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Crônicas e Artigos

Ano 10 - N° 498 - 8 de Janeiro de 2017

VLADIMIR POLÍZIO
polizio@terra.com.br
Jundiaí, SP (Brasil)

 

 

Os matizes do verde
 

Pela experiência que a vida nos oferece, o verde é a cor que mais variedades se nos apresenta aos olhos. Basta notar exuberante mata em posição que faculte ampla visualização e teremos ali um extenso e belo tapete verde, mas de nuanças das mais diferentes tonalidades, sem que deixe, por isso, de pertencer à cor verde, a cor da confiança, a cor da esperança.

Com essa observação facilmente visível e altamente significativa, fácil será compreender nossos irmãos do caminho quando atribuem medidas e pesos diferentes para idênticos problemas.

Essas situações de comportamento, como temos constatado ao longo do tempo e com frequência acentuada, acabam gerando surpresas, constrangimentos e indignação no meio em que elas acontecem e com as pessoas que são envolvidas, de alguma forma motivado pelo contato com esses variáveis episódios.

Tomemos desse universo de novidade, um desses problemas diretamente relacionados com o sentimento, mais particularmente ao da dor, representado aqui pela perda de um integrante da família. Quando falamos em perda, temos que levar em conta o sentido lógico de perder, de privar-se de algo. A morte, evidentemente, nos priva do convívio físico.

As ponderações expostas remetem os pensamento a uma certa família cujos pais recusaram-se em dar prosseguimento aos atos que levariam à identificação do falecido motivada por acidente de trânsito, bem como aos procedimentos seguintes, até à inumação do jovem que teve sua vida ceifada na primavera da existência. São posturas rígidas e distantes dos mais elementares princípios do que entendemos como conceitos de fraternidade, para não dizermos de caridade, cujo mérito está mais ainda elevado, uma vez que antes de ser caridoso é necessário ser fraterno.

Considerando como exemplo o que acabamos de expor sobre os matizes do verde, esses pensamentos contrários à linha normal de raciocínio representam que no coração de cada um existem conceitos adormecidos que divergem em todos os níveis, colocando essas pessoas em posição de estimável, em maior ou menor grau, mérito ou merecimento, em face de suas posturas nada convencionais em termos de reconhecimento, de fraternidade ou mesmo de amor. Acrescente-se aqui que estamos analisando apenas este tópico referenciando a manifestação de um coração sobre uma ausência familiar motivada pela morte; a verdade é que esse modus operandi vale para tudo, para todos os atos perante a vida ou dela decorrentes, como este em questão.

Através do médium Chico Xavier, a figura do orientador e pesquisador André Luiz salienta em seus ensinamentos os pormenores que seguem, identificados como 'Sinais' sobre o assunto de que falamos:

"Sua conversação dirá das diretrizes que você escolheu na vida.

Suas decisões, nas horas graves, identificam a posição real de seu espírito.

Seus gestos, na luta comum, falam de seu clima interior.

Seus impulsos definem a zona mental em que você prefere movimentar-se.

Seus pensamentos revelam suas companhias espirituais.

Suas leituras definem os seus sentimentos.

Seu trato pessoal com os outros esclarece até que ponto você tem progredido.

Suas solicitações lançam luz sobre os seus objetivos.

Suas opiniões revelam o verdadeiro lugar que você ocupa no mundo.

Seus dias são marcas no caminho evolutivo. Não se esqueça de que compactas assembleias de companheiros encarnados e desencarnados conhecem-lhe a personalidade e seguem-lhe a trajetória pelos sinais que você está fazendo".

O que não podemos esquecer é que a individualidade, em seu sagrado e eterno livre-arbítrio, manifesta-se espontaneamente, sem jugo que a reprima, em que pese a contrariedade que exprimem nos que estão conosco em trânsito pela Terra, embora juntos fisicamente, mas em faixa vibratória completamente diversa. Respiramos, cada qual em sua frequência ascensional.

Entendamos que sempre será assim, na busca do aprimoramento do Espírito. Não é sem razão quando os instrutores do Além afirmam que somos semelhantes, mas não iguais.


 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita