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Um minuto com Chico Xavier

Ano 6 - N° 262 - 27 de Maio de 2012

JOSÉ ANTÔNIO VIEIRA DE PAULA
depaulajoseantonio@gmail.com
Cambé, Paraná (Brasil)


 

Sabemos que muitas são as utilidades para a Bíblia. Estudar a história do povo hebreu, observar a dinâmica espiritual superior na condução do planeta enviando dezenas de profetas que foram preparando a Era Cristã, conhecer o Novo Testamento e aprender com Jesus o seu Evangelho... Enfim, inúmeras são as oportunidades que o Livro Sagrado, como é conhecido mundialmente, nos concede. Chico descobriu, involuntariamente, mais uma. Quem conta é Ramiro Gama no seu livro “Lindos Casos de Chico Xavier”.

Vejamos a história:

Lutando no tratamento das irmãs obsidiadas, José e Chico Xavier gastaram alguns meses até que surgisse a cura completa. No princípio, porém, da tarefa assistencial houve uma noite em que José foi obrigado a viajar em serviço da profissão de seleiro.

Mudara-se para Pedro Leopoldo um homem bom e rústico, de nome Manuel, que o povo dizia muito experimentado em doutrinar Espíritos das trevas. O irmão do Chico não hesitou e resolveu visitá-lo, pedindo cooperação. Necessitava ausentar-se, mas o socorro às doenças não deveria ser interrompido.

"Seu" Manuel aceitou o convite e, na hora aprazada, compareceu ao "Centro Espírita Luiz Gonzaga", com a Bíblia antiga sob o braço direito.

A sessão começou eficiente e pacífica. Como de outras vezes, depois das preces e instruções de abertura, o Chico seria o médium para a doutrinação dos obsessores.

Um dos Espíritos amigos incorporou-se, por intermédio dele, fornecendo a precisa orientação e disse ao "seu" Manuel entre outras coisas:

- Meu amigo, quando o perseguidor infeliz apossar-se do médium, aplique o Evangelho com veemência.

- Pois não, - respondeu o diretor muito calmo, - a vossa ordem será obedecida.

E quando a primeira das entidades perturbadas assenhoreou o aparelho mediúnico, exigindo assistência evangelizante, "seu" Manuel tomou a Bíblia de grande formato e bateu, com ela, muitas vezes, sobre o crânio do Chico, exclamando, irritadiço:

- Tome Evangelho! Tome Evangelho!...

O obsessor, sob a influência de benfeitores espirituais da casa, afastou-se, de imediato, e a sessão foi encerrada. Mas o Chico sofreu imensa torção no pescoço e esteve seis dias de cama para curar o torcicolo doloroso.

E, ainda hoje, ele afirma satisfeito que será talvez das poucas pessoas do mundo que terão tomado "uma surra de Bíblia"...




 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita