Cartas

Ano 19 - N° 960 - 8 de Fevereiro de 2026

De: Léo Martins (Gravataí, RS)

Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, às 17:14

Assunto: Acidente por negligência

Recentemente um casal, ao sair de carro, levou o filho de 4 anos, e em determinado semáforo, por estar fechado, o carro parou e ficou aguardando pela abertura, quando outro veículo abalou o mesmo, resultando que o filho que estava no colo do pai (motorista) faleceu instantaneamente, e aí vem minha pergunta: - Como fica a prestação de contas dos pais, visto que, se a criança estivesse na devida cadeirinha, possivelmente não seria atingida? Ambos os pais responderão pelo lamentável fato, quando retornarem à pátria mãe?

No aguardo de suas habituais respostas, desde já agradeço.

Léo


Resposta do Editor
:

O dolo e a negligência sempre acarretam consequências, não importa quem sejam os autores. Mas a justiça divina é sábia e, de posse de todas as informações e das intenções das pessoas, age sempre com obediência às leis de Deus, nas quais a misericórdia sempre se encontra presente. Fora estas considerações, nada mais temos a dizer a respeito do triste e lamentável episódio lembrado pelo nosso estimado leitor.

 

De: Manoel Dias Tavares (São Paulo, SP)

Quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, à 01:07

Estudando O Livro dos Médiuns, observei que o professor Herculano Pires traduziu o subtítulo do livro  como  "Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores”, sendo que os demais tradutores foram fiéis ao  original francês: "Guide des Médiums et des Èvocateurs" ou seja Guia dos Médiuns e dos Evocadores.

Agradeceria muito a quem pudesse me esclarecer.

Obrigado.

Manoel Dias Tavares


Resposta do Editor
:

Apenas o tradutor, que há muito se encontra no Plano Espiritual, é quem poderia esclarecer o fato. Mas, em verdade, ao utilizar o termo “doutrinadores”, a frase adotada não contém uma inverdade, visto que na prática mediúnica corrente, especialmente no Brasil, há nas sessões quase sempre a presença de médiuns e de doutrinadores (ou esclarecedores, como sugere André Luiz), mas quase nunca os chamados evocadores. Ora, a obra que orienta médiuns e doutrinadores é, em primeiro lugar, exatamente “O Livro dos Médiuns”.

Aproveitando o ensejo, lembremos que a evocação direta de espíritos não é uma prática aconselhada pelos orientadores espirituais que nos legaram obras importantes sobre mediunidade por meio de Chico Xavier, Divaldo Franco e Yvonne A. Pereira. Mas, para que não haja dúvida: tais orientadores – como Emmanuel e André Luiz – não proibiram ou proíbem as evocações, apenas não as aconselharam ou aconselham, pelos motivos por eles expostos.

 

De: Ivan Franzolim (São Paulo, SP)

Quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, às 09:00

Assunto: Pesquisa: Estudo sobre mediunidade ostensiva

Olá!

Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano.

Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.

Confidencial e em conformidade com a LGPD

Questionário com núcleo comum + módulos por mediunidade

Duração: ~20 min (pode concluir depois, sem fechar a página)

Responda clicando aqui: Pesquisa 2026

Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro?

Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.

Abraço,

Ivan Franzolim

WhatsApp (11) 98156-0030

 

De: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha, Portugal)        

Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, às 13:58

Assunto: Inteligência emocional: que vantagem?

Senhores, as nossas mais cordiais saudações.

O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha vai levar a cabo uma conferência subordinada ao tema  "Inteligência emocional: que vantagem?" que será proferida por José Felipe, no dia 6 de fevereiro de 2026, 6ª feira, às 21h, com entrada livre e gratuita.

Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.

Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE. Para assistir a todas elas, clique aqui: CCE palestras

Cordialmente,

CCE Caldas da Rainha

 

De: Editora Correio Fraterno (São Bernardo do Campo, SP)

Terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, às 08:06

Assunto: Um espírito pode se comunicar logo após a sua desencarnação?

Olá! Bom dia!

Tudo bem com você? Espero que sim!

Na seção Quem Pergunta Quer Saber da atual edição do Correio Fraterno, uma leitora questionou sobre o tempo necessário para a comunicação do espírito após sua desencarnação.

A teoria espírita explica que não existe um prazo determinado para que um espírito possa se comunicar após a desencarnação. São inúmeras variáveis. Afinal, como cada caso é um caso, não há regra geral.

Saiba quem, no Brasil, se comunicou logo depois de desencarnar, e os caos relatados por Allan Kardec sobre o tema.

Afinal, o que acontece aos espíritos que têm maior facilidade de se desvincularem do corpo físico?

Clique aqui e leia: Correio news

Acho que você vai gostar de saber o que explica o Espiritismo sobre isso.

Um abraço,

Izabel Vitusso

 

De: Luísa Santini (São Paulo, SP)

Terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, às 08:02

Assunto: Allan Kardec e Chico Xavier inspiram novo romance

Tenho uma pauta que pode interessar: o romance biográfico "Entre Vidas", inspirado no acidente real ocorrido no Rio Turvo em 1960, no interior de São Paulo, quando um ônibus escolar caiu da ponte e 59 jovens estudantes morreram.

O livro dialoga diretamente com ensinamentos de Allan Kardec e Chico Xavier, sem viés dogmático. Na obra, o autor Mario Salerno Junior aborda a reencarnação não como um fenômeno extraordinário, mas como um processo de consciência, reparação e amadurecimento.

A narrativa acompanha um jovem que descobre ter sido, em outra vida, uma das vítimas da tragédia. A partir disso, o romance propõe reflexões profundas sobre identidade, memória emocional e o que fazemos, no presente, com a oportunidade de estar vivos. O release completo está abaixo e disponível para divulgação na íntegra.

Publicado pela editora Ipê das Letras, o livro pode ser adquirido na Amazon.

Obrigada,

Luísa Santini

 

De: Jornal Mundo Maior (Santa Adélia, SP)

Quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, às 07:17

Assunto: O naufrágio de muitos internautas

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O NAUFRÁGIO DE MUITOS INTERNAUTAS

Nestes tempos de informações abundantes, de possibilidades infinitas, de tecnologia surpreendente, fazem-se necessários alguns cuidados. Cada dia fala-se, mais e mais, sobre a triunfal entrada da Humanidade na era do conhecimento.

Exalta-se a capacidade humana de estar vivendo, a partir deste momento, um período no qual o conhecimento será a primeira riqueza. Tudo é fonte para o conhecimento, e a principal delas é a internet.

É neste ponto que precisamos ir devagar com as coisas. Não se deve confundir informação com conhecimento. A internet, dentre as mídias contemporâneas, é a mais fantástica e estupenda ferramenta para acesso à informação.

No entanto, transformar informação em conhecimento exige, antes de tudo, critérios de escolha e seleção, dado que o conhecimento – ao contrário da informação – não é cumulativo, mas seletivo.

Seria como alguém que entra numa dessas grandes livrarias, sem saber muito bem o que deseja. Corre o risco de entrar em pânico, tendo a sensação de débito intelectual, sem ter clareza de por onde começar e imaginando que precisa ler tudo aquilo.

Faz-se fundamental o critério, isto é, saber o que se procura, para poder escolher, em função da finalidade que se tenha.

Os computadores e a internet têm um caráter ferramental que não pode ser esquecido. Ferramenta não tem objetivo em si mesmo. É instrumento para outra coisa, para outro fim.

O critério, o equilíbrio nos permitirão, assim, poder utilizar desse ferramental com sabedoria, na dosagem certa, no momento adequado.

Sem critérios seletivos, muitos ficam sufocados por uma ânsia precária de ler tudo, acessar tudo, ouvir tudo, assistir tudo. Esquecem-se de se perguntar: Eu quero isso para mim? Eu preciso disso? Para que serve? Aonde desejo ir?

Nos tempos de hoje, se não formos muito cuidadosos, corremos o risco de navegar na internet, e naufragar. Sêneca, sabiamente, já havia dito, que nenhum vento é a favor, para quem não sabe para onde ir.

*  *  *

David Hume, afirmava: Por conhecimento, entendo a certeza que nasce da comparação de ideias. Para que nasça o conhecimento é necessário pensar, comparar, conectar ideias.

Nenhuma informação poderá ser tomada por verdade, por conhecimento, antes de amadurecer dentro da alma humana.

Sabedoria não se transmite. É preciso que nós mesmos a descubramos depois de uma caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar. (Redação do Momento Espírita.)

Saudações.

Jornal Mundo Maior

 


 
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