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Chico Xavier - Coleção Completa
Obras do nº 151 ao 16
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COMPANHEIRO

Espírito: Emmanuel
Livro - 151 / Ano - 1977 / Editora - GEEM

 

“Desejávamos receber um livro condensando os pensamentos de paz e amor que a Doutrina Espírita nos oferece”.
“Queremos um ligeiro repositório de reconforto”.
“Por que não podemos possuir um livro que nos faculte momentos rápidos de leitura e meditação, em torno de nossas necessidades espirituais”
“Ficaríamos muito gratos e felizes com um pequeno volume que nos servisse de companheiro para reflexões”.
“Pensamos num livro que se leia, assimilando o máximo dos ensinamentos espíritas no mínimo tempo”.
“Tente enviar-nos do Mais Além, um livro mirim, com textos curtos”.
“Dispomos de raros minutos para ler, pense nisso”.
“Consiga-nos um livro de tamanho pequeno, sintetizando idéias que nos alcancem o raciocínio com facilidade”.
“Agradeceríamos um conjunto de páginas ligeiras abrangendo o pensamento espírita em si, por elemento de informação e cultura edificante”.
“Se possível, organize um livro de tamanho pequeno para leitura rápida”.
Estas são dez das muitas solicitações recebidas de vários amigos, que motivaram a formação deste volume despretensioso, a que nos permitimos dar o nome de “Companheiro”.
Que, de nossa parte, possamos ter atingido o objetivo a que nos propomos, satisfazendo ao desejo de nossos irmãos, conquanto a nossa desvalia para servi-los, e rogando ao Senhor nos conceda paz e luz nos caminhos que sejamos chamados a percorrer, são os nossos votos.

Emmanuel
(Uberaba, 2 de março de 1977)


MARIA DOLORES
Espírito: Maria Dolores
Livro - 152 / Ano - 1977 / Editora - IDEAL

Referíamo-nos ao Cristianismo Redivivo por dia novo na Terra.
Leitor Amigo
Este livro, é a mensagem de uma companheira que se fez intérprete de Jesus, em nossos caminhos.
Um livro que lhe retrata a alma abnegada de irmã, interessada em auxiliar-nos na estrada a percorrer.
Lendo-lhe as páginas de amor e fé, nele sentimos a presença dela, Maria Dolores, ensinando-nos a ver a sabedoria da natureza e o brilho da imortalidade, em nos falando ao coração.
Cada capítulo é como se fora um traço primoroso da moldura que lhe apresenta a imagem, dialogando conosco sobre as tarefas e aspirações humanas.
Missionária do reconforto e do otimismo, temo-la nestas páginas, encorajando-nos para a conquista da elevação e do amor.
Que ela, a irmã querida, possa comunicar-lhe as alegrias e bênçãos da Vida Superior, qual aconteceu conosco, ao sentir-lhe o impacto de luz da mensagem de paz e de esperança, a impulsionar-nos para Deus, são os nossos votos.

Emmanuel
(Uberaba, 18 de abril de 1977)


MOMENTOS DE OURO
Espírito: Diversos
Livro - 153 / Ano - 1977 / Editora - GEEM

Todos nós, os espíritos vinculados à evolução na Terra, atravessamos, nas áreas do tempo, instantes diversos uns dos outros.
Inevitavelmente, na trilha das horas, todos nós conhecemos as épocas de prova; as ocasiões de incerteza; os dias de esperança; os trechos de alegria; os minutos de fé.
O tempo é concessão da Divina Providência que se desdobra, em nosso favor.
E, no curso do tempo, surpreendemos, a nosso ver, os momentos de ouro:
aqueles em que conseguimos sintonizar o cérebro e o coração com a presença de Deus.
Convidado a examinar este livro por devotado amigo de nosso plano, comoveu-me a leitura das páginas que o constituem, todas elas marcando ápices de iluminação e amor dos autores, hoje domiciliados na Espiritualidade Superior.
É por isto, leitor amigo, que te entregamos este volume sem mais preâmbulos.
Ele foi feito nos momentos dourados de amigos queridos que nos proporcionam os mais altos instantes de meditação e aprendizado, emotividade e alegria, porquanto, nestes registros da Espiritualidade Superior, transfigurados em letras do mundo, sentimo-nos envoltos em vibrações  de paz - a paz indescritível que nos guia o sentimento para o encontro íntimo com Deus.

Bezerra de Menezes
(Uberaba, 1 de julho de 1977)


AMOR E LUZ
Espírito: Diversos
Livro - 154 / Ano - 1977 / Editora -
IDEAL

Caro leitor
De começo estamos aqui materializando uma idéia que há muito trazíamos em formação. Idéia de fácil concepção mas de execução difícil. Sua importância não nos deixava tranqüilos. Por vezes ensaiamos. Por vezes tentamos arregaçar as mangas e póla em prática. Mas como? quando? e em que ocasião?
O ensejo chegou, Graças a Deus.
Estamos aí com cinqüenta anos de amor e trabalho, mostrando que se pode amar, exemplificar e trabalhar.
Este livro, na sua heterogeneidade, compele o leitor a analisar, interpretando os fatos, que companheiros e companheiras trouxeram, na demonstração do perfil de cada depoente.
Atos e fatos ressaltados que deixaram as marcas de sofrimento e alegrias na recuperação do saldo dos nossos débitos.
Desbravando a selva das nossas imperfeições, os 150 livros trazidos neste cinqüenta anos, como se fossem lâmpadas acesas a indicar-nos o caminho.
Francisco Cândido Xavier, interpretou nesse tempo, os ensinamentos que hoje possuímos na estrada de nossa vida. Mostrou-nos a trilha do bom senso, transformando as rodovias das nossas obrigações, suaves e bem sinalizadas, estruturando em nossa consciência a segurança de chegarmos ao destino são e salvos.
O melhor sabor deste livro, decorre da circunstância de podermos demonstrar a beleza contida num coração que ama Deus acima de tudo, que caminha com Jesus e no professorado da espiritualidade traz o B-A-BA para quem ensaia os primeiros passos em nossa Doutrina de Amor e Renovação.
Por isso saímos à luta, fomos em busca de depoimentos, oferecendo aos seus autores a mais completa e absoluta liberdade. As revisões foram meramente gráficas e mesmo assim, antes que os originais fossem encaminhados para o Ideal, Instituto Divulgação Editora André Luiz, solicitamos a cada depoente, sua rubrica com a devida firma reconhecida e na oportunidade a doação dos direitos autorais.
Desta informação, resulta o propósito de demonstrar que este livro é autêntico e espontâneo quando apresenta ocorrência e pessoas.
Acreditamos, com este volume em suas mãos, quase termos chegados a concretizar a célebre frase: Missão Cumprida.
O nosso trabalho aí está, cabe a você caro leitor julgar-nos com o seu discernimento.
Em última instância, esperamos merecer-lhe a benevolência da aprovação.

Emmanuel
(São Paulo, 8 de julho de 1977)


COISAS DESTE MUNDO
Espírito: Cornélio Pires
Livro - 155 / Ano - 1977 / Editora - CLARIM

O momento da criação.
O volume que temos à mão não é, exatamente um livro. É antes, o desenho de produção, em moldes cinematográficos, de idéias de filmes versando sobre a reencarnação.
É uma tentativa pioneira, tanto no que tange e a comunicação de massas.
Sua história? . . . Curiosa, quase fantástica.
Através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito de Cornélio Pires nos enviava um material que, aparentemente, não passava de uma série de quadros sobre a reencarnação.
Examinando-os detidamente, uma grande surpresa se apossou de nós. Uma luz vermelha se acendeu. Havia algo ali!
Com extrema habilidade e um malabarismo surpreendente de síntese, Cornélio Pires construíra as quadras de modo que, duas das primeiras linhas, relacionavam-se à CAUSA; as duas seguintes, ao EFEITO, nos parâmetros da Lei das Reencarnação.
A elaboração, - como se pode ter uma idéia, - implica um trabalho intenso por parte do autor espiritual, que desenvolve os seus temas em 143 quadras divididas em nada menos de 24 capítulos variados, todos eles no esquema palingenésico.
A surpresa não é menor, mesmo sabendo-se que Cornélio Pires, encarnado, foi um autor de sínteses sumaríssimas. Não foi romancista, não possuía estrutura de ficcionista. Era um autor de narrativas curtas. Não obstante, dele não se pode dizer que tinha imaginação escassa. Pelo contrário! Este volume prova em seu favor.
Não foi fácil, com quatro sucintas linhas, oferecer, visualmente, os lances propostos, os flagrantes da AÇÃO, imediatamente seguidos pelos da REAÇÃO.
Mas, obviamente, era isso que o Espírito propunha.
Ele oferecia, versificada, uma espécie de sinopse do “script” e, a nós outros, cabia situar os personagens em suas paisagens, dar-lhes as roupas das épocas ou situações, levantar cenários para o lance a ser representado, e, finalmente, apropriar os diálogos que seriam trocados através do recurso já clássico dos “baloons”.
Em cada quadra, necessariamente, os intérpretes deviam ser vistos duas vezes: na AÇÃO e na REAÇÃO.
Em termos de comunicação de massa, a obra é um achado.
Em cada trova, espécie de telegrama rimado, há, levado à perfeição, o cuidado na objetividade da mensagem folkcomunicada, a tentativa de, - sem nenhum processo de deformação, - integrá-la ao pensamento e à necessidade do leitor.
Tido hoje como “o pioneiro do folclore paulista”, denominado sociólogo e até mesmo antropologista cultural, não possuia, na realidade, formação universitária.
Leva, contudo, enorme vantagem até mesmo em relação a muitos vultos do sofisticado folclore da atualidade, donos de vários idiomas e de vastas estantes especializadas.
Encarnado tinha as virtudes indispensáveis à freqüência íntima com a gente do mato. Entrava nos casebres, pescava, tomava café, jogava truco, proseava, penetrando sorrateiramente na sociedade caipira, hoje em decadência, mas esplêndida de vitalidade naqueles dias.
Se fosse um elegante folclorista da atualidade, os caipiras o receberiam com hostilidade passiva, fechar-se-iam como sensitivas, escondendo do intruso o seu viver, seus hábitos e costumes.
Cornélio Pires igualava-se a eles. Era o Nhô Cornelo. O poeta era um notável observador, arguto, dotado de extraordinária memória verbal e visual, um pintor sem pincel. Enquanto caçava, dançava e proseava, ia anotando mentalmente tipos mímica, canções e desafios, lendas, processos de cultura agrícola, costumes, festas, tradições, paisagens, surperstições, as dores e alegrias dos João Matoso, das Nha Maricas, dos Zé Bino que emergem, das sua ”Enciclopédia de Anedotas e Curiosidades”, na obra psicografada.
Isso prova enormemente em favor da psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Por detrás de cada quadra, ilustra ou não, de cada “anedota palingenésica”, há uma soma de proposições de primeira ordem, visando, ao mesmo tempo, - com recursos intelectuais e gráficos, - o entretenimento e a educação do espírito.
Cornélio Pires, mais uma vez, transmite coisas simples e úteis, visando o bem-estar do homem, prevenindo-o contra as adversidades, anunciando-lhe bons tempos para os empreendimentos.
Encarnado, o que lhe faltava em cultura e sobrava-lhe em capacidade de ver, desponta agora, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, propositadamente sem a erudição da Terra, - flecha de curto alcance, - em naturais advertências, inteligentes e lúcidas.
Desencarnado, o que viu e levou desta crosta, não se desfigurou. Não tem, como não teve, intenções satíricas ou mordazes; ama tão profundamente quanto amou . Compreende tanto quanto compreendeu. Mas o que se potencializou foi o seu poder de fixação da alma humana em seus tipos, sobretudo na cultura caipira, só que, no momento, sob o microscópio da reencarnação.
Já em outras situações, igualmente pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, ele enfrentou temas da sobrevivência humana. Em “O Espírito de Cornélio Pires”, 1965, edição da FEB, - conforme apreciação do escritor, Dr. Elias Barbosa, - a sua . . . “ tônica principal é o combate à avareza, descrevendo Cornélio, para tanto, autênticos personagens que poderiam competir com um harpagon, de Moliere, ou um Pal Gorlot, de Balzac”.
Não é um filósofo reencarnacionista, - este é um título que ele recusaria. É o folclorista da reencarnação - sem diploma.
Ainda recentemente, pelo Supremo Literário de “O Estado de São Paulo”, o escritor Macedo Dantas perguntava:
“Esse Cornélio Pires não está superado? Não era um mero contador de anedotas cuja graça a morte diluiu?” 
Cornélio Pires não morreu e sua graça não se diluiu.
Se por folclore entendermos o estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas nas suas lendas, crenças, canções e costumes, sendo a reencarnação convicção da maioria dos brasileiros, Cornélio Pires completa e aglutina, preenchendo uma lacuna.
Sendo assim, esta obra estabelece algo de novo no inédito em que consiste: a vinculação estreita entre o Espiritismo, o folclore e a comunicação de massa em nível popular, em um tipo de transmissão de notícias e expressão de pensamento que, hoje, com muita propriedade, podemos denominar folk comunicação, definindo-a como “o processo de intercâmbio de informações e manifestações de opiniões, idéias e atitudes da massa, através de agentes e meios ligados direta ou indiretamente ao folclore”.
Acreditamos que a obra, agora editada, graças à técnica empregada, - cenários inspirados na própria obra de Cornélio, figuras de almanaque, - possa ser compreendida por olhos que não vêem o cinema, por lábios de que jamais, talvez, chegou ao quarto ao primário, sentidos pelos insensíveis às linhas e nuanças da arte dos salões e galerias.
As mensagens transmitidas por este processo comunicativo, singular, poderão produzir os mais decisivos efeitos no animo e no comportamento da massa, apática às solicitações do jornalismo e da literatura ortodoxos. 
Há, ainda, uma outra preocupação: demolir os terrores que, em alguns espíritos, desfiguram o processo reencarnativo. Cornélio Pires chega mesmo, por vezes, ao primor de torná-lo engraçado o pitoresco. Brincando, desmoraliza o aspecto de castigo, que a tantos aflige, modificando-o em abençoada alavanca do progresso sem fim do ser humano.
Com relação à alimentação na roça, - nesta obra há inúmeras citações, por exemplo, quanto à mandioca e à beringela, - na obra de Cornélio Pires encarnado, a informação é tão rica e surge tão espontânea, que Antônio Cândido valeu-se do material em “Parceiros do Rio Bonito”, anotando que...
“ele descreve os recursos virtuais do homem rural sem considerar a sua classe nem as possibilidades, o cardápio compatível com o momento, a situação financeira, o lugar”.
E a lição da reencarnação estará introjetada na compreensão filosófica popular.

Cornélio Pires 
(Araquara, 1977)


CHICO XAVIER EM GOIÂNIA
Espírito: Emmanuel
Livro - 156 / Ano - 1977 / Editora - GEEM

Leitor amigo
Aceitando o convite de amigos, ligados à cultura e ao progresso do Estado de Goiás, comparecemos com o médium Xavier à reunião da Assembléia Legislativa daquele Estado, na noite de 7 de maio de 1974, para o diálogo sobre assuntos diversos, centralizados no tema "Cristo e a Atualidade".
Desse contato fraterno nasceu este livro que oferecemos ao seu conhecimento e reflexão. 
Ora deixando ao médium plena liberdade de expressão, especialmente nos comentários afetivos, estivemos sempre a responsabilizar-nos, pessoalmente, pela emissão de conceitos doutrinários propriamente ditos, utilizando-nos para isso do microfone mediúnico, dentro da maturidade possível, sem qualquer nota de alarme fenomênico, suscetível de criar qualquer espetaculosidade, tendente a transferir a atenção dos amigos ouvintes para a curiosidade menos construtiva. Ao término de nosso rápido entendimento, insistimos, por nossa vez, com alguns dos poetas goianos desencarnados para que se manifestassem, colaborando conosco e saudando a nobre comunidade, ali representada.
E aqui se encontra o livro enfeixando o temário havido. E não nos será lícito esquecer que o volume está complementado pelas palavras do nosso prezado amigo Lúcio Lincoln de Paiva, generoso patrono da referida reunião que, desde dezembro de 1974, passou a integrar a nossa legião de obreiros da Vida Espiritual, empenhados à edificação do Mundo Melhor.
Entregando-lhe, desse modo, as notícias do nosso encontro em Goiânia, formulamos votos para que prossigamos no estudo dos ensinamentos do Cristo, ante a luz do Cristianismo Redivivo na Doutrina Espírita, rogando ao Senhor a todos nos esclareça e abençoe.

Emmanuel 
(Uberaba, 9 de julho de 1977)


LUZ BENDITA
Espírito: Emmanuel e Diversos Espíritos
Livro - 157 / Ano - 1977 / Editora - IDEAL

Traz relatos de espíritos desencarnados que, após o seu desenlace, enviaram mensagens de conforto e esclarecimento para suas famílias. 
Contém fotos e dados pessoais de cada um deles. Evidencia a sobrevivência do espírito após a morte do corpo físico e, sobretudo, a bondade Divina presente em todos os aspectos da Vida.


AMOR SEM ADEUS
Espírito: Walter Perrone
Livro 158 / Ano - 1978 / Editora - IDE

Leitor amigo
Neste livro de ternura e reencontro descobrirás, sem dúvida, a sublime certeza de que acima da lágrima e da prova, que tantas vezes atravessas, nos caminhos do mundo, reina sempre, à maneira de sol varando as nuvens, a imortalidade sem fronteiras, na vida permanente sobre o amor sem adeus.

Emmanuel
(Uberaba, 11 de janeiro de 1978)


RECADOS DO ALÉM
Espírito: Emmanuel
Livro - 159 / Ano - 1978 / Editora - IDEAL

Prezado Leitor
Entre os verdadeiros amigos, muitas vezes, as respostas aparecem antes das perguntas claramente formuladas e os avisos cordiais antecedem os problemas inevitáveis, nas experiências de cada um.
Este livro é uma parte do nosso diálogo.
Em matéria de escolha e diretriz, a meditação, entre nós, fará o resto.

Emmanuel
(Uberaba, 21 de fevereiro de 1978)


ENXUGANDO LÁGRIMAS
Espírito: Diversos
Livro - 160 / Ano - 1978 / Editora -
IDE

Época de profundas contradições a que vivemos!
No limiar do terceiro Milênio com a evolução tecnológica a honorificar a inteligência humana, temos o problema da morte tão complexo quanto se revela há séculos de retaguarda. Agentes químicos de comprovada eficiência na cura de moléstias insidiosas não apresentam nenhum valor para suprimir o vazio deixado pelos estes queridos, quando a desencarnação de algum deles nos vincula o pensamento a inquietantes indagações. Impactos emocionados e estados de carência afetiva ampliam de tal modo o obituário do mundo, que a procura de reconforto e de esperança por parte dos que sofrem assume proporções tão grandes que todos somos chamados ao campo de trabalho à busca de consolação e paz que nos auxiliem a consolidar a certeza na imortalidade.
Por isso mesmo, apresentamos neste volume suficiente material não só para os estudiosos do assunto, mas para aqueles companheiros da Humanidade que perguntam de olhos úmidos pelas soluções ao problema  do destino e da dor.
Aqui, corações queridos se interligam entre os dois mundos, dando-nos a saber que a morte é unicamente uma ocorrência de mudança, sem ser separação ou despedida, especialmente entre os que se amam nos campos da vida.
Nestas cartas encontramos reunidos noticiários diversos entre filhos e pais, irmãos e amigos, graças á bondade dos Mensageiros do Mais Alto, que se dignaram trazer-nos confiança, serenidade, paz, esperança e alegria.
Sem quaisquer pretensões didáticas, e embora respeitando a ciência de nossos dias, aqui lhe entregamos, leitor amigo, o presente volume que, acima de tudo, se destina a enxugar lágrimas e rearticular corações para os embates de existência.
Que estas páginas que falam da vida plena com tanta clareza possam cumprir a tarefa a que se destinam, erguendo almas e levantando corações para a Vida Maior, são os nossos votos, solicitando a Jesus a todos nos fortaleça para que venhamos a continuar impávidos na construção do túnel de abençoada luz que um dia nos trará o preciso acesso aos mundos novos que nos esperem, a demonstrar-nos de maneira irretorquível a existência de Deus, a perenidade do espírito, a beleza crescente da vida e a convicção de que a morte nunca nos separa uns outros, na jornada de elevação para Vida Imortal.

Elias Barbosa
(Uberaba, 18 de abril de 1978)


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita