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Joias da poesia contemporânea
Ano 4 - N° 199 - 6 de Março de 2011
 
 

Vida 

Edmundo Xavier de Barros

 

Nem a paz, nem o fim! A vida, a vida apenas

É tudo que encontrei e é tudo que me espera!

O ouro, a fama, o prazer e as ilusões terrenas

São lodo, fumo e cinza ao fundo da cratera.

 

Esvaiu-se a vaidade!... Os júbilos e as penas,

A alegria que exalta e a dor que regenera,

Em cenário diverso aprimorando as cenas,

Continuam, porém, vibrando noutra esfera.

 

Morte, desvenda à Terra os planos que descobres,

Fala de tua luz aos mais vis e aos mais nobres,

Renova o coração do mundo impenitente!

 

Dize aos homens sem Deus, nos círculos escuros,

Que além do gelo atroz que te reveste os muros,

Há vida... sempre a vida.. a vida eternamente...

 

 

O poeta Edmundo Xavier de Barros, filho de Pacífico Antônio Xavier de Barros, nasceu em 1861 no Estado de Goiás, e desencarnou no Distrito Federal, como capitão da arma de Cavalaria, em 17 de janeiro de 1905. O soneto acima integra o livro Parnaso de Além-Túmulo, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.


 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita