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O Espiritismo responde
Ano 5 - N° 221 - 7 de Agosto de 2011
ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO
aoofilho@oconsolador.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)



O leitor José Eustáquio Antônio, de Uberlândia-MG, diz-nos o seguinte: “Ouvi em uma palestra na casa espírita o palestrante dizer que pode o participante dormir que faz parte do tratamento. Gostaria que os irmãos pudessem publicar um estudo relativo ao assunto. Pois, se é pra dormir, deveria ficar em casa, não é?”.

Como não foi dito pelo leitor em que circunstâncias o sono foi sugerido pelo palestrante, trataremos do assunto focalizando três momentos em que a sonolência pode envolver uma pessoa.

O primeiro, talvez o mais comum dentre todos, é o sono durante uma palestra ou uma reunião de estudos doutrinários.

Muitas vezes, o expositor não colabora e, tornando sua palestra desinteressante, pode induzir alguém ao chamado cochilo. É, pois, fundamental que ele realize um esforço para corrigir a situação, que pode, a médio prazo, colocar em risco a seriedade do seu trabalho. Quanto aos ouvintes, é óbvio ser necessário que se mantenham alertas, procurando evitar as condições que favoreçam o sono em tais situações. Se vier a sonolência, deve a pessoa pedir licença, levantar-se, respirar fundo e, após refazer-se, voltar ao local onde se encontrava.

Numa palestra ou numa reunião de estudos é evidente que o sono só prejudica, porque em casos assim a atenção é fundamental para compreensão, retenção e consequente assimilação do que é exposto.

Outro momento em que o sono pode ocorrer dá-se, às vezes, quando da leitura de um livro.

Divaldo Franco fala sobre o assunto no livro Diretrizes de Segurança, questão 88, em que diz: “O sono normalmente decorre da falta de hábito da leitura, excepcionalmente quando a pessoa está em processo obsessivo, durante o qual as entidades inimigas operam por meio de hipnose, para impedirem àquele que está sob o seu guante que se esclareça, que se ilumine, e, consequentemente, se liberte. Mas, não em todos os casos. Na grande maioria, as pessoas cochilam na hora da leitura porque não se interessam e não fazem o esforço necessário para se manterem lúcidas, como também cochilam durante a sessão, por não estarem achando-a interessante; mas permanecem na maior atividade, quando vão ao cinema, ou ficam diante da televisão até altas horas, quando os programas lhes agradam”.

Um terceiro momento em que o sono pode ocorrer é nas sessões mediúnicas. Por que isso ocorre? Como evitá-lo?

Raul Teixeira, na questão 53 da obra acima mencionada, dá-nos sobre o assunto a seguinte explicação: As causas podem ser várias. Desde o cansaço físico, quando o indivíduo vem de atividades muito intensas e, ao sentar-se, ao relaxar-se, naturalmente é tomado pelo torpor da sonolência. Também, pode ser causado pela indiferença, pelo desligamento, quando alguém está num lugar, fisicamente, entretanto pensando em outro, desejando não estar onde se acha. Compelido por uma circunstância qualquer, a pessoa se desloca mentalmente. O sono pode, ainda, ser provocado por entidades espirituais que nos espreitam e que não têm nenhum interesse em nosso aprendizado para o nosso equilíbrio e crescimento. Muitas vezes, os companheiros questionam: ‘– Mas nós estamos no Centro Espírita, estamos num campo protegido. Como o sono nos perturba?’ Temos que entender que tais entidades hipnotizadoras podem não penetrar o circuito de forças vibratórias da Instituição, ficam do lado de fora. Mas, a pessoa que entrou no Centro, na reunião, não sintonizou com o ambiente, continua vinculada aos que se conservam fora, e através dessa porta, desse plug aberto, ou dessa tomada, as entidades que ficaram lá de fora lançam seus tentáculos mentais, formando uma ponte. Então, estabelecida a ligação, atuam na intimidade dos centros neuroniais desses incautos, que dormem, que se dizem desdobrar: ‘– Eu não estava dormindo... apenas desdobrei, eu ouvi tudo...’ Eles viram e ouviram tudo o que não fazia parte da reunião. Foram fazer a viagem com as entidades que os narcotizaram. Deparamos aí com distúrbios graves, porque quando termina a reunião o indivíduo está fagueiro, ótimo e sem sono, e vai assistir à televisão até altas horas, depois de se haver submetido aos fluidos enfermiços. Por isso recomendamos àqueles que estão cansados fisicamente que façam um ligeiro repouso antes da reunião, ainda que seja por poucos minutos, para que o organismo possa beneficiar-se do encontro, para que fiquem mais atentos durante o trabalho doutrinário. Levantar-se, borrifar o rosto com água fria, colocar-se em uma posição discreta, sempre que possível ao fundo do salão, em pé, sem encostar-se, a fim de lutar contra o sono. Apelar para a prece, porque sempre que estamos desejosos de participar do trabalho do bem, contamos com a eficiente colaboração dos Espíritos Bondosos. Faze a tua parte que o céu te ajudará. Temos, então, o sono como esse terrível adversário de nossa participação, de nosso aprendizado, de nosso crescimento espiritual. Não permitamos que ele se apodere de nós. Lutemos quanto conseguirmos, e deveremos conseguir sempre, para combatê-lo, para termos bons frutos no bom aprendizado”. 

Resumindo o assunto, podemos afirmar com segurança que o sono é importante como refazimento das forças físicas, mas no horário e no local costumeiros, e não nas reuniões e nas circunstâncias acima descritas.



 


 
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