Cinco-marias

por Eugênia Pickina

 

Insistir com a gentileza desde cedo é tarefa dos pais


O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim, terás o que colher. Cora Coralina


Atos de gentileza precisam ser ensinados aos filhos e desde o começo da vida. Sim, pois isso facilita a construção de relações saudáveis e colabora para a criação de um ambiente harmonioso, ajudando muito na convivência com o outro.

Atitudes guiadas pela gentileza, como compartilhar e ajudar, promovem empatia e compaixão, competências essenciais à vida social.

Crianças que são estimuladas ao exercício da bondade, da gentileza, da empatia tendem a crescer com maior capacidade de resolução de conflitos e uma autoestima mais sólida. Tornam-se mais confiantes e agentes da paz.

No dia a dia, filhos gentis tendem a colaborar mais nas tarefas domésticas  e a respeitar com mais tranquilidade as opiniões dos familiares. Fora de casa, por sua vez, conseguem construir amizades mais saudáveis e são vistas como líderes positivos entre seus colegas.

No convívio familiar, exemplos de gentileza precisam ser reiterados pelos pais. Ademais, ler histórias que retratam personagens gentis, cujas ações reforcem isso, é também uma maneira eficaz de transmitir valores positivos e insistir para que os filhos reconheçam desde cedo a importância de se tornarem boas pessoas, sem receio de serem gentis e pacíficos.

Notinha

É um fato: praticar atos de gentileza ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, promovendo uma sensação de tranquilidade e contentamento.


 
 

     
     

O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita