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Crônicas e Artigos
Ano 3 - N° 107 – 17 de Maio de 2009

PEDRO DE ALMEIDA LOBO
lobocmemtms@terra.com.br
Campo Grande, Mato Grosso do Sul (Brasil)
 
 

Explicar é fácil.
Justificar é difícil.

 
A explicação sobre um fato pode ser apresentada por muitas pessoas e de várias maneiras.

Por vezes, explicar é fácil. O difícil é justificar.

No tocante aos vícios, todos são frutos sistematizados da compulsão, ou seja: uma pessoa começa a fazer algo, depois não tem a força moral para deixar de fazê-lo.

Exemplo: quem é fumante. Ninguém de sã consciência fuma porque quer, e sim porque não consegue deixar esse terrível mal. Isso acontece com outras anomalias psicológicas e sociais originárias nas drogas lícitas ou ilícitas que prejudicam a saúde física, emocional e até espiritual das pessoas.

Mas não para por aí.

São viciados, também, os seres humanos que têm a mania incontrolada de “cuidar” e falar mal da vida alheia; outros que utilizam o sexo desregradamente, sem medir as consequências; há ainda aqueles que se endividam; e vai por aí afora.

Em face de tantos males há quem tenta explicar e justificar essas atitudes nefandas com esta expressão: “A carne é fraca”.

Ledo engano. A carne não pensa. Tudo o que o corpo humano executa vem do pensamento do Espírito que o habita.

É, portanto, crível afirmar-se que a carne (corpo humano) não pode ser responsabilizada pelas consequências das atitudes impensadas, levianas ou compulsivas, originárias do pensamento espiritual, que possam acarretar doenças psicossomáticas, emocionais e/ou espirituais. 

O responsável é sim o Espírito que está doente.

Tratando-se do Espírito, ele poderá explicar e justificar a nobreza de suas atitudes se agir com a consciência reta, com coração que ama e com mãos que trabalham, sem preocupar-se com as coisas supérfluas e transitórias que o mundo mundano a ele oferece.


 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita