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O Espiritismo responde
Ano 11 - N° 515 - 7 de Maio de 2017
ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO
aoofilho@oconsolador.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 
BLOG
ESPIRITISMO SÉCULO XXI
 


 
Um amigo leitor, reportando-se ao Dia do Expedicionário que se comemora no dia 5 de maio de cada ano, em homenagem aos militares que compuseram a Força Expedicionária Brasileira (FEB) e, desse modo, lutaram na campanha na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, pede-nos que esclareça o que o Espiritismo nos fala sobre a guerra e sobre os soldados que perecem durante os combates.

Ambos os assuntos foram lembrados por Allan Kardec e, por isso, examinados objetivamente pelos instrutores espirituais que participaram da obra de codificação da doutrina espírita.

Acerca da guerra e suas motivações, eis o que os instrutores disseram: 

742. Que é o que impele o homem à guerra?

“Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e transbordamento das paixões. No estado de barbaria, os povos um só direito conhecem – o do mais forte. Por isso é que, para tais povos, o de guerra é um estado normal. À medida que o homem progride, menos frequente se torna a guerra, porque ele lhe evita as causas, fazendo-a com humanidade, quando a sente necessária.”

743. Da face da Terra, algum dia, a guerra desaparecerá?

“Sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus. Nessa época, todos os povos serão irmãos.” 

A dedução que podemos tirar de semelhantes respostas é que a guerra, tão presente na história da Humanidade terrena, é um processo decorrente claramente do estado de inferioridade que caracteriza nosso planeta. Com a evolução moral dos que aqui reencarnam, evidentemente a guerra desaparecerá e será tão somente um registro nos rodapés dos livros de história, o que nos faz lembrar uma conhecida advertência feita por Jesus registrada pelo evangelista: "Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a Terra!" (Mateus, 5:5.)

Sobre o que acontece com os soldados que perecem em batalha, os instrutores espirituais  forneceram-nos informações muito interessantes, que vale a pena meditar para podermos ter a dimensão real da tolice que é uma guerra: 

546. No tumulto dos combates, que se passa com os Espíritos dos que sucumbem? Continuam, após a morte, a interessar-se pela batalha?

“Alguns continuam a interessar-se, outros se afastam.” Nota de AK: “Dá-se, nos combates, o que ocorre em todos os casos de morte violenta: no primeiro momento, o Espírito fica surpreendido e como que atordoado. Julga não estar morto. Parece-lhe que ainda toma parte na ação. Só pouco a pouco a realidade lhe surge”.

547. Após a morte, os Espíritos que como vivos se guerreavam continuam a considerar-se inimigos e se conservam encarniçados uns contra os outros?

“Nessas ocasiões, o Espírito nunca está calmo. Pode acontecer que nos primeiros instantes depois da morte ainda odeie o seu inimigo e mesmo o persiga. Quando, porém, se lhe restabelece a serenidade nas ideias, vê que nenhum fundamento há mais para sua animosidade. Contudo, não é impossível que dela guarde vestígios mais ou menos fortes, conforme o seu caráter.”

a) Continua a ouvir o rumor da batalha?

“Perfeitamente.”

548. O Espírito que, como espectador, assiste calmamente a um combate observa o ato de separar-se a alma do corpo? Como é que esse fenômeno se lhe apresenta à observação?

“Raras são as mortes verdadeiramente instantâneas. Na maioria dos casos, o Espírito, cujo corpo acaba de ser mortalmente ferido, não tem consciência imediata desse fato. Somente quando ele começa a reconhecer a nova condição em que se acha, é que os assistentes podem distingui-lo, a mover-se ao lado do cadáver. Parece isso tão natural, que nenhum efeito desagradável lhe causa a vista do corpo morto. Toda a vida tendo sido transportada para o Espírito, somente ele chama a atenção e é com ele que o espectador conversa ou a quem dá ordens.” 

As questões citadas fazem parte d´O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, o qual é, como sabemos, o mais importante livro da literatura espírita.

Esperamos que as informações acima satisfaçam às dúvidas do nosso amigo leitor.

 


 
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