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Chico Xavier - Coleção Completa
Obras do nº 61 ao 7
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MECANISMOS DA MEDIUNIDADE

Espírito: André Luiz
Livro - 061 / Ano - 1960 / Editora -
FEB

 

Mediunidade
Acena-nos a antiguidade terrestre com brilhantes manifestações mediúnicas, a reportarem da História.
Discípulos de Sócrates referem-se, com admiração e respeito, ao amigo invisível que o acompanhava constantemente.
Reporta-se Plutarco ao encontro de Bruto, certa noite, com um dos seus perseguidores desencarnados, a visitá-lo, em pleno campo.
Em Roma, no templo de Minerva, Pausânias, ali condenado a morrer de fome, passou a viver, em Espírito, monodeizado na revolta em que se alucinava, aparecendo e desaparecendo aos olhos de circunstantes assombrados, durante largo tempo.
Sabe-se que Nero, nos últimos dias de seu reinado, viu-se fora do corpo carnal, junto de Agripina e de Otávia, sua genitora e sua esposa, ambas assassinadas por sua ordem, a lhe pressagiarem a queda no abismo.
Os Espíritos vingativos em torno de Calígula eram tantos nos jardins de Lâmia, eram ali vistos, freqüentemente, até que se lhe exumaram os despojos para a incineração.
Todavia, onde a mediunidade atinge culminância é justamente no Cristianismo nascituro.
Toda a passagem do Mestre inesquecível, entre os homens, é um cântico de luz e amor, externando-lhe a condição de Medianeiro da Sabedoria Divina.
E, continuando-lhe o ministério, os apóstolos que se lhe mantiveram leais converteram-se em médiuns notáveis, no dia de Pentecostes, quando, associadas as suas forças, por se acharem "todos reunidos", os emissários espirituais do Senhor, através deles, produziram fenômenos físicos em grande cópia, como sinais luminosos e vozes diretas, inclusive fatos de psicofonia e xenoglossia, em que os ensinamentos do Evangelho foram ditados em várias línguas, simultaneamente, para os israelitas de procedências diversas. Desde então, os eventos mediúnicos para eles se tornaram habituais. Espíritos materializados libertavam-nos da prisão injusta. O magnetismo curativo era vastamente praticado pelo olhar e pela  imposição das mãos. 
Espíritos sofredores eram retirados de pobres obsessos, aos quais vampirizavam.
Um homem objetivo e teimoso, quanto Saulo de Tarso, desenvolve a clarividência de um momento para outro, vê o próprio Cristo, às portas de Damasco, e lhe recolhe as instruções. E porque Saulo, embora corajoso, experimente enorme abalo moral, Jesus, condoído, procura Ananías, médium clarividente na aludida cidade, e pede-lhe socorro para o companheiro que encetava a tarefa. 
Não somente na casa dos apóstolos em Jerusalém mensageiros espirituais prestam contínua assistência aos semeadores do Evangelho; igualmente no lar dos cristãos, em Antioquia, a mediunidade opera serviços valiosos e incessantes. Dentre os médiuns aí reunidos, um deles, de nome Agabo, incorpora um Espírito benfeitor que realiza importante premonição. E nessa mesma igreja, vários instrumentos medianímicos aglutinados favorecem a produção da voz direta, consignando expressiva incumbência a Paulo e Barnabé.
Em Troáde, o apóstolo da gentilidade recebe a visita de um varão, em Espírito, a pedir-lhe concurso fraterno.
E, tanto quanto acontece hoje, os médiuns de ontem, apesar de guardarem consigo a Bênção Divina, experimentavam injustiça e perseguição. Quase por toda a parte, padeciam inquéritos e sarcasmos, vilipêndios e tentações.
Logo no início das atividades mediúnicas que lhes dizem respeito, vêem-se Pedro e João segregados no cárcere. Estêvão é lapidado. Tiago, o filho de Zebedeu, é morto a golpes de espada. Paulo de Tarso é preso e açoitado várias vezes.
A mediunidade, que prossegue fulgindo entre os mártires cristãos, sacrificados nas festas circenses, não se eclipsa, ainda mesmo quando o ensinamento de Jesus passa a sofrer estagnação por impositivos de ordem política. Apenas há alguns séculos, vimos Francisco de Assis exalçando-a em luminosos acontecimentos; Lutero transitando entre visões; Teresa d'Ávila em admiráveis desdobramentos; José de Copertino levitando ante a espantada observação do papa Urbano VIII, e Swedenborg recolhendo, afastado do corpo físico, anotações de vários planos espirituais que ele próprio filtra para o conhecimento humano, segundo as concepções de sua época.
Compreendemos, assim, a validade permanente do esforço de André Luiz, que, servindo-se de estudos e conclusões de conceituados cientistas terrenos, tenta, também aqui, colaborar na elucidação dos problemas da mediunidade, cada vez mais inquietantes na vida conturbada do mundo moderno.
Sem recomendar, de modo algum, a prática do hipnotismo em nossos templos espíritas, a ele recorre, de escantilhão, para fazer mais amplamente compreendidos os múltiplos fenômenos da conjugação de ondas mentais, além de com isso demonstrar que a força magnética é simples agente, sem ser a causa das ocorrências medianímicas, nascidas, invariavelmente, de espírito para espírito.
Em nosso campo de ação, temos livros que consolam e restauram, medicam e alimentam, tanto quanto aqueles que propõem e concluem, argumentam e esclarecem. Nesse critério, surpreendemos aqui um livro que estuda. Meditemos, pois, sobre suas páginas.

Emmanuel
(Uberaba, 6 de agosto de 1959)


EVANGELHO EM CASA
Espírito: Meimei
Livro - 062 / Ano - 1960 / Editora -
FEB

Praticas cultos diversos em casa, de maneira imperceptível.
O culto da limpeza.
O culto do pão.
O culto do carinho.
O culto da segurança.
O culto do bem-estar.
A higiene externa, entretanto, pode não incluir a pureza dos pensamentos.
Estômago farto nem sempre é conforto do espírito.
Carinho, em muitas circunstâncias, exprime apego sem ser amor.
Segurança financeira não é fortaleza intrínseca.
Bem-estar, muita vez, é provisória ilusão.
Abraçou-se realmente a Doutrina Espírita, não podes ignorar que o culto do Evangelho te ensinará a valorizar todos eles, porquanto, com o Cristo, a limpeza começa na consciência, o pão do conhecimento nutre a alma antes do corpo, a segurança é harmonia moral, o carinho é entendimento fraterno e o bem-estar é realmente a consagração de cada um ao bem de todos.
Pensando nisso, oferece-te Meimei as páginas deste livro.
Possa ele, pois te ajudar na formação do teu núcleo de Evangelho entre as paredes do próprio lar, porque, se a Doutrina Espírita é o Cristo em luz para a Humanidade, acima de tudo é a luz do Cristo no coração.

Emmanuel
(Uberaba, 10 de outubro de 1959)


RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS
Espírito: Emmanuel
Livro - 063 / Ano - 1960 / Editora - FEB

Leitor amigo
Temos aqui um livro diferente.
Nem literatura, nem artifício.
Nem propaganda, nem exegese.
Simples comentário em torno da substância religiosa de "O Livro dos Espíritos", em cujo texto fixou Allan Kardec a definição da Nova Luz.
Desde muito, aspirávamos a realizá-lo, e isso, com a permissão do Senhor, nos foi possível, no curso das 91 sessões públicas para estudo da Doutrina Espírita, a que comparecemos, junto de nossos companheiros uberabenses, no transcurso de 1959, na sede da Comunhão Espírita Cristã, nesta Cidade.
Em cada reunião, o texto para exame foi escolhido pelos nossos irmãos encarnados e, depois de apontamentos verbais entre eles, tecemos as modestas anotações aqui expostas, nem sempre nos restringindo, diante de circunstâncias especiais e imprevistas, ao tema em estudo.
Algumas foram publicadas em "Reformador", revista da nossa venerável "Federação Espírita Brasileira", e algumas outras nos jornais "A Flama Espírita" e "Lavoura e Comércio", folhas da cidade de Uberaba.
Reunindo, porém, a totalidade de nossas humildes apreciações, neste volume, fizemos pessoalmente integral revisão de todas elas,  assinalando-as com a ordem cronológica em que foram grafadas e na pauta das perguntas e respostas que "O Livro dos Espíritos" nos apresentava.
Não temos, pois, outro objetivo que não seja demonstrar a Neuza necessidade de estudo metódica da obra de Kardec, não só para lhe penetrarmos a essência redentora, como também para lhe estendamos a grandeza em novas facetas do pensamento, na convicção de que outros companheiros de tarefas comparecerão à liça, suprindo-nos as deficiências naturais, com estudos mais altos dos temas renovadores trazidos ao mundo pelo apóstolo de Lião.
E aguardando por essas contribuições, na sementeira da fé viva, cremos poder afirmar, com o título deste volume, que o primeiro livro da Codificação Kardequina é manancial tão rico de valores morais para o caminho humano que bem pode ser considerado não apenas como revelação da Esfera Superior, mas igualmente como primeiro marco da Religião dos Espíritos, em bases de sabedoria e amor, a refletir o Evangelho, sob a inspiração de Nosso Senhor Jesus-Cristo.

Emmanuel
(Uberaba, 29 de janeiro de 1960)


A VIDA ESCREVE
Espírito: Hilário Silva
Livro - 064 / Ano - 1960 / Editora - FEB

A Vida Escreve reúne fatos da vida cotidiana objetivando provar que o homem é o artífice do seu destino. Através de contos singelos, aborda temas variados como: ciúme, obsessão, temor da morte e suicídio. Traz a orientação do Plano Espiritual ao entendimento humano, de modo fácil. Observa que a Doutrina Espírita, chegando à mente comum, exige novas formas de pensamento para a transformação justa da vida. Ressalta que as idéias claras são imperativo para possibilitar a regeneração dos hábitos e atitudes. O livro busca falar de coração para coração, eliminando os prejuízos e preconceitos com fraternas mensagens.


ALMAS EM DESFILE
Espírito: Hilário Silva
Livro - 065 / Ano - 1961 / Editora - FEB

Sim, em toda parte e em todos os dias, há desfile de almas.
A vida garante a exibição.
E cada pedaço do mundo é recanto de passarela por onde transitam as criaturas, dando mostras de si mesmas.
Almas que se arrastam.
Almas que lutam.
Almas que riem.
Almas que choram.
Partilhando igualmente a marcha, caminha corretamente. Não recues, nem te apresses. Observa os companheiros, sem espanto e sem crítica, a fim de que a lição de cada um te sirva ao aprendizado.
Toda vez que te inclines para esse ou aquele caminheiro, estende o coração e as mãos, em forma de entendimento e de amor, porque todas as filas prosseguem adiante, com encontro marcado no túnel da morte. E do túnel da morte cada alma em desfile surgirá no Outro Lado para receber, no Posto de Pedágio do Destino, segundo o próprio merecimento.

Hilário Silva
(Uberaba, 29 de agosto de 1960)


SEARA DOS MÉDIUNS
Espírito: Emmanuel
Livro - 066 / Ano - 1961 / Editora - FEB

Amigo leitor
A Doutrina Espírita, em seu primeiro século, assemelha-se, de algum modo, à árvore robusta espalhando ramaria, flores, frutos e essências, em todas as direções. 
Que princípios afins se lhe instalem nos movimentos, à maneira de aves tecendo ninhos transitórios nos galhos de tronco generoso, é inevitável; contudo, que os lavradores do campo lhe devem fidelidade e carinho, para que as suas raízes se mantenham puras e vigorosas, é outra proposição que não sofre dúvida. 
Assim pensando, prosseguimos em nossos comentários humildes da Codificação Kardequiana, apresentando, neste volume, o desataviado cometimento que nos foi permitido atender, no decurso da 90 reuniões públicas, nas noites de segundas e sextas-feiras, que tivemos a alegria de partilhar junto dos irmãos uberabenses, em 1960, na sede da Comunhão Espírita Cristã. 
Dessa feita, “O Livro dos Médiuns”, que justamente agora, em 1961, está celebrando o primeiro centenário, foi objeto de nossa especial atenção.
Os textos em exame foram escolhidos pelos companheiros encarnados, em cada reunião, e, depois dos apontamentos verbais de cada um deles, articulamos as considerações aqui expressas que, em vários casos, fomos compelidos a deslocar do tema propostos, à face de acontecimentos eventuais, surgidos nas assembléias. 
Algumas das páginas, que ora reunimos, foram publicadas em “Reformador”, o respeitado mensário da Federação Espírita Brasileira, e no jornal “A Flama Espírita”, da cidade de Uberaba. Esclarecemos, porém, que, situando aqui as nossas apreciações simples, na feição integral, com a ordem cronológica em que foram escritas e na relação das questões e respectivos parágrafos que “O Livro dos Médiuns” nos apresentava, efetuamos, pessoalmente, a total revisão de todas elas para o trabalho natural do conjunto.
Mais uma vez, asseguramos de público que o único móvel a inspirar-nos, no serviço a que nos empenhamos, é apenas o de encarecer o impositivo crescente do estudo sistematizado da obra de Allan Kardec – construção basilar da Doutrina Espírita, a que o Evangelho de Nosso Senhor Jesus-Cristo oferece cobertura perfeita –, a fim de que mantenhamos o ensinamento espírita indene da superstição e do fanatismo que aparecem, fatalmente, em todas as fecundações de exotismo e fantasia.
Esperando, pois, que outros seareiros venham à lide remediar-nos a imperfeição com interpretações e contribuições mais claras e mais   eficientes em torno da palavra imperecível do grande Codificador, de vez que os campos da ciência e da Filosofia, nos domínios doutrinários do Espiritismo, são continentes de trabalho a se perderem de vista, aqui  ficamos em nossa tarefa de apagado expositor da Religião Espírita, que é a Religião do Evangelho do Cristo, para sublimação da inteligência e aprimoramento do coração.

 

Emmanuel
(Uberaba, 1 de janeiro de 1961)


JUCA LAMBISCA
Espírito: Casimiro Cunha
Livro - 067 / Ano - 1961 / Editora - FEB

História sobre os prejuízos da gula objetivam orientar a criança para a educação alimentar. Compõe-se de duas partes : a primeira, psicografada por Francisco Cândido Xavier, intitula-se "A Vinda de Juca"; a segunda relata "A Volta de Juca", e é psicografada por Waldo Vieira. Inclui duas mensagens do espírito de Emmanuel sobre a criança. Conclui que o abuso alimentar acarreta desequilíbrios orgânicos que só poderão ser sanados futuramente.

Para Vocês
Meus filhos, não somos peixes
E a comida não é isca.
Leiamos juntos a história
Do pobre Juca Lambisca.


Casimiro Cunha
(Uberaba, 17 de maio de 1961)


O ESPÍRITO DA VERDADE
Espírito: Emmanuel
Livro 068 / Ano - 1962/ Editora - FEB

Em teu nome, Senhor!...
Mestre!
Estudando a mensagem libertadora de Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo", nós, os companheiros desencarnados de quantos se encontram ainda em rudes lições na escola física, escrevemos este livro, em teu nome.
Nele se refletem os pensamentos daqueles servos menores de teus Servos Maiores, aos quais confiaste, em círculos mais estreitos de ação, a sublime tarefa de reviver o espírito da verdade, nos tempos calamitosos de transição que o Planeta atravessa.
Oferecemo-lo a todos os irmãos, cujos ombros jazem vergados ao peso de rijas obrigações, nesta hora em que a família humana desfalece à míngua de amor; aos que, por náufragos da existência, viram quebradas, ante os furacões do materialismo destruidor, as embarcações religiosas em que se lhes erguia a fé; aos que levantam a voz para redizer-te a palavra de esperança e de luz, deslocando, à custa de sacrifício, os empeços das trevas; aos que, sobrecarregados de graves deveres, procuram preencher os lugares dos que desertaram do serviço, tentando debalde esquecer os fins da vida; e, acima de tudo, aos que, por agora, não encontram para si mesmos senão a herança das lágrimas em que se lhes dissolve o coração.
Com todos eles, Senhor, rumo à Era Nova, nós - gotas pequeninas de inteligência no oceano da Infinita Sabedoria de Deus - partilhamos os lances aflitivos da Terra traumatizada por angústias apocalípticas, em busca de paz e renovação, trabalhando pelo mundo melhor, na certeza de que permaneces conosco e de que, como outrora, diante da tempestade, repetirás aos nossos ouvidos, tomados de inquietação:
- "Tende bom ânimo! Sou eu, não temais."

Bezerra de Menezes, André Luiz, 

Cairbar Schutel, Esurípedes Barsanulfo, 

Hilário Silva, Anália Franco, Meimei, Emmanuel e outros.
(Uberaba, 9 de outubro de 1961)


JUSTIÇA DIVINA
Espírito: Emmanuel
Livro 069 / Ano - 1962 / Editora - FEB

A exemplo de outros três livros que configuram uma série de estudos sobre a Codificação Espírita, este livro de Emmanuel tece comentários em torno do livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec. Reafirmando os conceitos espíritas, apresenta cativantes e racionais comentários em torno de variadas e, por vezes, complexas questões filosóficas e religiosas, tendo como objetivo principal demonstrar que em tudo se espelha a justiça e a misericórdia divinas. Curtos, mas substanciosos, os oitenta e dois capítulos de Justiça Divina são como roteiros seguros a orientar o ser humano nos caminhos do mundo, auxiliando-o a raciocinar diante das dificuldades da vida. Refere-se às obras: Religião dos Espíritos, Seara dos Médiuns e O Espírito da Verdade, que contêm, respectivamente, comentários em torno de O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns e O Evangelho segundo o Espiritismo.


CARTILHA DO BEM
Espírito: Meimei
Livro - 070 / Ano - 1962 / Editora - FEB

Psicografado pelo médium Chico Xavier, "Cartilha do Bem" é um dos raros livros mediúnicos direcionados ao público infantil. Em linguagem simples, direta e rica, o Espírito Meimei mostra às crianças que há duas forças em luta na Terra: o Bem e o Mal. Para explicá-las, Meimei recorre às mãos, e demonstra que existem mãos que constroem escolas e hospitais...


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita