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Crônicas e Artigos

Ano 10 - N° 466 - 22 de Maio de 2016

ARNALDO DIVO RODRIGUES DE CAMARGO
editoraeme@editoraeme.com.br
Capivari, SP (Brasil)

 


Cristianismo e a lei da reencarnação


A Terra atualmente comporta mais de 7 bilhões de pessoas. Destes, apenas um pouco mais de 2 bilhões são cristãos; então, devemos entender que Deus, um Pai amoroso, enviou outros e diversos profetas à Terra, antes e após a vinda de Jesus, para iluminar a vida dessas outras quase 5 bilhões de almas.

O filósofo francês Léon Denis diz no livro O porquê da vida que milhões de asiáticos, bramanistas e budistas partilham da crença na reencarnação. Afirma que dela partilharam também os egípcios, os gregos e os celtas. E que o Cristianismo esteve impregnado até o século quarto da ideia reencarnacionista.

Informa que presentemente encontramos a reencarnação mesmo no Islamismo, sob a forma de certas suratas (versículos) do Alcorão.

Segue-se que a reencarnação é, ou foi, admitida em todas as religiões. Só o catolicismo e os outros ramos do moderno cristianismo escapam à regra universal, desde que fizeram silêncio e mergulharam em trevas certas passagens da Escritura que afirmavam as vidas anteriores.

“E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação” — Jesus (João, capítulo 5, versículo 29).

Baseado neste texto de o Evangelho, o protetor do médium Chico Xavier, Emmanuel, esclarece sobre a lei do retorno:

“Em raras passagens do Evangelho, a lei reencarnacionista permanece tão clara quanto aqui, em que o ensino do Mestre se reporta à ressurreição da condenação... A lei de retorno, pois, está contida amplamente nessa síntese de Jesus. Ressurreição é ressurgimento. E o sentido de renovação não se compadece com a teoria das penas eternas. Nas sentenças sumárias e definitivas não há recurso salvador. Através da referência do Mestre, contudo, observamos que a Providência Divina é muito mais rica e magnânima que parece. Haverá ressurreição para todos, apenas com a diferença de que os bons tê-la-ão em vida nova e os maus em nova condenação, decorrente da criação reprovável deles mesmos” (Emmanuel/Chico Xavier, Pão Nosso, FEB.).

Em Belo Horizonte, MG, segundo pesquisa feita pelo Instituto Gallup, 63% dos católicos são reencarnacionistas (Jornal de Opinião, da Arquidiocese de Belo Horizonte, 8/6/1994, encarte com noticiário do “Projeto Construir a Esperança”, fundado pelo Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo).

A Igreja Protestante Anglicana, da Inglaterra, encomendou à Universidade de Oxford uma pesquisa sobre a reencarnação. O levantamento foi feito em 212 países, por 500 pesquisadores. O resultado foi, com base no ano de 2000, que dos 6.260.000.000 (seis bilhões, duzentos e sessenta milhões) de habitantes da Terra, mais de 4.000.000.000 (quatro bilhões) de pessoas acreditam na Doutrina da Reencarnação, ou seja, cerca de dois terços da população da Terra (Word Christian Enciclopaedia da Igreja Anglicana, da Inglaterra, e Time-Life, nº 18).

Estamos encarnados na Terra em cumprimento de uma determinação do nosso processo evolutivo. Nas questões de 168 a 170 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga:

“O número de existências corporais é limitado ou o Espírito reencarna perpetuamente?

— A cada nova existência, o Espírito dá um passo na estrada do progresso. Quando se despojou de todas as suas impurezas, não tem mais necessidade das provas da vida corporal.

O número de encarnações é o mesmo para todos os Espíritos?

— Não, aquele que avança rapidamente se poupa de muitas provações.

Todavia, essas encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, pois o progresso é quase infinito.

Em que se transforma o Espírito, após sua última encarnação?

– Em Espírito bem-aventurado; um Espírito puro”.

E você, o que pensa disso tudo?

Tem boa vontade e mente aberta para refletir?


Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo é editor da Editora EME e diretor da Comunidade Psicossomática Nova Consciência.

         

 


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