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Jóias da poesia contemporânea
Ano 2 - N° 67 - 3 de Agosto de 2008
 

Aos tristes

Cruz e Souza

 

Alma triste e infeliz que se tortura

No tormento que punge e dilacera,

Para quem nunca trouxe a Primavera

Dos seus pomos dourados de ventura;

 

Sou teu irmão, e intrépido quisera

Trazer-te a luz que esplende pela Altura,

Afastando essa dor que te amargura

Nas ansiedades de uma longa espera.

 

Mas há quem guarde as gotas do teu pranto

No tesouro sublime e sacrossanto

Dos arcanos de luz da Divindade!

 

Há quem te faça ver as cores do íris

Da fagueira esperança, até partires

Nas asas brancas da Felicidade.

 

 

Cruz e Souza, natural de Santa Catarina, nasceu em 1861 e desencarnou em 1898, no Estado de Minas. Poeta de emotividade delicada, soube, mercê de um simbolismo inconfundível, marcar sua individualidade literária. Sua vida foi toda dores. O soneto acima, psicografado por Francisco Cândido Xavier, integra o livro Parnaso de Além-Túmulo.


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 Revista Semanal de Divulgação Espírita