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Crônicas e Artigos
Ano 3 - N° 130 – 25 de Outubro de 2009

GERSON SIMÕES MONTEIRO 
gerson@radioriodejaneiro.am.br
Rio de Janeiro, RJ (Brasil)
 
 

Sangue na casa tem
causa espiritual


A imprensa divulgou que sangue humano jorrou da casa onde vivem uma costureira de 71 anos de idade e seu marido aposentado, de 65 anos, na cidade de Jundiaí (SP). Eles viram o fenômeno se repetir dois dias seguidos em sua residência. Foi a mulher que viu o sangue jorrando do banheiro quando ia tomar banho. Enquanto ela caminhava pela casa, percebeu poças iguais surgindo do piso da cozinha e da sala. Os jatos de sangue atingiam cerca de 20 centímetros. O delegado que investiga o caso descartou totalmente a hipótese de fraude. 

É claro que esse fenômeno foi provocado por um Espírito desencarnado, e sem luz, o qual se serviu de uma substância chamada “ectoplasma”, extraída dos médiuns de efeitos físicos sem que eles percebessem, e que podem residir na própria casa, ou próximo a ela.  

Em O Livro dos Médiuns, Allan Kardec, no capítulo XVI, denominou-os de “médiuns de transporte”, pelo fato de servirem de auxiliares aos Espíritos para o transporte de objetos materiais. O professor Pratt, parapsicólogo americano da Duke University, classifica esse tipo de fenômeno de teta-psi-kapa, ou seja, psicocinesia, com a participação de mortos. Sobre o assunto, leia o livro Parapsicologia Hoje e Amanhã, de Herculano Pires, da EDICEL. 

O médico e espírita Bezerra de Menezes, no seu livro A Loucura sob Novo Prisma, conta que foi procurado pelo Comendador José Alves Ribeiro de Carvalho para ajudar um amigo seu e toda a sua família, residente na rua São Pedro, porque todas as noites, por maior que fosse a vigilância, as peças de roupa da casa eram manchadas de tinta verde (verde Paris). 

Bezerra, visitando a casa, obteve a presença de um Espírito por um médium que o acompanhava. O Espírito, explicando a razão daquela maldade, disse que tirava a tinta de uma farmácia existente a uns 150 metros da casa. Dr. Bezerra então foi à farmácia, e perguntou ao farmacêutico se ele tinha tinta “verde Paris”, e recebeu resposta afirmativa. Retirando do alto de uma prateleira um vidro fechado, o farmacêutico surpreendeu-se ao ver a pouca tinta que restava no vidro. Estava provada, assim, a verdade do que o Espírito revelara.
 

     


 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita