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Joias da poesia contemporânea
Ano 3 - N° 143 - 31 de Janeiro de 2010
 

 

À procura  da  ideia  original

Augusto Álvaro de Carvalho Aranha

 

 

O homem demanda, embora surdo e lento,

A verdade que o busca, viva e certa;

Mas dorme na ilusão a que se oferta,

No garimpo interior do pensamento.

 

Iludido, cansado, desatento,

Crendo no acaso, um dia brilha e acerta...

Muda-se então a vida em luz aberta

Pela fulguração de um só momento.

 

O súbito clarão de uma faísca

Explode no horizonte azul e risca

O alto manto do céu em que se enfiara...

 

Assim, a ideia nova em nossa mente

Eclode num lampejo incandescente

E abre caminho pelo mundo afora...


 

Augusto Álvaro de Carvalho Aranha nasceu em Aracaju (SE) em 30 de janeiro de 1876 e faleceu no Rio de Janeiro em 30 de março de 1928. Além de poeta, foi promotor e juiz de Direito em algumas cidades do interior paulista. Colaborou em inúmeros órgãos da imprensa de Sergipe, Pernambuco, Rio e S. Paulo e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico de S. Paulo. O soneto acima integra o livro Antologia dos Imortais, obra psicografada pelos médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
 

 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita