WEB

BUSCA NO SITE

Edição Atual Edições Anteriores Adicione aos Favoritos Defina como página inicial

Indique para um amigo


O Evangelho com
busca aleatória

Capa desta edição
Biblioteca Virtual
 
Biografias
 
Filmes
Livros Espíritas em Português Libros Espíritas en Español  Spiritist Books in English    
Mensagens na voz
de Chico Xavier
Programação da
TV Espírita on-line
Rádio Espírita
On-line
Jornal
O Imortal
Estudos
Espíritas
Vocabulário
Espírita
Efemérides
do Espiritismo
Esperanto
sem mestre
Links de sites
Espíritas
Esclareça
suas dúvidas
Quem somos
Fale Conosco

Crônicas e Artigos

Ano 10 - N° 508 - 19 de Março de 2017

ALTAMIRANDO CARNEIRO
alta_carneiro@uol.com.br
São Paulo, SP (Brasil)

 


Deus espera a
nossa renovação


Embora muitos judeus, em seu íntimo, acreditassem em Jesus, preferiam calar-se, pois prezavam mais as aparências sociais do que a aprovação de Deus. Felizmente para nós, muitos acreditaram no Mestre até o sacrifício de suas vidas, contribuindo, assim, para que o Cristianismo fosse perpetuado na Terra.

Passaram-se os anos, dores imensas foram vividas e muitas lutas foram vencidas, até chegarmos aos dias de hoje, na condição de, senão verdadeiramente cristãos, mas de candidatos a um aprendizado mais profundo das coisas de Deus.

Se não corremos mais os riscos dos primeiros cristãos, vivemos um momento em que as exigências da vida material são muito fortes. Os apelos da vida moderna são tantos e tão diversificados, que ainda hoje nos obrigamos a pagar forte tributo às aparências. Não dizemos com isso que não devamos cuidar de nós, ou devamos desprezar os bens materiais que Deus nos faz chegar. Todavia, os ensinamentos do Mestre são tão válidos, hoje, quanto antes.

Somos obrigados às lutas do quotidiano, todavia, o Mestre veio à Terra para nos dizer que estamos aqui não apenas para aprendermos a viver neste mundo, mas para nos prepararmos melhor para a outra vida, quando iremos viver a vida verdadeira; que devemos dar a César o que é de César, mas não devemos esquecer de dar a Deus o que lhe pertence. Mas afinal, sendo ele o autor de tudo, o que é que lhe devemos dar, se tudo lhe pertence? Ele espera apenas o esforço sincero de nossa renovação, através da aceitação de seus ensinamentos, trazidos pelo Divino Amigo.

Se nos aprimorarmos quanto às nossas aparências junto aos homens, a quem podemos enganar com facilidade, porque não usamos do mesmo esforço quanto à nossa aparência junto a Deus, a quem jamais enganaremos?

Pequenos esforços podem fazer-nos dar passos gigantes. Basta sinceramente nos interessarmos um pouco mais pelos outros. Eliminemos a agressividade e a irritação, os desejos de vingança, a incompreensão, a indiferença e todos os demais aspectos negativos de nossa personalidade, que nos aproximem de nossa irracionalidade, para que os demais nos sintam como amigo de todas as horas.

O que Deus quer é que ofereçamos uns aos outros atos positivos e equilibrados, mesmo que não acarretem a aprovação dos homens. Não tenhamos dúvida de que Ele sempre os aprovará.
 


 


Voltar à página anterior


O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita