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Crônicas e Artigos

Ano 4 - N° 192 - 16 de Janeiro de 2011

WALDENIR APARECIDO CUIN
wacuin@ig.com.br
Votuporanga, São Paulo (Brasil)
 

 

Deus não desampara ninguém


“Qual a missão do Espírito protetor?  R.: A de um pai para com os filhos: conduzir o seu protegido pelo bom caminho, ajudá-lo com os seus bons conselhos, consolá-lo nas suas aflições, sustentar a sua coragem nas provas da vida.”
(Questão 491 de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec.)


Deus, na sua infinita bondade, sabedoria e perfeição, criou um código de amor e justiça onde cada criatura, de acordo com o seu grau de merecimento e responsabilidade, poderá contar sempre com a assistência da Providência Divina.

Ninguém está sozinho, por mais que pareça abandonado, dentro do contexto em que vive, sempre tem do lado o apoio incondicional de, no mínimo, um protetor espiritual.

A tarefa desse Espírito amigo, designado pelo Pai Celestial, para nos acompanhar os passos, é a de propiciar condições que possibilitem o nosso progresso espiritual, na caminhada que estamos encetando na direção da perfeição, aonde a paz e a felicidade, definitivamente, virão morar em nossos corações.

Desde o nosso nascimento esse protetor espiritual está conosco, no entanto, em momento algum ele tolherá a iniciativa que devemos tomar diante das tarefas e atribuições que são exclusivamente nossas. Ele nos ajuda, mas não realiza o serviço que nos pertence.

Como um pai amoroso e justo, sempre está à disposição do filho para lhe garantir as condições de sobrevivência, sem interferir nas experiências necessárias que o rebento precisa colher.

Nosso protetor espiritual não se apresenta em nossas vidas de forma ostensiva, para não atrapalhar o roteiro natural da nossa existência, mas intuitivamente está sempre ao nosso lado. A ele devemos nos dirigir em preces, solicitando seus préstimos, pedindo sua proteção e agradecendo a sua constante preocupação para conosco.

Esse amigo espiritual fica imensamente feliz com as nossas reais conquistas e lamenta quando tomamos deliberações infelizes que nos proporcionam prejuízos, no entanto, identificando a nossa pequenez, sabe compreender os nossos enganos e equívocos e trabalha intensamente para que erremos o mínimo possível.

No entanto, quando deliberamos seguir por caminhos incertos e perigosos, depois de nos advertir insistentemente, percebendo que não queremos vínculos com uma vida digna, poderá se afastar, momentaneamente, permitindo que colhamos os reflexos dolorosos das nossas realizações infelizes.

Não nos abandona de forma definitiva, mas se distancia e espera o momento do nosso despertar para os reais valores e objetivos da vida, isso, obviamente, quando estivermos repletos de dores e arrependimentos, e, então, nos acolherá para dar a sustentação que necessitarmos.

A presença desse amigo ao nosso lado é a prova inequívoca da bondade divina, tudo fazendo para que cada filho de Deus tenha todos os recursos necessários para a sua ascensão espiritual.

Em momento algum podemos afirmar estarmos sozinhos, mesmo ante os mais difíceis e intrincados problemas ou diante dos mais dolorosos quadros de sofrimento, pois que a nos amparar o ânimo e a nos tonificar as forças estará sempre presente o nosso protetor espiritual. Confiemos nele e nossos dias serão mais serenos e tranquilos.

Reflitamos...       



 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita