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De: Alfredo Zavatte (Botucatu, SP)
Sexta-feira, 17 de abril de 2026, às 17:10
Assunto: Todo autista tem mediunidade?
Caro editor, boa tarde.
Paz e bênçãos a você e aos seus.
Recebi no auxílio fraterno um pai, que está com a filha com autismo. O casal levou a filha de 17 anos, diagnosticada com autismo há cerca de 5 anos, ao médico, que é também espírita, e que, depois de um trabalho de desobsessão, informou aos pais que a menina tem mediunidade. Informou-lhes que ele poderá interromper a mediunidade dela, pelo menos temporariamente, com medicamentos psicotrópicos.
Eu confesso que nunca ouvi isso, pois o que sei é que, se a pessoa tem um distúrbio psíquico, é provável que também tenha componentes espirituais, e dando os psicotrópicos poderá retirar a pessoa do surto psicótico, mas não poderá impedir a mediunidade. Os medicamentos são para o corpo físico, agem neste caso no Sistema Nervoso Central e aí podem tirar a pessoa do surto, mas não retirarão a mediunidade, pois esta (a mediunidade) foi um compromisso assumido na Espiritualidade.
A minha pergunta é simples: “Há medicamentos que possam retirar a mediunidade de uma pessoa?"
Caso você tenha uma posição a respeito desse assunto, peço a gentileza de seu esclarecimento, pois os casos de autismo têm aumentado muito ultimamente, e muitos estão dizendo que todo autista é detentor de mediunidade, com o que não concordo.
Aguardo um retorno seu.
Grato.
Abraços, fique na Paz.
Alfredo
Resposta do Editor:
Concordamos integralmente com o entendimento do prezado leitor. Os autistas, como qualquer pessoa, podem ser ou não médiuns.
Quanto à suspensão da faculdade por meio de medicamentos, ignoramos qualquer informação confiável a respeito. É claro que o medicamento que afete o psiquismo de uma pessoa pode levá-la a uma passividade tal que lhe impeça o exercício da mediunidade e geralmente das atividades normais de cada dia. Mas suprimir a faculdade mediúnica, em face do que conhecemos a respeito do assunto, pensamos que tal informação não tem nenhum fundamento. |
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De: Luiz Francisco Fonseca Noronha (Lambari, MG)
Sábado, 18 de abril de 2026, às 23:47
Olá, boa noite, se puderem me ajudar com esta dúvida, agradeço.
Como assimilamos o fluido vital? Sem ser de passes ou de outras pessoas, fiquei preso neste trecho: "A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se insuficiente para a conservação da vida, se não for renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contêm." Questão 70 do Livro dos Espíritos.
Encontro meias respostas em "Evolução em dois mundos" falando que o absorvemos pela respiração e alimentos e o modificamos conforme a qualidade dos nossos pensamentos. Mas fico com grandes dúvidas, não sei se estão falando exatamente do mesmo assunto. Se puderem me esclarecer agradeço.
Em tempo:
Acho que encontrei a resposta, através de uma dirigente de um centro espírita on-line, Casa de Jesus, Evelyn Freire de Carvalho, em "A Gênese" Capítulo X:
"19. Tomamos para termo de comparação o calor que se desenvolve pelo movimento de uma roda, por ser um efeito vulgar, que todo mundo conhece, e mais fácil de compreender-se. Mais exato, no entanto, houvéramos sido, dizendo que, na combinação dos elementos para formarem os corpos orgânicos, desenvolve-se eletricidade. Os corpos orgânicos seriam, então, verdadeiras pilhas elétricas, que funcionam enquanto os elementos dessas pilhas se acham em condições de produzir eletricidade: é a vida; que deixam de funcionar, quando tais condições desaparecem: é a morte. Segundo essa maneira de ver, o princípio vital não seria mais do que uma espécie particular de eletricidade, denominada eletricidade animal, que durante a vida se desprende pela ação dos órgãos e cuja produção cessa, quando da morte, por se extinguir tal ação."
Obrigado.
Luiz Francisco
Resposta do Editor:
As informações citadas pelo prezado leitor fornecem, de forma clara, a resposta à sua dúvida inicial. Nada é preciso acrescentar às fontes mencionadas na mensagem. |
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De: Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier (São Paulo, SP)
Sábado, 18 de abril de 2026, às 06:07
Assunto: Revista Espírita em inglês completa 18 anos
Na edição de abril-junho de 2026, The Spiritist Magazine completa o 18º ano de circulação. Desde o início – ano 2008 -, com autorização do Conselho Espírita Internacional a Revista Espírita (The Spiritist Magazine) é editada em inglês, nos Estados Unidos, sendo Vanessa Anseloni a editora-chefe, publicada pela Spiritist Society of Virginia, que também realiza a Kardec Radio.
Há matérias sobre: sofrimento silencioso, violência invisível (destaque de capa); cura espiritual; homeopatia; Léon Denis, por Marco Milani; visão de futuro, pela médium V.A.; revelações de vidas pretéritas, de Cesar Perri; homenagens à recém desencarnada Janet Duncan (do Reino Unido), por Elsa Rossi. A edição traz mensagens do espírito Joseph pela psicografia de Vanessa Anseloni e outras extraídas de obras de Chico Xavier.
Informa sobre evento “campanha do livro espírita no metrô”, pelo quarto ano, com voluntários da SSVA distribuindo a edição em inglês do livro “Amor puro ilimitado” do dr. Stephen Post em estações de metrô da área metropolitana de Washington DC/Virgínia/Maryland.
Saudações,
GEE Chico Xavier |
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De: Claudio Fajardo de Castro (Belo Horizonte, MG)
Sexta-feira, 17 de abril de 2026, às 08:01
Meus queridos amigos,
Em comemoração do aniversário de lançamento das obras basilares da nossa doutrina — O Livro dos Espíritos e O Evangelho segundo o Espiritismo — decidi marcar esta data com um gesto de gratidão e união com o movimento espírita.
É com imensa alegria que anuncio a doação integral de todo o meu acervo. A partir de hoje, todos os meus livros, estudos e publicações estão disponíveis gratuitamente para download e leitura no blog Espiritismo e Evangelho. Para acessá-lo, clique em Espiritismo
Você poderá acessar os conteúdos em formato PDF ou Flipbook, facilitando seus estudos e a divulgação da mensagem que nos consola e instrui.
Aproveito este momento festivo para compartilhar meu mais novo trabalho: o E-book "Haja Luz - de Adão a Noé: traços da evolução do Espírito". Uma obra dedicada a compreender nossa jornada evolutiva sob a ótica da imortalidade.
Convite ao Compartilhamento: Convido você a visitar o blog, baixar os materiais e peço a gentileza de que, se este material lhe for útil, você o compartilhe em suas Redes Sociais e em seus grupos de WhatsApp. A divulgação da doutrina é um ato de fraternidade que pode levar consolo a quem mais precisa.
Para acessar, clique aqui Livros, Estudos e Obras de Cláudio Fajardo – Baixe e Leia Gratuitamente clicando em Estudos e livros
Com fraternidade,
Cláudio Fajardo |
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De: Myllena Reis (Rio de Janeiro, RJ)
Quarta-feira, 22 de abril de 2026, às 12:48
Assunto: "Terreiros em Luta": guia prático contra o racismo religioso
Desde 2021, a Lei nº 9.301/2021, criada pela deputada Renata Souza e o babalorixá Pai Dário, instituiu o "Abril Verde", mês dedicado a ações contra o racismo religioso no estado do Rio de Janeiro. Dados alarmantes do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania revelam que denúncias de ataques contra terreiros tiveram um aumento de 67% de 2023 para 2024, saltaram de 1418 para 2472. Saber como agir em casos de racismo religioso é fundamental para que os povos de terreiro possam se resguardar desses crimes. Nesse sentido, CRIOLA, organização de mulheres negras, lança a segunda edição da cartilha "Terreiros em Luta: Caminhos para o Enfrentamento ao Racismo Religioso", um guia prático para capacitar instituições da sociedade civil e lideranças de matriz africana, reunindo mapeamento de leis, canais de denúncia, orientações jurídicas e estratégias de incidência nacional e internacional para proteger os povos de terreiro das crescentes violações de seus direitos.
Mais informações pelo tel. (21) 99889-5708
Myllena Reis |
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De: Jornal Mundo Maior (Santa Adélia, SP)
Sexta-feira, 17 de abril de 2026, às 6:54
Assunto: O fruto que desafia as estações
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O FRUTO QUE DESFIA AS ESTAÇÕES
A maturidade é um estado de espírito que, frequentemente, ignora o calendário, revelando-se pela profundidade com que absorve a vida. Trata-se de uma sabedoria silenciosa, que floresce precocemente naqueles que mal despontam na adolescência, subvertendo a lógica do tempo linear. Enquanto muitos associam o amadurecimento ao declínio da juventude, ele se manifesta, na verdade, na capacidade de discernir o essencial em meio ao caos da descoberta.
Esse discernimento costuma ser forjado em experiências que exigem responsabilidade antes da hora, transformando o ímpeto juvenil em uma temperança rara. Assistir a esse fenômeno é testemunhar que a alma pode ser antiga, em um corpo que ainda descobre o mundo. A maturidade independente da idade é o reconhecimento de que a dor e o aprendizado não esperam momento certo para chegar.
Foi o que viveu Sarah Garret, ao chegar em casa, depois de um dia inteiro lavando roupa. Ela tinha quinze anos e descobriu que seu pai, dado aos vícios da bebida e do jogo, não tendo nada mais para apostar, colocara sobre a mesa suja de cartas a filha de oito anos. Perdera a rodada. Em poucas horas, o ganhador da aposta viria buscar a menina para levá-la a um acampamento mineiro. Sabia-se que naquele lugar as mãos pequenas sangravam na separação do minério. E não se sobrevivia até os quinze anos.
Corria o ano de 1877. Sarah não avançou contra o pai insano. Ela sabia que ele assinara um contrato para parecer legal aquela entrega. Sabia também que na cidade havia um juiz recém-nomeado que afirmara publicamente que nenhuma criança devia pagar a dívida de um adulto. Enquanto todos ainda dormiam, ela caminhou até o tribunal. Relatou, com voz trêmula, o drama de sua irmãzinha. Denunciou a servidão por dívida e o estado de embriaguez do pai no momento da assinatura.
Ao meio-dia, quando o homem voltou para buscar a pequena Emma, encontrou Sarah na porta segurando um documento com selo judicial. O contrato fora anulado. O juiz declarou a transação ilegal e retirou de Thomas Garret qualquer autoridade sobre as filhas. Nomeou Sarah como tutora da irmã. A adolescente nem teve tempo de comemorar. Estavam juntas, mas sem casa. Sem pais. Sem dinheiro.
Sarah bateu a portas, ofereceu trabalho duro em troca de teto e comida. Depois de várias recusas, uma viúva aceitou. Por três anos, Sarah trabalhou dezesseis horas por dia. Guardou cada moeda. Dormiu pouco. Não reclamou. Então, abriu a própria lavanderia, empregou mulheres e pagou salários justos. Emma estudou. Cresceu. Tornou-se professora, diretora e defensora das leis contra o trabalho infantil.
Sarah nunca se casou. Dizia que criara uma menina e o fizera melhor do que muitos. Com sua atitude, provou que há almas que amanhecem antes do sol, trazendo no olhar adolescente o outono sereno de quem já compreendeu o mundo. Afinal, a maturidade é o fruto que desafia as estações, provando que o Espírito pode florescer em sabedoria enquanto a pele ainda celebra a primavera. (Redação do Momento Espírita.)
Saudações,
Jornal Mundo Maior |
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De: Editora Correio Fraterno (São Bernardo do Campo, SP)
Quarta-feira, 22 de abril de 2026, às 08:33
Assunto: Congresso Estadual terá 1º Encontro de Pesquisa Espírita
Olá! Bom dia! Tudo bem com você? Espero que sim!
De 19 a 21 de junho, acontece na cidade de São Paulo o 19º Congresso Estadual de Espiritismo da USE, com o tema “O centro espírita no novo tempo”.
Neste ano, os organizadores reservaram um espaço especial para a participação dos congressistas para apresentação de conteúdo de estudos ou pesquisas.
A ideia é estimular os que desejam colaborar com o avanço do conhecimento espírita, mas não sabem por onde começar.
Saiba como participar e como serão essas exposições durante o congresso:
Correio fraterno
O evento promete muito conteúdo e reflexão. A gente se encontra por lá.
Um abraço,
Izabel Vitusso
Editora Correio Fraterno |
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