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Crônicas e Artigos
Ano 2 - N° 70 - 24 de Agosto de 2008

PEDRO DE ALMEIDA LOBO
lobocmemtms@terra.com.br
Campo Grande, Mato Grosso do Sul (Brasil)
 

Valor do arrependimento
e da caridade

 

A verdade é luz divina que ilumina a justiça. Toda vez que esta é iluminada pela verdade, o amor resplandece. 

 
Existem dois tipos de justiça que são aplicadas por dois tipos de lei: justiça divina e justiça humana.
 

A justiça divina é criada pelas mãos dadivosas de Deus, “a Inteligência Suprema do Universo, causa primeira de todas as coisas". Portanto, é sideral e regida. Administrada e aplicada com fulcro na Lei Cósmica para regular as atividades universais. É perene, subjetiva, natural e imutável, e a ela todos, invariavelmente, estão sujeitos. Relacionada à vida humana, tem por objetivo administrar o merecimento, dando a cada indivíduo o que lhe é devido.  

O ser humano, amiúde, ainda necessita de muitas e tantas coisas, porém, a grande maioria faz muito pouco para merecer aquilo que julga pertencer-lhe. Por essa razão que a Justiça Divina induz o indivíduo primeiramente ao cumprimento dos seus deveres para, com dignidade, exigirem os seus direitos.  

A justiça humana é elaborada por leis objetivas, engendradas pelos homens para regular as atividades sociais, tendo como fontes naturais o uso, costume e tradição de um povo com fulcro nas suas experiências, conveniências, necessidades e oportunidades temporais. Portanto, é crível afirmar-se que: “nem tudo o que é legal é justo”. Por outro lado, tudo o que é justo é legal. O legal pode-se tornar injusto, pela justiça dos homens; mas o justo jamais será ilegal porque provém da Justiça Divina.  

Frente à gama de crimes hediondos que vem à baila pela mídia internacional e brasileira, cujos autores não são devidamente punidos, fica a sociedade estarrecida e revoltada.  

Todavia, essa idiossincrasia jurisdicional não é culpa dos aplicadores das leis humanas. Os magistrados não podem derrogar os ditames legais. Quantos casos existem em que o juiz gostaria de aplicar a pena máxima, mas, sob os auspícios da lei, é impossível, porque não poderá jornadear ao arrepio da lei humana.  

Em se tratando de Lei Divina, pelas clarividências dos ensinamentos contidos nos textos sagrados, salvo melhor juízo, não há agravantes, por ser justa. Cada caso é um caso. 

Existem atenuantes que são aplicadas quando o transgressor (pecador), além do arrependimento sincero, pratica a caridade como única forma de salvação.  
 


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita