WEB

BUSCA NO SITE

Edição Atual
Capa desta edição
Edições Anteriores
Adicionar
aos Favoritos
Defina como sua Página Inicial
Biblioteca Virtual
 
Biografias
 
Filmes
Livros Espíritas em Português Libros Espíritas en Español  Spiritist Books in English    
Mensagens na voz
de Chico Xavier
Programação da
TV Espírita on-line
Rádio Espírita
On-line
Jornal
O Imortal
Estudos
Espíritas
Vocabulário
Espírita
Efemérides
do Espiritismo
Esperanto
sem mestre
Divaldo Franco
Site oficial
Raul Teixeira
Site oficial
Conselho
Espírita
Internacional
Federação
Espírita
Brasileira
Federação
Espírita
do Paraná
Associação de
Magistrados
Espíritas
Associação
Médico-Espírita
do Brasil
Associação de
Psicólogos
Espíritas
Cruzada dos
Militares
Espíritas
Outros
Links de sites
Espíritas
Esclareça
suas dúvidas
Quem somos
Fale Conosco

Crônicas e Artigos

Ano 4 - N° 179 - 10 de Outubro de 2010

MARCELO DAMASCENO DO VALE
marcellus.vale@gmail.com

Londrina, Paraná (Brasil)
 

A matéria explica a matéria?

Poder-se-ia achar nas propriedades íntimas da matéria a causa primária da formação das coisas? “Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades?
É indispensável sempre uma causa primária.”
(Questão 7 de O Livro dos Espíritos.)

 
Afinal, quais seriam as propriedades íntimas da matéria responsáveis pela formação das coisas, da própria matéria, enfim?

Definimos matéria como qualquer coisa que possui massa, ocupa um lugar no espaço e está sujeita a inércia (se está em movimento tende a permanecer em movimento, se está em repouso tende a ficar em repouso).  

Apresenta propriedades gerais como extensão, energia, densidade, divisibilidade e também possui propriedades específicas como dureza, porosidade, magnetismo e outras.

Seriam essas as propriedades íntimas citadas por Kardec ou teria ele ido mais além, antecipando novas descobertas e vislumbrando a intimidade da matéria em suas características nucleares?

Temos mais perguntas que respostas.

Contudo, escutando o ensinamento dos imortais, aprendemos que:


(...) podemos estabelecer como princípio absoluto que todas as substâncias, conhecidas e desconhecidas, por mais dessemelhantes que pareçam, quer do ponto de vista da constituição íntima, quer pelo prisma de suas ações recíprocas, são, de fato, apenas modos diversos sob o que a matéria se apresenta; variedades em que ela se transforma sob a direção das forças inumeráveis que a governam. (Item 3, Cap. VI de A Gênese.)

A matéria, em si mesmo, não é capaz de transformar ou criar novas expressões, tendo em vista que apenas sob a ação de forças exteriores é que ela pode ser manipulada.

Isaac Newton, antes das vozes da espiritualidade se manifestarem na codificação, já afirmava: “É inconcebível que a matéria bruta inanimada possa (sem a mediação de algo que não seja material) operar sobre outra matéria e afetá-la sem contato mútuo”.

A matéria, por si mesma, é incapaz de explicar a surpreendente complexidade para formação de apenas um átomo.

Uma consciência diretora e inteligente planejou e realizou toda a complexidade do Universo.

Desde a ideia do átomo indivisível até a moderna teoria dos quarks, que a ciência vem a cada dia demonstrando a realidade incontestável do Ser Superior.

Isaac Newton, uma das maiores inteligências já encarnadas, se dobrou diante do maravilhoso espetáculo da criação com as seguintes palavras: “Este magnífico sistema do Sol, planetas e cometas poderia somente proceder do conselho e domínio de um Ser inteligente e poderoso (...) Toda aquela diversidade de coisas naturais que encontramos adaptadas a tempos e lugares diferentes não se poderia originar de nada a não ser das ideias e vontade de um Ser necessariamente existente”.

Somente Deus explica a complexidade e diversidade da matéria. Somente Deus para explicar a capacidade de transformação e as infinitas possibilidades criadoras na matéria.

Confirmamos a conclusão que Deus explica a matéria com a lúcida observação de Kardec: 

A Ciência moderna abandonou os quatro elementos primitivos dos antigos e, de observação em observação, chegou à concepção de um só elemento gerador de todas as transformações da matéria; mas a matéria, por si só, é inerte; carecendo de vida, de pensamento, de sentimento, precisa estar unida ao principio espiritual. (...) Ao elemento material, juntou ele o elemento espiritual. Elemento material e elemento espiritual, esses os dois princípios, as duas forças vivas da Natureza. Pela união indissolúvel deles, facilmente se explica uma multidão de fatos até então inexplicáveis. (Item 18, Cap. I de A Gênese.)

 


Voltar à página anterior


O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita