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Ano 7 - N° 334 - 20 de Outubro de 2013

JOÃO FERNANDES DA SILVA JÚNIOR
joaofdasilvajunior@hotmail.com
Biguaçu, S
C (Brasil)

 
 

João Fernandes da Silva Júnior


A Teoria dos Antigos Astronautas

 

Teremos sido visitados no passado por seres
provenientes de outros orbes? Se isso
ocorreu, qual terá sido o objetivo?

 
As questões aqui expostas são bastante importantes pela razão de os espíritas não possuírem acesso a elas, de uma maneira geral, justamente por elas parecerem fora do contexto doutrinário, entretanto, na medida em que você leitor for lendo poderá perceber  quanto a Teoria dos Antigos Astronautas tem a ver com a Doutrina Espírita. E não podemos esquecer-nos de um fato muito importante assinalado pelo Codificador (O Livro dos Espíritos, Prolegômenos):

“Entre os Espíritos que concorreram para a realização desta obra, vários viveram em diversas épocas sobre a Terra, onde pregaram e praticaram a virtude e a sabedoria. Outros não pertencem, pelo nome, a nenhum personagem do qual a História tenha guardado a lembrança, mas sua elevação é atestada pela pureza de sua doutrina e sua união com aqueles que trazem um nome venerado”. (O grifo é nosso.)

Entre alguns dos nomes registrados pela História encontramos São Luís, Platão etc., que se encontravam naqueles tempos já reencarnados em outros mundos. São Luís, pelas informações mediúnicas fornecidas por ele mesmo, era habitante de Júpiter e viera à Terra em missão. Bach era morador de Europa (um dos muitos satélites do planeta Júpiter). Platão era habitante de Urano, etc.

Durante a produção da Codificação Espírita eles deixavam o corpo físico repousando em seus mundos e vinham em espírito prestar os esclarecimentos necessários para a composição daquele importante cabedal de conhecimentos. Só este fato já serve para criar um ponto de conexão entre os seres inteligentes que vivem em outros mundos e o despertamento da consciência humana para questões mais elevadas. Tal qual foi realizado também no passado remoto. Pois a base de todas as religiões antigas é a mesma do Espiritismo, com o diferencial de este possuir a explicação racional para o que antes era simplesmente considerado como acontecimentos fantásticos. 

Espíritos encarnados em outros planetas tiveram parte até mesmo na Codificação Espírita 

Fizemos aqui uma vinculação de informações de modo a criar um elo entre acontecimentos do passado e do presente dentro do contexto espírita. Não podemos nos esquecer de que a vida fora da Terra é um conceito amplamente divulgado pelas obras espíritas e espiritualistas. A chegada dos capelinos à Terra já serve como um bom exemplo da existência de vida inteligente fora do “nosso” mundo.

Espíritos encarnados em outros planetas tiveram parte até mesmo na Codificação Espírita, trazendo novas luzes para expandir o conhecimento humano sobre Deus, o Universo e nós mesmos. Afinal de contas, eles foram missionários enviados para nos esclarecer acerca de tudo aquilo que ignorávamos.

Buscamos proporcionar uma visão sob a ótica espírita de eventos remotos que até hoje permanecem espantando os pesquisadores, e isso somente acontece por falta do entendimento mais dilatado proporcionado pelo Espiritismo.

A vida é um fenômeno universal e, infelizmente, as potências mundiais que já possuem conhecimento sobre isso escondem descaradamente da população essa importante notícia.

Não estamos falando aqui de conspirações mirabolantes nem de tramas interplanetárias entre seres humanos e seres de outros mundos; abordamos fatos reais e documentados.

Não queremos lançar lenha na fogueira da ignorância, mas auxiliar a acender a luz sobre eventos que são pouco divulgados e mantidos sob sigilo quase que absoluto pelos governos e militares de quase todas as nações da Terra.

Iremos esmiuçar logo no primeiro capítulo o principal motivo da dificuldade dos pesquisadores em geral em aceitarem a real existência de vida fora deste planeta. E convidamos você para esse “passeio”. Uma simples mudança de visão pode auxiliar muito a se encontrar respostas para o que antes era um enigma insolúvel. Já somos desenvolvidos o suficiente para compreender o que no passado foi mantido sob estrito sigilo pelos motivos de sempre: população mantida na ignorância é governada com maior facilidade... 

Nosso mundo não ocupa uma posição destacada no Cosmos, nem no próprio sistema solar  

A Arqueologia tradicional não possui as respostas para as construções ciclópicas e demais obras megalíticas construídas com rochas pesando milhares de toneladas (e sem nenhuma tecnologia existente naquela época para realizar tal tipo de façanha).

E, por causa disso, essas questões ficam sem uma explicação convincente, dando margem para as mais variadas suposições e teorias absurdas que nada realmente conseguem explicar, e parecem propositalmente criadas para confundir.

A Teoria dos Antigos Astronautas possibilita respostas para essas dúvidas, mas, simultaneamente, abre um número quase infindável de novas perguntas. De uma coisa, porém, não temos dúvidas: se atualmente já é possível antever algumas das próximas conquistas que serão realizadas na Terra do futuro, nosso passado apresenta também uma grande quantidade de riquezas que podem abrir “outras portas” para a nossa compreensão.

Este mundo não foi habitado no pretérito somente por seres ignorantes que comiam feito animais e cheiravam tão mal quanto estes. Seres dessa estirpe não conseguiriam produzir as colossais construções que são irrealizáveis atualmente. Sem engenheiros, sem técnica, sem conhecimento, sem maquinário etc., eles teriam feito sozinhos tudo o que já foi encontrado espalhado pelo planeta? Certamente que não.

A falta de respostas adequadas para a quantidade de realizações efetuadas no pretérito faz com que divaguemos, buscando talvez nas estrelas e em mundos distantes – pelo pensamento – as respostas que possam sanar definitivamente os nossos questionamentos.

É inadmissível que continuemos nos comportando como se fôssemos o “máximo” da Criação em termos de cultura e de desenvolvimento tecnológico.

Nem nosso mundo ocupa uma posição destacada no Cosmos, nem no nosso próprio sistema solar.  

Por que as lendas dos povos antigos são tão semelhantes quanto a certos eventos? 

A mesma “causa” que deu origem à vida inteligente aqui na Terra pode ter gerado esse mesmo efeito em uma multiplicidade incontável de planetas espalhados pela imensidão cósmica. É até mais coerente ter acontecido assim do que continuarmos pensando que somos uma exceção e que nos encontramos abandonados no infinito do espaço sideral... Aliás, em verdade, não podemos nem imaginar que nós somos únicos nesse Universo em razão de tudo o que se encontra abordado aqui. O mais provável é que sejamos “resultado” e não “causa”...

Se estivermos sozinhos no Cosmos, devemos acreditar então que uma gravíssima epidemia se alastrou na Pré-História e contaminou todos os pintores daqueles tempos, fazendo com que eles retratassem figuras bastante semelhantes (representando imagens dignas de qualquer adepto de contos de ficção científica). E outra epidemia, possivelmente associada a um alto grau de insanidade, fez com que aqueles homens transportassem – não imaginamos como – descomunais blocos de rochas que pesavam milhares de quilos para simplesmente realizarem uma “construção bonita” para ficarem debaixo dela olhando para o céu, observando as estrelas sem vida...

Por que as lendas dos povos antigos – muitos deles desconhecendo completamente a existência de outros povos – são tão semelhantes quanto a certos eventos: dilúvio, a criação de um primeiro casal, “deuses” caminhando pela Terra e ensinando uma série de coisas para os homens incultos?

Qual a razão da obsessão dos povos orientais antigos em retratarem cenas de batalhas aéreas, armas que explodiam cidades inteiras, etc.? Não existiam naquela época remota nem aparelhos de TV, nem filmes de ficção e muito menos Hollywood...  

Como explicar a existência de monumentos que desafiam os milênios? 

Como as culturas antigas conseguiram erigir monumentos que ultrapassaram os milênios? Qual foi a tecnologia empregada? O planeta Terra atravessou tantas calamidades desde aqueles períodos e as construções se mantiveram intactas, enquanto vulcões faziam tudo estremecer, terremotos arrasavam tudo, maremotos destroçavam povoamentos nas margens dos oceanos, etc., e atualmente os mais modernos prédios racham quando acontece um tremor de terra...

Hodiernamente, o mundo da Arqueologia se encontra repleto da mais sofisticada tecnologia possibilitando assim avanços consideráveis. E tais inovações serviram para que – entre outras coisas – os arqueólogos descobrissem, usando satélites e mapas em 3D, diversas pirâmides soterradas.

Com isso a tecnologia proporciona a realização de descobertas e pesquisas sem a necessidade de escavação inicial. Locais antes inacessíveis agora são primeiramente mapeados, para um posterior trabalho de escavação. E, para citarmos somente um exemplo das possibilidades proporcionadas pelo uso de satélites, a egiptóloga Dra. Sarah Parcak usou imagens e conseguiu observar cerca de dez metros abaixo do solo desértico do Egito, encontrando dezessete pirâmides até então desconhecidas e aproximadamente mil túmulos. É a Ciência proporcionando maior otimização do tempo e das pesquisas, tendo em contrapartida menos trabalho material. Agora os arqueólogos sabem exatamente onde eles devem cavar para encontrar alguma coisa. E as descobertas vão-se acumulando...

Fomos visitados por seres provenientes de outros orbes que desconhecemos? Eles vieram aqui para cumprir algum papel importante? Foram missionários que trouxeram importantes conquistas para retirar os antigos autóctones da barbárie? É bem possível!

 
 


 
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