Infância demanda convivência com a arte…
Podemos viajar por todo o mundo em busca do que é belo,
mas, se já não o trouxermos conosco, nunca o
encontraremos.
R. W. Emerson
Desenhar, cantar, brincar de faz de conta, visitar um
museu, debruçar-se sobre uma paisagem bucólica, ler
poesia. Muita gente pensa que essas experiências são
apenas entretenimento ou lazer para as crianças. Mas, na
verdade, elas fazem muito mais: ajudam a desenvolver
habilidades cognitivas e artísticas, enriquecendo a
forma de as crianças verem e interpretarem o mundo.
Crescerão muito mais criativas.
Em casa, no dia a dia, estimule seu filho pequeno com
boas músicas, histórias, teatro de fantoches,
brincadeiras que favoreçam o uso dos lápis, das tintas,
das cores. Exercícios singelos, mas dedicados à
exploração do belo…
Finais de semana? É muito interessante as famílias
visitarem jardins botânicos, museus, dar acesso aos
filhos a livros de pintores, poetas brasileiros, como a
Cora Coralina ou a Cecília Meireles. Recitarem juntos
diversos poemas…
Desde cedo, nosso gosto precisa ser educado, nossos
sentidos muito bem apurados. Burilar os ouvidos com boas
canções, refinar o olhar com brincadeiras em parques
bonitos ou conhecendo pintores clássicos ou belas
fotografias.
A sensibilidade artística de nossos filhos urge ser
treinada, desenvolvida. Reconhecer a beleza das coisas,
desenhar, pintar em casa com rotina, participar do
teatro na escola, visitar a família boas feiras ou
festas culturais.
Precisamos da arte para nos desenvolver com critérios e
elegância, bom senso.
Viver experiências artísticas com frequência provoca
aprendizados importantes para os nossos filhos,
instigando neles, e desde o começo da vida, imaginação,
curiosidade, espírito criativo e amor ao bem e ao belo.