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Crônicas e Artigos

Ano 7 - N° 317 - 23 de Junho de 2013

RAUL FRANZOLIN NETO
rfranzol@usp.br
Pirassununga, SP (Brasil)

 

A polêmica em torno de Chico Xavier ser Kardec em nova reencarnação

 
Se eu lhe der uma laranja pera, você experimenta o seu suco que lhe agrada o paladar e lhe mostrarei uma árvore sem frutos. Você então acredita que aquela laranja venha daquela árvore?

Depois lhe dou uma laranja lima. Você sente o gosto doce da fruta e deseja que aquela árvore seja também produtora de laranja lima. Porém, desejar não lhe permite simplesmente fazer que a mesma laranjeira produza os dois tipos de laranjas. Cada árvore produzirá seu tipo específico de fruta.

Allan Kardec desencarnou em 31 de março de 1869 e Chico Xavier reencarnou em 10 de abril de 1910. Assim, apenas 41 anos é um tempo extremamente pequeno para ocorrerem mudanças fundamentais na personalidade definida do Espírito. Ou seja, numa possível reencarnação de Kardec, praticamente iríamos perceber as suas características descritas por alguns amigos seus quando esteve na França.

Allan Kardec basicamente foi um educador, cientista, ligado a atividades acadêmicas e vivência do espírito inquietante na procura da verdade, inovação e evolução. Apresentou um espírito em busca do avanço social pelo trabalho, educação e melhoria da humanidade. Seu espírito de indagação da vida e busca de respostas a questões irracionais, com deficiência de explicação lógica e a necessidade de avanços sociais e espirituais, o torna uma pessoa centrada nos problemas do homem junto à relevância da ciência.

Chico Xavier é o homem do amor personificado, da bondade e devoção à prática da caridade. Reflete um Espírito extremamente superior à humanidade como um todo. Encontra-se junto à pequena classe dos selecionados para a missão do amor, da humildade, da caridade e da paz. Chico é ligado diretamente com a prática da religiosidade do ensino de Cristo “... amai uns aos outros como eu vos amei”. Também de grande intelectualidade deixa exemplo de vida do amor ao próximo, com ensinamentos e doação, sobretudo aos mais necessitados. Os dois grandes personagens do Espiritismo seguem as suas jornadas de vida pelo mesmo caminho (fundo), mas de formas diferentes.

No momento, minha razão não vê conexão direta dos dois como um mesmo Espírito. Ademais não vejo nenhum demérito em não sê-lo. Pelo contrário, mostra a grande e imensa diversidade espiritual e missionária à disposição para ajudar a evolução do nosso planeta.

Com todo respeito aos que têm visão contrária à minha, aguardo novas informações que possam definir novos passos sobre a vida do Espírito e a natureza das reencarnações na Terra. E continuo seguindo o enunciado: “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade” (Allan Kardec).


 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita