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Estudando as obras de Kardec
Ano 2 - N° 67 - 3 de Agosto de 2008

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO
aoofilho@oconsolador.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)

A Revue Spirite de 1861

Allan Kardec 

(2a Parte)

Damos continuidade ao estudo da Revue Spirite correspondente ao ano de 1861. O texto condensado do volume citado será aqui apresentado em 14 partes, com base na tradução de Júlio Abreu Filho publicada pela EDICEL.

Questões preliminares

A. Como os Espíritos fazem para os objetos mover-se?

Inicialmente pensou-se que eles os moviam com as próprias mãos. Mais tarde verificou-se que, quando um objeto se move, não é o Espírito que o toma com as mãos. Ele o satura com seu próprio fluido, combinando-o com o fluido animalizado do médium, e pode então movimentá-lo por meio da vontade. (Revue Spirite de 1861, p. 44.)

B. A respeito da escassez de médiuns, que disse Kardec?

O Codificador disse que não há escassez de médiuns: os bons médiuns é que são raros. É por causa disso que não basta, para obter boas comunicações, ser dotado da faculdade mediúnica: é preciso algo mais. (Revue Spirite de 1861, p. 48.)

C. A que se deve a flexibilidade que alguns médiuns apresentam?

A causa dessa flexibilidade é física, antes que moral. A vivacidade do médium é puramente física, diz São Luís. Seu Espírito nisto não interfere. As qualidades morais, sim, é que influem nas simpatias que se estabelecem entre os Espíritos, pois alguns têm tal antipatia por certos médiuns que só vencendo grande repugnância se comunicam por eles. (Revue Spirite de 1861, pp. 64 e 65.)

Texto para leitura

19. A Revue noticia os fenômenos produzidos pelo Sr. Squire, que, nada tendo de novo, podem ser catalogados na categoria dos fenômenos de transporte, suspensão e deslocamento de objetos. (PP. 41 a 43)

20. Kardec explica que quando um objeto se move, não é o Espírito que o toma com as mãos: ele o satura com seu próprio fluido, combinado com o fluido animalizado do médium, e pode então movimentá-lo, pela vontade. (P. 44)

21. Não se deve confundir – lembra Kardec – os chamados Espíritos batedores com aqueles que se comunicam por meio de batidas, que é uma forma de manifestação que pode ser empregada por Espíritos de qualquer ordem. (P. 47)

22. Escrevendo sobre a escassez de médiuns, afirma Kardec que os médiuns são muito comuns: os bons médiuns é que são raros. Por isso, não basta possuir a faculdade mediúnica para obter boas comunicações. (P. 48)

23. Na ausência de médiuns, Kardec sugere as atividades que o grupo deve realizar. (PP. 49 e 50)

24. Mencionando o livro do Sr. Louis Figuier, que combate a doutrina espírita, Kardec aconselha a sua leitura e assevera: “Proibir um livro é provar que o tememos”. (P. 51)

25. A Revue transcreve a parte final da carta do Sr. Canu, ex-materialista, sobre a incredulidade. (P. 52)

26. O Espírito familiar, diz Canu, não é exatamente o anjo da guarda ensinado pela Igreja. (P. 56)

27. A Revue traz a comunicação de um homem materialista e ateu, que se afogou voluntariamente dois anos antes. Motivo do suicídio, segundo o Espírito: “Tédio da vida sem esperança”. (PP. 58 e 59)

28. Kardec comenta: “Compreende-se o suicídio quando a vida é sem esperança: quer-se fugir à infelicidade a todo custo. Com o Espiritismo o futuro se desenrola e a esperança se legitima: o suicídio, pois, não tem objetivo”. (P. 59)

29. Explicando como se processam as evocações, diz Kardec que nem sempre os Espíritos respondem ao nosso apelo; é preciso que o possam ou queiram e que haja um médium que tenha a aptidão especial necessária para tanto. (P. 63)

30. São Luís esclarece por que há poucos médiuns com tão grande flexibilidade como a da Srta. Eugênia: a causa é física, antes que moral. A vivacidade do médium é puramente física; seu Espírito nisto não interfere. (P. 64)

31. As qualidades morais, diz São Luís, influem nas simpatias que se estabelecem entre os Espíritos, pois alguns têm tal antipatia por certos médiuns, que só vencendo grande repugnância se comunicam por eles. (PP. 64 e 65)

32. Georges (Espírito) diz que são em número pequeno aqueles que podem, logo após a libertação do corpo, comunicar-se com os amigos nesse reencontro. É necessário ter merecido esse direito. (P. 67)

33. O Espírito de Gérard de Nerval assevera: “O interesse e o egoísmo são os dois gênios maus do financista e do novo-rico; o orgulho é o vício do que sabe e, principalmente, do que pode”. (P. 68)

34. Réné de Provence (Espírito) informa que nos outros mundos, quando superiores à Terra, a harmonia é eterna: o que a imaginação humana pode inventar não iguala essa constante poesia que está em toda a Natureza. (P. 70)

35. Kardec comenta o ataque desferido pelo Sr. Émile Deschanel contra a doutrina espírita e afirma que as “pilhérias” do detrator do Espiritismo não merecem resposta. (PP. 71 a 81)

36. O Sr. Deschanel, afirma Kardec, esforça-se por provar que o perispírito deve ser matéria. “Mas é o que dizemos com todas as letras”, acentua o Codificador. (P. 74) (Continua no próximo número.) 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita