Psicopatia e reencarnação – a origem em
vidas passadas
Algumas crianças, desde pequenas, apresentam
características psicopáticas que chocam seus pais, seus
familiares, os pediatras e os professores. Por que
ele(a) é assim? E no caso de haver mais filhos, “Tão
diferente dos irmãos!”.
Uma Psicologia e uma Psiquiatria que ainda seguem uma
crença religiosa não-reencarnacionista, estabelecida no
II Concílio de Constantinopla em 553 d.C., atribuem esse
comportamento a fatores familiares, maus exemplos dos
pais, mau ambiente caseiro, maus tratos e/ou questões
genéticas a descobrir-se no genoma humano um dia.
Nós, da Associação Brasileira de Psicoterapia
Reencarnacionista, trazemos uma interpretação anterior à
infância, anterior à genética: essas crianças são assim
porque nasceram assim. A noção da Reencarnação traz a
compreensão de que somos uma Alma que viemos trocando de
corpo cada vez que o anterior sucumbe por algum motivo.
Com isso, ao trocarmos de corpo continuamos sendo o
mesmo do corpo anterior, e então é lógico e racional
pensar-se que essas crianças eram pessoas muito
autoritárias, prepotentes, agressivas, em encarnações
anteriores e simplesmente continuam sendo assim neste
novo corpo.
Temos muitos casos de crianças com características
psicopáticas e nas Sessões de Investigação do
Inconsciente Não-Pessoal (“Regressão à Distância”)
realizadas por nós isso se comprova. As 5, 6 Sessões
realizadas durante o tratamento são gravadas, uma a uma,
e enviadas as gravações para seus pais, e posteriormente
realizada uma reconsulta (presencial ou remota) para
debatermos a vida passada acessada.
Os pais ficam muito surpresos com as características
similares de personalidade do seu(sua) filho(a) nas
vidas passadas, mas com a compreensão de que um
motorista ao trocar de automóvel muda o veículo, mas
permanece o mesmo motorista, acabam por entender que
receberam uma missão: ajudar um Espírito que reencarnou
com essas características para promover uma Reforma
Íntima.
Além dessa finalidade consciencial, as Sessões promovem
um enorme benefício psicoterapêutico através dos
desligamentos promovidos dessas vidas, o que ocorre após
a recordação da vida e do pós-vida (Período Intervidas)
quando já estava muito bem, consciente de seu erro na
vida anterior e já bem modificado para melhor.
A cada desligamento vão ocorrendo melhoras do seu
comportamento e ao final do tratamento está bastante
melhor, com isso as Terapias usuais passam a funcionar
muito melhor e uma grande Terapia, a Vida, se encarrega
de promover uma mudança ainda mais significativa nesse
Espírito que reencarnou para mudar seu antigo
comportamento de séculos de duração.
Mauro Kwitko é médico, escritor,
fundador e presidente da Associação Brasileira de
Psicoterapia Reencarnacionista (ABPR).
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