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Clássicos do Espiritismo
Ano 4 - N° 168 – 25 de Julho de 2010
ANGÉLICA REIS
a_reis_imortal@yahoo.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 

O Tesouro dos Espíritas

Miguel Vives y Vives

(Parte 10)

Continuamos a apresentar o estudo do clássico O Tesouro dos Espíritas, de Miguel Vives y Vives, que será aqui estudado em 16 partes, com base na tradução de J. Herculano Pires, conforme a 6a edição publicada pela Edicel.

Questões preliminares

A. Como combater a influência espiritual antes que se transforme em possessão?

Para isso, é preciso extirpar as nossas paixões, os nossos vícios e desejos ilícitos. A influência começa assim: o Espírito das trevas faz que nossos pensamentos e desejos ilícitos provoquem sensações e excitações, quando se apresenta uma ocasião favorável. Temos então de cerrar as portas do pensamento a toda ideia que represente uma infração da lei divina. Se o espírita, que aspira por seguir uma vida nova, não se escudar na oração, no amor, na caridade, com um forte desejo de libertar-se, as coisas se tornam piores do que antes, quando o indivíduo se iniciou no Espiritismo. Eis aí a causa da falência de muitos que começaram e não puderam continuar. (O Tesouro dos Espíritas, 1ª Parte, Guia Prático para a Vida Espírita, pp. 128 e 129.) 

B. Que fazer ante as ambições e os desejos insaciáveis?

O homem deve procurar atender as suas necessidades, de maneira justa e honrosa, sem exceder-se em ambições e desejos insaciáveis. De tudo quanto puder adquirir, além do necessário, deve fazê-lo apenas por meios estritamente lícitos e do que ajuntar deve distribuir grande parte aos necessitados. Devemos lembrar-nos de que a felicidade não está na Terra, mas no Espaço, competindo-nos, pois, fazer todo o possível para enriquecer o nosso Espírito com virtudes e boas obras, certos de que um dos nossos maiores inimigos é o amor ao dinheiro, isto é, o egoísmo, que é o pior e o mais fatal inimigo do homem. (Obra citada, pp. 130 e 131.)

C. Como deve agir a pessoa que luta contra a paixão pelo dinheiro?

Uma maneira de combater essa paixão e a tentação que a acompanha é fazer os necessitados participantes da nossa poupança. Isso fará com que as nossas iniciativas e os nossos trabalhos redundem em benefício dos que sofrem. Quem proceder desta maneira terá a satisfação de possuir algo para o seu bem-estar terreno e para o seu progresso espiritual, pois os seus esforços resultarão na prática do bem. Assim, ao realizar um bom negócio ou fazer um trabalho bem pago, deverá imediatamente destinar uma quantia proporcional ao ganho para remediar os males e as necessidades dos que sofrem. (Obra citada, pág. 132.)

Texto para leitura  

114. Não devemos olvidar nunca que na Terra jamais teremos a paz completa e que, se alguma vez chegarmos a senti-la, será de pouca duração. Por isso, quando formos atormentados por estados como esses, devemos ser fortes, resistir e opor-lhes serenidade, paciência e calma sem limites. (P. 127)

115. A tentação por pensamento não nos causa tanto sofrimento como a possessão. Para combater esta, devemos extirpar as nossas paixões, os nossos vícios e desejos ilícitos. Ela começa assim: o Espírito das trevas faz que nossos pensamentos e desejos ilícitos provoquem sensações e excitações, quando se apresenta uma ocasião favorável. Temos então de cerrar as portas do pensamento a toda ideia que represente uma infração da lei divina. (P. 128)

116. Se o espírita, que aspira por seguir uma vida nova, não se escudar na oração, no amor, na caridade, com um forte desejo de libertar-se, as coisas se tornam piores do que antes, quando o indivíduo se iniciou no Espiritismo. Eis aí a causa da falência de muitos que começaram e não puderam continuar. (P. 129)

117. É particularmente às pessoas muito aferradas ao dinheiro, aos interesses materiais, que isso acontece. Essa paixão é muito difícil de ser arrancada, é a que mais custa corrigir. Por isso, é muito raro que um egoísta apegado ao dinheiro consiga entrar e manter-se no Espiritismo. (P. 130)

118. Aplica-se aqui a transcendente frase de Kardec: Fora da caridade não há salvação. O indivíduo aferrado aos interesses materiais tem grandes dificuldades de compreender e aceitar o Espiritismo: eis a barreira que retém a Humanidade. O apego ao dinheiro é sinal evidente de falta de caridade e amor ao próximo. Quem tem esse apego não se encontra em via de realizar grandes progressos. (P. 130)

119. O homem deve procurar atender as suas necessidades, de maneira justa e honrosa; quando elas já estão satisfeitas, não deve exceder-se em ambições e desejos insaciáveis. De tudo quanto puder adquirir, além do necessário, deve fazê-lo apenas por meios estritamente lícitos e do que ajuntar deve distribuir grande parte aos necessitados. (PP. 130 e 131)

120. Devemos lembrar-nos de que a felicidade não está na Terra, mas no Espaço, competindo-nos, pois, fazer todo o possível para enriquecer o nosso Espírito com virtudes e boas obras, certos de que um dos nossos maiores inimigos  é o amor ao dinheiro, isto é, o egoísmo, que é o pior e o mais fatal inimigo do homem. (P. 131)

121. Uma maneira de combater essa paixão e a tentação que a acompanha é fazer os necessitados participantes da nossa poupança. Isso fará que as nossas iniciativas e os nossos trabalhos redundem em benefício dos que sofrem. Quem proceder desta maneira terá a satisfação de possuir algo para o seu bem-estar terreno e para o seu progresso espiritual, pois os seus esforços resultarão na prática do bem. (P. 132)

122. Assim, ao realizar um bom negócio ou fazer um trabalho bem pago, deverá imediatamente destinar uma quantia proporcional ao ganho para remediar os males e as necessidades dos que sofrem. (P. 132)

123. Quanto à tentação possessiva, que é aquela em que o Espírito das trevas penetra na própria consciência da criatura, há uma maneira de conhecê-la e combatê-la: basta opor-lhe um estado de consciência baseado no desejo da mais reta justiça. Por exemplo: sentimos repugnância por uma pessoa? Oporemos um espírito de caridade a toda prova. Sentimos um amor excessivo por alguém? Devemos equilibrá-lo pelo senso da reta justiça. (PP. 132 e 133)

124. A tentação, como já foi dito, se manifesta por muitas maneiras; mas, se nos escudarmos num verdadeiro senso de justiça, perceberemos logo a sua presença e poderemos combatê-la. No caso de não podermos afastá-la apenas pela nossa vontade, devemos recorrer à oração, evocando com ardor e fé o nosso Guia espiritual e as influências de Espíritos elevados. (P. 133)

125. Nunca devemos duvidar do auxílio do Alto, pois a estes casos se aplicam as palavras do Senhor: Pedi, e vos será dado; batei e se vos abrirá; vigiai e orai. Enquanto se sofre, é preciso alimentar uma paciência a toda prova, com serena resignação, que é a maneira mais eficaz de desanimar o Espírito tentador. Desse modo, se às tentações soubermos opor sempre um senso de reta justiça, uma paciência e resignação a toda prova, ofereceremos uma barreira ao Espírito das trevas, que nunca poderá induzir-nos ao erro, nem causar-nos qualquer espécie de transtorno. (PP. 133 e 134) (Continua na próxima edição.)




 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita