Brasil –
liberdade e
cristianismo –
para onde ir?
Com a palavra, o
povo cristão!
Septuagenário
que sou, sempre
me mantive
ideologicamente
apartidário por
convicção. Não
obstante, ao
acompanhar os
acontecimentos
nacionais e
internacionais,
percebo que o
medo de
expressar
opiniões cristãs
— especialmente
políticas e
ideológicas — é
uma realidade em
muitas partes do
mundo,
especialmente em
países de regime
totalitário ou
unipartidário,
onde a liberdade
individual é um
conto de fadas.
A história
recente
demonstra que,
quando grupos
políticos se
perpetuam no
poder,
frequentemente
recorrem à
violência, à
censura e à
desordem
institucional,
corroendo o
Estado
Democrático de
Direito.
Recordo que no
Brasil, mesmo em
um período de
fortes tensões
políticas,
destaca-se o
episódio
histórico de
1971, quando
Chico Xavier
participou com
absoluta
liberdade do
programa
Pinga-Fogo,
manifestando-se
com equilíbrio,
patriotismo e
respeito à ordem
social.
Na ocasião,
Chico ressaltou
a importância da
oração como
expressão
legítima da
liberdade
espiritual e do
espírito
democrático do
Cristianismo,
enfatizando que
a ordem social é
um bem precioso,
muitas vezes
apenas
valorizado
quando perdido.
Alertou também
para os riscos
das ideologias
totalitárias que
promovem a
desagregação
moral e social,
defendendo a
preservação da
liberdade
responsável,
aquela que não
fere o bem
coletivo.
Como espíritas,
não nos cabe
rotular-nos como
conservadores ou
progressistas,
mas como
cristãos
conscientes. A
liberdade humana
é concessão
divina e exige
vigilância,
responsabilidade
e ação no bem. A
omissão jamais
foi boa
conselheira na
defesa da ordem
e da paz social.
Sem alarmismos,
mas com lucidez,
é dever do
cidadão — aliado
à oração e ao
compromisso
moral —
participar da
vida pública por
meios legítimos
e pacíficos,
cooperando para
que o Brasil e o
mundo avancem
rumo a uma
sociedade mais
justa, menos
polarizada e
verdadeiramente
fundamentada nos
princípios da
liberdade,
igualdade e
fraternidade.
Mas debaixo da
alquebrada
cantilena de
“socorrer os
pobres”
(escravizá-los)
alicerçam-se as
bases para a
perpetuação do
ambicionado
poder absoluto,
como já ocorre
nalguns países
(vide ao final
deste artigo).
Oremos,
imploremos
muito, para que
os meus
argumentos aqui
expressos sejam
meras ilusões e
que
PRESENTEMENTE
tudo esteja em
perfeita ordem
no Brasil.
Porém,
infelizmente, a
perseguição aos
cristãos na
China pelo
partidão chinês
intensificou-se
drasticamente em
2025,
expandindo-se
das igrejas
domésticas não
registradas para
incluir até
mesmo
congregações
oficiais e
reconhecidas
pelo Estado.
O governo
chinês, liderado
pelo partidão
“Partido
Comunista
(PCC)”, vê a fé
como uma ameaça
ao seu controle
totalitário e à
ideologia
ateísta.
As autoridades
exigiram que
dezenas de
milhares de
templos
instalassem
câmeras de
vigilância
monitoradas pela
polícia, muitas
vezes apontadas
diretamente para
púlpitos e
altares. O uso
de tecnologia de
ponta, como
reconhecimento
facial e
monitoramento
online, é comum.
(Pasmem!!!!)
Novas normas
proíbem líderes
religiosos de
disseminar
informações
religiosas
online, realizar
transmissões ao
vivo ou usar
redes sociais
para atividades
religiosas,
restringindo as
reuniões a
plataformas
controladas pelo
governo.
Em face disso,
dezenas de
pastores e
líderes
religiosos foram
presos ou
desapareceram em
novas ondas de
repressão.
Sabe-se que mais
de 10.000
templos foram
fechados nos
últimos anos, e
as autoridades
frequentemente
ordenam a
remoção de
símbolos
religiosos não
alinhados à
ideologia
comunista
(ateísta).
Jovens menores
de 18 anos estão
proibidos de
frequentar
igrejas ou
receber
instrução
religiosa.
Atualmente, as
igrejas oficiais
que operavam
dentro da lei
estão sendo
alvo, com
líderes
condenados à
prisão por
resistirem às
ordens do
governo.
A China está na
Lista Mundial da
Perseguição 2025
da Missão Portas
Abertas de
países mais
perigosos para
ser cristão.
Organizações de
direitos humanos
internacionais,
como a Anistia
Internacional e
a ChinaAid, têm
denunciado essas
ações e apelado
pela libertação
dos líderes
religiosos e
pelo respeito à
liberdade de
crença.
Além da China,
uma série de
países,
especialmente na
África, no
Oriente Médio e
na Ásia,
apresenta níveis
extremos ou
muito elevados
de perseguição
aos cristãos. A
Open Doors
International,
uma organização
que monitora a
perseguição
religiosa
globalmente,
publica uma
lista anual
(World Watch
List) que
classifica essas
nações.
Entre os países
com maior
perseguição a
cristãos está a
Coreia do
Norte, considerada
o país mais
perigoso para os
cristãos, onde a
devoção a
qualquer
entidade que não
seja a família
do líder supremo
é vista como uma
ameaça à
liderança do
país, podendo
levar à execução
ou a campos de
trabalho
forçado.
Será que o
Brasil algum dia
constará nessa
lista daqui a
algum tempo?
Com a palavra “o
povo cristão”!