Um minuto
com Chico Xavier

por Regina Stella Spagnuolo

   

Os familiares do poeta Cyro Costa foram surpreendidos pelo aparecimento de um soneto de sua autoria no encerramento do “Pinga-Fogo”, do Canal 4. Alguns deles estavam assistindo ao programa e ficaram surpresos ao ver que Chico Xavier, ao encerrá-lo, psicografou o soneto “Segundo Milênio”, um alexandrino de inegável improviso, por resumir o tema central das perguntas feitas ao médium. O estilo inconfundível de Cyro Costa foi a ficha de identidade que emocionou seus familiares.

Dias depois, duas filhas do poeta fizeram uma visita ao Grupo Espírita Emmanuel, em São Bernardo do Campo, e levaram de presente alguns volumes de “Terra Prometida”, o livro de poemas de Cyro Costa que a Livraria José Olympio Editora lançou em 1938. Nesse livro figura o famoso soneto “Pai João”, que é o mais conhecido, e o soneto “Mãe Preta”, de que foram tirados os versos gravados no monumento à Mãe Preta do Largo do Paissandu, em São Paulo.

Como se vê, o “Pinga-Fogo” com Chico Xavier continua a produzir resultados imprevistos.

Existe, ensinou ele, a fé humana e a fé divina. Para termos fé em Deus, precisamos saber o que Ele é, conhecê-Lo e nEle confiar. Mas, para chegar até esse ponto, precisamos desenvolver a fé humana em nós mesmos, descobrir a nossa natureza divina, os poderes ocultos que trazemos em nossa aparente fragilidade.

E basta lembrar, então, que o simples fato de existirmos é uma prova do poder de Deus, para nEle confiar.


Do livro
Chico Xavier pede licença, obra de autoria de Chico Xavier, J. Herculano Pires e Espíritos diversos.


 
 

     
     

O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita