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Crônicas e Artigos
Ano 2 - N° 80 - 2 de Novembro de 2008

GERSON SIMÕES MONTEIRO 
gerson@radioriodejaneiro.am.br
Rio de Janeiro, RJ (Brasil)

Jesus e a imortalidade
da alma

 
A maior prova de que a alma, após a morte, continua vivendo, foi dada por Jesus, ao aparecer para Maria Madalena na condição de Espírito materializado, três dias depois de sua desencarnação. Essa aparição à ex-pecadora se deu exatamente diante do seu túmulo vazio, ocasião em que pediu que ela não o tocasse, pois ainda não havia subido às regiões celestiais, ou melhor, ao Paraíso. Segundo a Bíblia, o Cristo permaneceu entre nós durante quarenta dias, período no qual, além de aparecer a Madalena, mostrou-se também a diversos simpatizantes do Cristianismo nascente, entre os quais Maria, mãe de Thiago, e Maria Salomé, ambos quando se dirigiam ao sepulcro. 

Posteriormente, Jesus foi visto ainda depois de morto por dois discípulos, na Estrada de Emaús; pelos onze discípulos, por duas vezes no cenáculo, oportunidade em que Tomé tocou seu Espírito materializado; por eles novamente perto do Lago de Tiberíades, e na Montanha da Galiléia. Na oportunidade, Ele foi visto por cerca de quinhentos dos seus seguidores. Depois de falar para esta pequena multidão, o Cristo seguiu com os apóstolos para o Monte das Oliveiras. Lá, ao término de suas últimas instruções, levantou as mãos, e, enquanto os abençoava, elevou-se aos planos superiores da vida espiritual, após quarenta dias de sua morte no madeiro infamante. 

Diante de tudo isso, como conciliar todos esses fatos com a promessa do Cristo a Dimas, o chamado “bom ladrão”, no alto da cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”, se, como vimos, Ele só subiu quarenta dias depois da sua desencarnação?  

Ora! Levando-se em conta o fato de que o Mestre jamais mentiria, é necessário compreender que Dimas rendeu-se a Jesus, ao arrepender-se de todo o mal que havia feito. Nesse instante, o bom ladrão encontrou a paz interior, o paraíso, que é, na verdade, um estado de consciência, e não um local determinado no espaço. Eis por que o Cristo, ao dizer “hoje estarás comigo no Paraíso”, estava afirmando o que de fato já estava acontecendo com Dimas a partir daquele momento.  

Jesus, ao garantir ao bom ladrão a entrada imediata na Vida Superior, não o disse para quê. Mas, como se sabe, Dimas foi conduzido ao Mundo Maior para ser reeducado, se erguer e reencarnar muitas vezes na Terra, até um dia atingir a perfeição espiritual. A mesma, diga-se de passagem, já atingida pelo Cristo.
 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita