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Um minuto com Chico Xavier

Ano 10 - N° 473 - 10 de Julho de 2016

REGINA STELLA SPAGNUOLO
rstella10@yahoo.com.br
Botucatu, SP (Brasil)
 

 

Olhar de Jesus e a visita de Valéria - O programa Hebe de 20 de dezembro de 1985, na TV Bandeirantes, levou para todo o Brasil o especial de Natal com Chico Xavier. Nair Belo também participou, revezando-se com Hebe nas perguntas ao entrevistado. Em vários segmentos do programa a emoção tomou conta dos participantes e, certamente, de grande parte dos telespectadores.

Hebe lembrou a capacidade extraordinária que Chico Xavier tem de estabelecer contato com Jesus e a esfera espiritual, através dos amigos sediados na outra dimensão da vida, e pediu ao médium uma nota sobre os Evangelhos e os acontecimentos que cercaram o nascimento do Cristo. Chico agradeceu a bondade da entrevistadora, mas, com sua natural simplicidade, descartou qualquer merecimento nesse intercâmbio.

Quanto aos primeiros tempos, à época do nascimento de Jesus, afirmou que a figura do velho Simeão sempre o impressionou. O ancião, depois de ver os olhos de Jesus criança, quando de sua apresentação no templo, disse convicto que Deus já o poderia levar desta vida porque seus olhos haviam contemplado o salvador do mundo. O médium sempre se lembra desta passagem para imaginar a força e a profunda luminosidade dos olhos de Jesus, indicando seu elevado grau de evolução e a sua bondade para com toda a humanidade.

Hebe perguntou ao médium se ele via algum significado no nome de Jesus. Chico pediu licença para contar algo que havia acontecido entre os anos de 1953 e 1959. Nesse período ele ainda estava em Pedro Leopoldo e fazia, juntamente com outros companheiros, assistência às casas dos mais necessitados, levando balas, bolos e oração aos doentes. Essas pequenas casas ficavam onde hoje se construiu o recinto de exposições em sua terra natal. Conheceu nessa época Valéria, moça hemiplégica e muda, irmã de Laura, uma das assistidas. Durante seis anos consecutivos eles levavam doces e guloseimas e sempre oravam com Valéria. De certa feita ela foi acometida de febre alta. Era gripe forte às portas da pneumonia. Nesse dia, após a prece, Chico insistiu para que Valéria se lembrasse de que Jesus curava os enfermos. Ela deveria mentalizar as curas do Mestre e imaginar-se andando. O médium insistiu para que ela falasse o nome de Jesus. E Valéria com sua dicção imperfeita pronunciou - Zozuzo! Zozuzo! Todos ficaram muito alegres e logo imaginaram que ela ficaria boa.

No dia seguinte, porém, Chico e os companheiros foram chamados, porque Valéria havia partido para o mundo espiritual.

Os anos rolaram. Em 1976, Chico foi vítima de enfarte. Ficou vinte dias de repouso absoluto em sua residência, sob os cuidados de uma enfermeira, dona Dinorá Fabiano. Era proibida a visita dos encarnados, mas não dos desencarnados. E Chico passou a recebê-las à tarde e à noite.

Ele conversava em voz alta com as entidades. Uma tarde, entrou uma moça morena muito bonita. Chico pediu para que ela se sentasse. A moça esclareceu que era uma de suas amizades de Pedro Leopoldo. Chico pediu para que ela falasse o sobrenome da família porque ele havia tido um problema circulatório e não estava bom de memória, procurando, assim, justificar-se. A moça disse: “Eu vou dizer apenas um nome - Zozuzo!”.

Imediatamente, Chico lembrou-se de Valéria e ficou muito emocionado. Em seguida, ela colocou a mão sobre o seu coração. Disse que vinha lhe trazer confiança em Jesus e a dor desapareceu. Chico ficou muito emocionado com essa lembrança e em lágrimas lembrou a importância do nome do Cristo. Era o mês de janeiro de 1986.
 

Do livro Lições de Sabedoria, de Marlene Rossi Severino Nobre.
 



 


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