WEB

BUSCA NO SITE

Edição Atual Edições Anteriores Adicione aos Favoritos Defina como página inicial

Indique para um amigo


O Evangelho com
busca aleatória

Capa desta edição
Biblioteca Virtual
 
Biografias
 
Filmes
Livros Espíritas em Português Libros Espíritas en Español  Spiritist Books in English    
Mensagens na voz
de Chico Xavier
Programação da
TV Espírita on-line
Rádio Espírita
On-line
Jornal
O Imortal
Estudos
Espíritas
Vocabulário
Espírita
Efemérides
do Espiritismo
Esperanto
sem mestre
Divaldo Franco
Site oficial
Raul Teixeira
Site oficial
Conselho
Espírita
Internacional
Federação
Espírita
Brasileira
Federação
Espírita
do Paraná
Associação de
Magistrados
Espíritas
Associação
Médico-Espírita
do Brasil
Associação de
Psicólogos
Espíritas
Cruzada dos
Militares
Espíritas
Outros
Links de sites
Espíritas
Esclareça
suas dúvidas
Quem somos
Fale Conosco

Elucidações de Emmanuel

Ano 7 - N° 309 - 28 de Abril de 2013

 
 

 

Pedidos


Não peças aos amigos espirituais que te rasguem um veio de ouro. A fortuna imerecida pode sepultar-te o coração na cova da preguiça.

Não peças aos benfeitores da Vida Maior que sejas conduzido ao leme do poder. A autoridade inoportuna pode encurralar-te no fogo da violência.

Não peças aos instrutores de outras esferas que te ofertem segredos da perfeição corpórea. A beleza efêmera pode situar-te no vício.

Não peças aos mensageiros divinos o privilégio da posse. A posse mal conduzida atrai os milhafres (1) da usura.

Não peças aos companheiros desencarnados os enfeites da fama. A fama, sem alicerces respeitáveis, atrai as víboras da calúnia.

Não peças aos emissários do Senhor os regalos do conforto excessivo. A escravidão do conforto excessivo atrai os gafanhotos da inveja.

Pede a todos eles que te amparem o próprio aperfeiçoamento, porque, aprimorando a ti mesmo, perceberás que a existência na Terra é estágio na escola da evolução, em que o trabalho constante nos ensina a servir para merecer e a raciocinar para discernir.



(1)
Milhafre: ave de rapina europeia, falconídea.


Do cap. 52 do livro Seara dos Médiuns, de Emmanuel, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 


 

Voltar à página anterior


O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita