Um minuto
com Chico Xavier

por Regina Stella Spagnuolo

   

D. Josefina era uma senhora cega, muito estimada em Pedro Leopoldo, e tinha verdadeira adoração por Chico Xavier. Seu maior desejo era que, um dia, ele jantasse com ela.

Marcado o dia, Chico compareceu. A mesa estava posta. Como convidado de honra, ele sentou-se à cabeceira. Dos lados, duas amigas de ambos, que também haviam sido convidadas. Por ser pobre, D. Josefina preparara apenas uma sopa de legumes.

Emocionado com a homenagem da dona da casa, o médium foi tomando a sopa e conversando, quando, de repente... viu uma barata preta no meio do prato! Na repulsa do momento, Chico quis afastar o prato para o lado, ao mesmo tempo em que D. Josefina lhe perguntava:

– Então, Chico, está gostando da minha sopa? Olhe que a fiz com muito cuidado e carinho, em sua homenagem!...

– Está ótima, minha irmã. Sou-lhe muito grato pela sua bondade. Não mereço tanto!

E, para que ninguém visse seu achado, foi conversando e tomando a sopa! Dona Josefina ria de contente! Diante da alegria da irmã querida, que se sentia tão honrada, ele esqueceu-se da barata e começou a conversar animadamente, a contar casos e a comer. No fim, o prato estava vazio! Ele engoliu a sopa toda e a barata também!


Do livro Chico Xavier – Mandato de amor, de Espíritos diversos.

 

 

     
     

O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita