WEB

BUSCA NO SITE

Página Inicial
Capa desta edição
Edições Anteriores
Quem somos
Estudos Espíritas
Biblioteca Virtual
Livros Espíritas em Português Libros Espíritas en Español  Spiritist Books in English Livres Spirites en Français  
Jornal O Imortal
Vocabulário Espírita
Biografias
Livros Espíritas em Português Libros Espíritas en Español  Spiritist Books in English Livres Spirites en Français Spiritisma Libroj en Esperanto 
Mensagens de Voz
Filmes Espiritualistas
Livros Espíritas em Português Libros Espíritas en Español  Spiritist Books in English    
Efemérides
Esperanto sem mestre
Links
Fale Conosco

Raul Teixeira responde
Ano 2 - N° 67 - 3 de Agosto de 2008

  

– Proibir os filhos de brincar com armas de brinquedo contribui para diminuir sua eventual agressividade presente ou futura?

Raul Teixeira: Aqui, deveremos ter o cuidado para não fazermos generalização, sob pena de incorrermos em equívoco.

Há correntes dentro da Psicologia que defendem o não uso de brinquedos que evoquem violência, enquanto outras há que não encontram nenhuma relação direta entre a arma de brinquedo e o indivíduo potencialmente violento do futuro.

Segundo Santo Agostinho, desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior. A estudá-los devem os pais aplicar-se. (1)

Assim, acharemos crianças que verão nas armas de plástico tão-somente brinquedos, e, passada a fase lúdica, nem se recordarão deles, enquanto teremos outras que brincando com os próprios dedos, em simulação, ou com pedaços de pau, alimentarão ardente desejo de possuir armas de verdade, de colecioná-las, de utilizá-las, etc.

Aos pais, que se dão ao trabalho de identificar os instintos ou as propensões dos filhos, caberá decidir se as armas de brinquedo terão o poder de fazer escoar as fantasias das crianças, ou de nutrir inclinações violentas ou perversas para o amanhã, tornando-se, desse modo, responsáveis pela decisão tomada.

 

(1) O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIV, item 9, parágrafo 8º .


Do livro Desafios da Educação, de Camilo, psicografado por J. Raul Teixeira e publicado pela Editora Fráter Livros Espíritas, de Niterói-RJ, 1a edição,  questão 6.

 


Voltar à página anterior


O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita