenthal, judeu e caçador de nazistas contida no livro autobiográfico intitulado Os Girassóis.

Propôs, dessa forma, o perdão como uma consequência da gratidão. Acrescentou, também, que quando a criatura humana perdoa torna-se sua beneficiária.

A gratidão é portadora de apreciáveis impulsos evolutivos, bem como enobrecedora do caráter

Divaldo Franco com Gustavo Martínez,
Marta Gazzaniga e Milcidades Lezcano

Divaldo com colaboradores da CEA e convidados

Divaldo com colaboradores da IE Juana de Ángelis

Divaldo e o público

Divaldo durante o momento de autógrafos

humano. Associando o tema com a narração de fatos que impactaram os presentes, Divaldo Franco soube muito bem despertar o sentimento de gratidão ao propor alguns minutos de silêncio para que cada um pudesse refletir sobre a vida que experimentam, e sobre o sentimento de perdão que cada um já alcançou.

Uma reflexão profunda leva a criatura humana a perdoar e ao autoperdão. Perdoar é um estado elevado do sentimento de gratidão. Na atualidade, disse, a ciência médica demonstra que as pessoas que perdoam enfermam menos. Citando Allan Kardec, informou que para se alcançar o perdão é necessário percorrer três estágios. Vencer um dá condições de passar ao próximo. No primeiro momento deve a criatura descobrir-se, conscientizar-se, arrependendo-se. No segundo é a oportunidade para a expiação, e por último a reparação, dando solidez ao sentimento do perdão.

Salientou o orador por excelência que cada um deve ser grato pela vida, pela água, pelo ar, pela evolução moral que já logrou alcançar.

Encaminhando-se para o encerramento, neste belo encontro de almas amigas, Divaldo propôs mais alguns minutos de reflexão íntima, ensejando oportuna conduta espiritual elevada.  

Uma história narrada por Khalil Gibran Na vida, sentenciou o nobre orador, todos possuem inimigos, porém, o importante é não ser inimigo de ninguém, pois na vida existem tantas coisas belas para apreciar e pelas quais se deve agradecer.

Divaldo concluiu sua conferência com um ambiente sensibilizado, proferindo o belo Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues.

Os aplausos, em profusão, foram gestos de gratidão que cada um expressou ao conferencista exuberante, à vida e a Deus. Depois ele se colocou à disposição para atender, uma vez mais, a todos aqueles que o buscavam para dialogar e solicitar-lhe autógrafos.

No dia seguinte, 7 de outubro, na Institución Espírita Juana de Ángelis, com sede na Rua Ruy Díaz de Guzmán 174, Departamento "2" del barrio de Barracas, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Divaldo Franco, o peregrino incansável de Jesus, realizou uma extraordinária atividade, narrando uma história contida em o livro O Profeta, de Gibran Khalil Gibran, de origem libanesa, foi ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor, cujos escritos, eivados de profunda e simples beleza e espiritualidade, alcançaram a admiração do público de todo o mundo.

Gustavo Martínez, Presidente da Instituição, fez a leitura de uma página de O Evangelho segundo o Espiritismo, e Milciades Lezcano, Presidente da Federação Espírita Paraguaia, proferiu a prece inicial. Divaldo Franco, com sua verve característica, soube cativar a atenção, despertando sentimentos elevados ao narrar, com sentida emoção, a história que leva o título de A voz da Sepultura.

Khalil Gibran, de retorno ao Líbano, foi saber como a justiça estava sendo praticada pelo Emir. Surpreendeu-se negativamente, pois o que viu, durante o julgamento de três acusados, foram decisões arbitrárias e prepotentes. 

Quem ama não adoece – Depois das sentenças, as execuções, sempre impiedosas, horrorizaram-no. Assim, profundamente amargurado com a injusta justiça de sua Pátria, Khalil Gibran foi até o local onde deveriam ser depositados os corpos dos sentenciados. Narra a história que se encontrou com pessoas que privavam com os supliciados, ficando sabendo da verdadeira história vivida pelos acusados de crimes não cometidos conforme foram apresentados no tribunal.

O homem acercou-se de conhecimento científico e tecnológico de grande magnitude, porém, não conseguiu, ainda, a elevação moral que o libertará das amarras da perversidade, da prepotência, da impiedade, da injustiça de toda ordem. As ações que o Papa Francisco está tomando significa que Jesus não abandonou os homens da Terra, pois que são de grande significação para os católicos, disse o Arauto do Evangelho. E os espíritas, o que têm feito? – indagou.

O Semeador de Estrelas, sempre atento em esclarecer e consolar, acolhendo amorosamente a cada um, salientou que alguns psiquiatras estão recomendando, como terapia a leitura das parábolas de Jesus, uma a uma, com o objetivo de ajudar a combater a depressão. “Quem ama, disse, não adoece”, porém, aqueles que não amam adoecem mais e por mais tempo. É necessário o homem autoiluminar-se, que seja bom em todos os sentidos e nas funções que desempenham.

Concluído o belíssimo trabalho que emocionou e a todos cativou, recebeu entusiasmada salva de palmas. Divaldo ainda permaneceu por largo tempo atendendo aos que o procuraram para um cumprimento, uma troca rápida de palavras, e até mesmo, para os autógrafos, numa troca afetiva exuberante.
 

Nota: 

As fotos que ilustram a presente reportagem são do seu próprio autor.
 




 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita