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Elucidações de Emmanuel

Ano 11 - N° 515 - 7 de Maio de 2017



 

Bem-aventurados os
pobres de espírito


Quando Jesus reservou bem-aventuranças aos pobres de espírito, não menosprezava a inteligência, nem categorizava o estudo e a habilidade por resíduos inúteis.

O Senhor, aliás, vinha enriquecer a Terra com Espírito e Vida.

O Divino Mestre, ante a dominação da iniquidade no mundo, honrava acima de tudo a humildade, a disciplina e a tolerância.

Louvando os corações sinceros e simples, exaltava Ele:

- os que se empobrecem de ignorância;

- os que arrojam para longe de si mesmos o manto enganoso da vaidade;

- os que olvidam o orgulho cristalizado;

- os que se afastam de caprichos tirânicos;

- os que se ocultam para que os outros recebam a coroa do estímulo no imediatismo da luta material;

- os que renunciam à felicidade própria, a fim de que a verdadeira alegria reine entre as criaturas;

- os que se sacrificam no altar da bondade, cultivando o silêncio e o carinho, a generosidade e a elevação nos domínios da gentileza fraterna, para que o entendimento e a harmonia dirijam as relações comuns no santuário doméstico ou na vida social e que se apagam, a fim de que a glória de Jesus e de seus Mensageiros fulgure para os homens.

Aquele, assim, que souber fazer-se pequenino, embora seja grande pelo conhecimento e pela virtude, convertendo-se em instrumento vivo da Vontade do Senhor, em todos os instantes da jornada redentora, guardando-se pobre de preguiça e egoísmo, de astúcia e maldade, será realmente o detentor das Bem-Aventuranças Divinas na Terra e no Reino Celestial, desde agora.

 

Do livro Vida e Caminho, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 

 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita