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De: André Ricardo de Souza (São Carlos, SP)
Quinta-feira, 19 de março de 2026, às 21:17
Prezados amigos,
Compartilho com os amigos um curso online e gratuito, que considero bastante relevante, estando as inscrições abertas, sobre “Economia Solidária: Potencial e Dimensões”. O curso ocorrerá no período de 11 de abril a 27 de junho, com encontros on-line ao vivo, aos sábados, das 10h às 11h30. Para acessar, clique em https://abpes.org/
Tomo a liberdade de compartir também, se interessar, uma pequena entrevista em vídeo, sobre a amplitude e heterogeneidade do cristianismo no Brasil, incluso nele, claro, o espiritismo. Para assistir ao vídeo, clique aqui: Entrevista
Abraço,
André
Resposta do Editor:
Vale a pena assistir à Entrevista acima mencionada, cujo conteúdo nos permite entender quais as causas pelas quais o fervor religioso – pelo menos no Brasil – tem arrefecido nas diferentes denominações cristãs que conhecemos, inclusive nas hostes espíritas. |
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De: Erika Silveira (São Paulo, SP)
Quinta-feira, 19 de março de 2026, às 17:02
Assunto: 21º Encontro Amigos da Boa Nova: Jesus e o Espiritismo
Boa tarde, tudo bem?
Vem aí o 21º Encontro Amigos da Boa Nova, o aguardado evento anual realizado pela FEAL-Fundação Espírita André Luiz.
Será dia 25 de abril, das 9h às 16h30, em São Paulo, com o tema: “Jesus e o Espiritismo: uma jornada de educação moral e espiritual”. Um encontro especial com grandes nomes do Espiritismo dedicado ao aprendizado e reflexão sobre Jesus e o Espiritismo.
Um grande time de palestrantes: William Sanches, Dr. Paulo Fructuoso; Irmã Eliana; Del Mar Franco; Roseli Aparecida , André Gandolfo, Dr. Aldeniz Leite, Thiago Ariel. E ainda uma palestra especial sobre o livro “O Espiritismo é Obra de Jesus”, com o autor Lucas Sampaio.
Local: Teatro APCD – Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana - São Paulo, SP - Em frente ao metrô Tietê.
Gratidão.
Abraços
Erika Silveira |
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De: Claudio Fajardo de Castro (Belo Horizonte, MG)
Domingo, 22 de março de 2026, às 08:02
Assunto: Mansidão e Humildade: Virtudes da Reforma Íntima na Ótica Espírita
Queridos amigos, acabo de publicar a continuidade do estudo "O Jugo de Jesus: A Pedagogia do Coração e a Educação do Sentimento" no meu blog Espiritismo e Evangelho.
Após refletirmos sobre o "Jugo", agora seguimos com os temas da Mansidão e da Humildade, que são leis espirituais que sustentam todas as virtudes.
A humildade, longe de ser fraqueza, é força moral e proteção contra o orgulho, enquanto a mansidão revela nossa verdadeira transformação íntima nas reações espontâneas da vida. Convido vocês a acessarem e refletirem comigo acessando o texto através do seguinte link - Mansidão e humildade
Espero que este conteúdo seja útil para você.
Se fizer sentido e trouxer valor, ficarei muito feliz se puder compartilhá-lo nas suas redes sociais e grupos de WhatsApp.
Com um abraço fraterno,
Cláudio Fajardo |
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De: Genielli Rodrigues (São Paulo, SP)
Terça-feira, 24 de março de 2026, às 09:03
Assunto: Espiritualidade pode piorar o burnout?
Nem toda prática de bem-estar ajuda de verdade. Em alguns casos, pode até atrapalhar. É o que especialistas chamam de "spiritual bypassing": quando a espiritualidade é usada como fuga para evitar emoções difíceis, em vez de enfrentá-las. Algo comum em episódios de pós-burnout.
O tema é tratado pela psicóloga e terapeuta Gabriela Picciotto no livro “Voz da Alma”, no qual mostra como unir psicologia e espiritualidade para transformar autoconhecimento em ação.
A ideia da obra surgiu após um burnout aos 33 anos. O episódio levou a autora a questionar o ritmo e os padrões que guiavam sua vida até então, abrindo espaço para uma reconexão mais autêntica com seu propósito. Experiências como a falência financeira do pai e um relacionamento abusivo que resultou em divórcio também aprofundaram sua investigação sobre identidade e valor pessoal. Essas vivências se somam à base profissional e acadêmica da escritora, que já guiou milhares de pessoas em processos de descoberta e desenvolvimento pessoal. Doutora em Psicologia, ela se dedica ao estudo do “spiritual bypassing” — conceito que descreve o uso da espiritualidade como uma forma de evitar enfrentar conflitos e emoções difíceis.
Ela afirma que a espiritualidade não deve ser um refúgio da realidade, e sim uma força para enfrentá-la com mais discernimento. Nesse sentido, o livro apresenta reflexões sobre consciência, propósito e manifestação, conectando espiritualidade e vida prática a partir de atividades que ajudam o leitor a aplicar o conteúdo na própria experiência.
Publicado pela editora Literare Books International, o livro pode ser encontrado na Amazon e nas principais livrarias físicas do Brasil.
Atenciosamente,
Genielli Rodrigues |
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De: Editora Correio Fraterno (São Bernardo do Campo, SP)
Sexta-feira, 20 de março de 2026, às 08:03
Assunto: Partituras vindas do além
Olá! Bom dia!
Tudo bem com você? Espero que sim!
A dúvida de uma leitora sobre a possibilidade de um médium, mesmo sem possuir conhecimentos musicais, receber partituras ditadas por espíritos nos levou a resgatar a interessante história de Rosemary Brown (1916-2001).
Rosemary era uma dona de casa, com uma formação musical rudimentar, mal dominava o teclado, e conseguia grafar partituras com harmonias sofisticadas ditadas e grafadas por músicos, como Beethoven, Chopin, Bach e Liszt, “desenhando” inclusive as notas no papel.
Em entrevista, em 1973, Rosemary Brown detalhou o processo e a paciência dos compositores comunicantes no processo mediúnico.
Saiba qual foi o objetivo desses espíritos se comunicarem através da música, clicando aqui: Partituras do além
Um abraço,
Izabel Vitusso
Resposta do Editor:
Sobre a médium Rosemary Brown e o trabalho excepcional que realizou, sugerimos aos leitores que leiam a entrevista que nos foi concedida pelo professor universitário Érico Tourinho Bomfim, autor de pesquisa acadêmica pertinente às composições musicais produzidas por ela mediunicamente. Para acessar a entrevista, clique em Rosemary Brown |
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De: Jornal Mundo Maior (Santa Adélia, SP)
Quarta-feira, 25 de março de 2026, às 09:23
Assunto: Apedrejamento moral
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APEDREJAMENTO MORAL
O apedrejamento é uma das formas mais antigas e brutais de execução de que se tem registro na História da Humanidade.
No contexto bíblico e na sociedade judaica da época de Jesus, era reservado para crimes considerados gravíssimos, como o adultério, a blasfêmia ou a idolatria.
Recordamos que o jovem Estêvão, considerado o primeiro mártir da Boa Nova, foi apedrejado pela acusação de blasfêmia contra Deus e Moisés.
O ato não era apenas uma punição física, mas um ritual de exclusão comunitária. Ao lançar pedras, a sociedade declarava que aquele indivíduo não era mais digno de habitar entre os vivos, transformando a execução em um espetáculo de dor lenta e humilhação pública.
Em algumas regiões do nosso planeta, continua vigente, qual um lembrete sombrio de como a intolerância pode se institucionalizar, ignorando a dignidade humana em nome de um julgamento implacável.
A Anistia Internacional tem desenvolvido campanhas para a abolição plena dessa penalidade e feito apelos diretos a países que utilizam ou preveem o apedrejamento para que abandonem essa prática.
No entanto, para além das pedras físicas que ferem o corpo, existe um apedrejamento simbólico que alguns enfrentamos diariamente.
Na arena social, as pedras são substituídas por palavras, olhares e silêncios punitivos.
Quando lançamos uma mentira em uma rede social ou um boato de corredor, isso funciona exatamente como um projétil.
Atinge o alvo com força e deixa marcas que, às vezes, levam anos para cicatrizar.
Talvez uma das pedras mais pesadas seja a do desprezo, especialmente quando direcionada às melhores intenções. Dedicamos tempo, energia e amor em alguma ação benemérita e recebemos a crítica destrutiva ou o julgamento de quem nada faz.
Podemos chamar de apedrejamento da boa vontade, em que o esforço altruísta é tido como vaidade ou erro.
Suportar ser apedrejado psicologicamente exige uma força interior profunda. Jesus, ao confrontar os acusadores da mulher adúltera, trouxe a reflexão: Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.
Essa frase não apenas interrompeu uma execução física, mas desarmou o tribunal moral da época.
Dessa maneira, frente às pedras da calúnia e do desprezo que possam nos atingir no trabalho, na família ou na vida social, o desafio é não revidar com o mesmo peso.
Embora as feridas doam, elas não têm o poder de mudar quem somos, a menos que permitamos que o ódio do outro se torne o nosso próprio veneno.
Para lidar com o apedrejamento moral, especialmente quando ele vem de onde menos esperamos, como para nossos gestos de maior entrega, fortaleçamos nossa imunidade emocional. E não percamos tempo em nossa defesa.
Gastar energia nos defendendo de calúnias infundadas apenas alimenta o conflito. Deixemos que o tempo e a constância do nosso trabalho falem por nós.
As pedras que nos lançam, e que nos ferem, são as mesmas que, sob o solo da paciência, pavimentarão o caminho da nossa vitória moral.
Permaneçamos firmes no bem. (Redação do Momento Espírita.)
Saudações,
Jornal Mundo Maior |
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De: Tiago Rodrigues (Jaboatão dos Guararapes, PE)
Sexta-feira, 20 de março de 2026, às 18:29
Assunto: Desencarne do editor e fundador do "Lampadário Espírita", Dâmocles Aurélio
Prezados, boa tarde!
Informo que o editor e grande pesquisador do Espiritismo em Pernambuco, Dâmocles Aurélio, um dos criadores do periódico "Lampadário Espírita", desencarnou aos 76 anos no último domingo (15/03). O enterro ocorreu no domingo (15/03) no Cemitério de Santo Amaro (Recife-PE).
O médium, psicólogo, pesquisador, historiador e escritor foi diagnosticado, faz alguns anos, com um problema cardíaco. Na sexta-feira (23/01) o primeiro grande susto, foi internado e passou por pequeno procedimento cirúrgico, assim que tomamos conhecimento fizemos a visita, na quinta-feira (29/01).
A grande preocupação girava sobre se estaria bem para ver a comemoração dos 20 anos do "Lampadário Espírita", o evento ocorreria no domingo (08/02), estava bem humorado, corado e reclamando da enfermeira que ria sem medida. Na quinta-feira (05/02), data que antecedeu o evento, Dâmocles teve alta hospitalar, já não era sem tempo, povo chorando, outros reclamando e gente a passar...
A nossa dúvida era se ele realmente estaria no evento, mas todo bom teimoso e com resistente vontade se coloca firme em seus intentos de ir ao evento, de participar do momento, e assim foi.
Seguíamos, talvez em sua última aparição pública, o jornal, a vida de "jornaleiro", historiador e jornalista eram de fato sua paixão... Num papo mais informal ele disse: "Perdemos muitas histórias boas. O espírita não se preocupa em registrar e esquece que o povo sem História fica também sem referência em sem repertório".
Com Dâmocles se vão as lições de resistência, persistência, coragem, vontade, paixão amorável pelo movimento e fé inabalável de que tudo é possível quando se tem uma vontade firme e um ideal...
Até no momento de transição, da vida para a vida, ele nos pega de surpresa...
Quem sabe agora não esteja rindo e buscando outras histórias para contar...
Fica a lembrança e a saudade...
Até logo, amigo.
Tiago Rodrigues
Resposta do Editor:
Editor e um dos criadores do periódico "Lampadário Espírita", de Jaboatão dos Guararapes (PE), Dâmocles Aurélio da Silva foi um amigo pessoal e grande divulgador de nossa Revista. Como já dissemos na Carta ao leitor do domingo passado, expressamos os nossos sentimentos a toda a família e a ele, ao querido amigo e colega de jornalismo, as nossas preces e gratidão por tudo que realizou em favor do próximo. |
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