Cartas

Ano 14 - N° 700 - 13 de Dezembro de 2020

De: Airton Schmidt de Azevedo (Navegantes, SC)

Quarta-feira, 9 de dezembro de 2020 às 08:49:14

Olá, querido amigo e irmão. Hoje vou comentar uma polêmica e espero que o amigo me ajude a esclarecer. Estava procurando saber algo mais a respeito de Marta, então deparei-me com a revista 165 de 04/06/2018, um comentário feito pelo Sr. Altamirando Carneiro no artigo “As Marias do Evangelho”, informando que a mãe de Moisés foi Jocabel. Tenho comigo o livro “O Faraó Mernephtah”, de Rochester, psicografado por Wera Krijanowsky, em que ela conta e diz ser a verdadeira história de Moisés. No preâmbulo do livro há um comentário que diz ser de Thermuthis, que comenta que relutou muito para que o Rochester não publicasse este livro. Nele, conta-se a história do relacionamento com Itamar, um escultor judeu, e que resultou na gravidez e o nascimento de Moisés. Será que este livro não condiz com a verdade? Se for possível me esclarecer agradeço.

Um abraço.

Airton

 

Resposta do Editor:

Segundo alguns historiadores, Moisés nasceu em 1450 a.C. (Cf. “Titãs da Religião”, Volume VI, p. 37). Outros dizem que o êxodo – a saída dos hebreus das terras egípcias - teria ocorrido por volta do ano 1250 a.C. (“Bíblia Sagrada – Edição Pastoral”, Edições Paulinas, p. 68). Como o êxodo foi comandado por Moisés, uma das informações acima deve estar errada.

Verifica-se, assim, que na história de Moisés as informações nem sempre coincidem.

De acordo com o livro de Êxodo, que compõe a Tora, a família de Moisés teria tido os seguintes componentes: o pai Amram, neto de Levi; Jocabel, a mãe; Aarão e Miriam ou Maria, os irmãos. Quem o criou foi, no entanto, a princesa Termútis, filha do faraó Ramsés II. Aliás, foi a princesa quem lhe pôs o nome de Moisés, que significa “salvo das águas”. (N.R.: Leia sobre o assunto a obra “Iniciação Espírita”, volume I, pág. 23. publicada pela Editora Aliança, de São Paulo-SP.)

É isso que temos; portanto, nada podemos comentar sobre a veracidade do relato feito por Rochester, o qual, segundo a orientação firmada por Kardec, deve receber confirmação por parte de outros Espíritos para que seja em nosso meio aceito.

Esse cuidado foi manifestado de modo muito claro pelo codificador do Espiritismo. Lembremos: “Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares”. (O Evangelho segundo o Espiritismo, Introdução.)

 

De: Renata de Lima Machado Rocha (Niterói, RJ)

Domingo, 6 de dezembro de 2020 às 11:52:04

Bom dia.

Sobre a entrevista com o psiquiatra dr. Caio Abujadi, acerca dos autistas, fiquei com uma dúvida, com relação à resposta à 9a. questão: Para o doutor, os autistas seriam aqueles que decidiram assumir "esses novos padrões bioenergéticos e genéticos" próprios do período de transição planetária?

Grata se puderem me responder.

Aprecio muito o trabalho da revista.

Renata


Resposta do Editor
:

Em resposta à pergunta feita pela leitora, dr. Caio Abujadi escreveu:

 Obrigado pela pergunta, Renata. Todos nós assumimos essa proposta e esse compromisso nesse momento. Alguns já mais livres e outros ainda mais presos. Todos os problemas neuropsiquiátricos relacionam-se ainda com nossa incapacidade em harmonizar todo esse potencial energético. Os autismos são um dos exemplos de alto teor energético. Alguns já conseguem harmonizar e seguir com altas habilidades trazendo grande progresso. O amor é a energia harmônica que equilibra as forças. Por isso as experiências necessitam de serem temperadas de muito amor. Todas as instabilidade do humor, compulsões, obsessões e dificuldades do comportamento tão comuns em nossa sociedade atual relacionam-se já com a maior liberdade do espírito, maior influência energética e ainda dificuldades relacionadas às nossas imperfeições, fazendo-nos conectar com as vibrações mais prejudiciais. O cultivo do amor nas relações, mesmo as mais simples do dia a dia, nos fará vencer. Olhai, vigiai e orai! - Marcos cap. 13 vers. 33. Sendo assim, prestemos atenção em tudo que nos cerca, cuidemos de nossos sentimentos para refletir o melhor de nós, nem que seja através do silêncio, e perdoar sempre a nós e aos outros.

 

De: Kit Evangelho (Rio de Janeiro, RJ)

Segunda-feira, 7 de dezembro de 2020 às 12:34

Assunto: Como falar sobre IMORTALIDADE às crianças?

Como falar da Imortalidade da alma com os pequenos?

Vamos aprender como o amor de pais e filhos continua depois da desencarnação.

O que é a mediunidade? O que é a psicografia?

Uma história emocionante, baseada em fatos reais!

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De: Jornal Mundo Maior (Santa Adélia, SP)

Terça-feira, 8 de dezembro de 2020 às 17:32

Assunto: Compartilhando

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Acesse o site do Jornal Mundo Maior - website mundo maior - e leia mensagens espíritas como esta que adiante transcrevemos:

“Dona Libertina, uma índia Xakriabá, da região de Minas Gerais, foi convidada por uma Faculdade de Arquitetura para ensinar como se constroem as casas em sua tribo.

Ela iniciou explicando que o processo dura, em média, trinta dias.

Conforme suas palavras, a construção é feita através de duas mãos cheias de barro.

A surpresa para os alunos foi saber que a durabilidade da casa é curta, ou seja, em torno de quatro a cinco anos.

Se o barro for tirado em dia de lua boa, uns seis anos. - Finalizou ela.

Por que não construir uma casa que dure toda a vida? -Indagaram, curiosos.

Foi, então, que se manifestou a sabedoria de Dona Libertina: De forma alguma. Isso seria muito arriscado!

A casa precisa se desfazer, no máximo, em seis anos, para que eu possa continuar ensinando aos meus filhos e netos como se constrói um abrigo para a família.

O fato nos remete a um profundo ensinamento.

O conhecimento precisa ser constantemente compartilhado.

Dependemos do conhecimento que foi adquirido e construído pelas pessoas que nos precederam.

Sendo repassado de geração em geração, recebe aprimoramentos e, dessa forma, se processa o progresso da Humanidade.

Graças à dedicação de pesquisadores e estudiosos, a ciência produz saberes que vão se acrescentando aos anteriores, num constante crescendo.

Esse conhecimento científico é repassado nas escolas, nas universidades, pelos livros e devotados professores.

Mas, outra espécie de conhecimento é igualmente valiosa. É aquela produzida no dia a dia, pela observação atenta da natureza e do comportamento humano.

É a conhecida sabedoria popular.

Pensemos em quanto aprendizado adquirimos ao longo de nossas vidas, fruto da observação de nossos avós, de nossos pais, do zeloso agricultor que cuida da semente até se transformar em uma nova planta.

Para fazer girar essa roda do conhecimento é preciso a humildade de reconhecer que sempre é tempo de aprender algo mais. Também de ensinar, de oferecer o que tenhamos aprendido.

Acaso pensamos, algum dia, em quantas coisas sabemos e que podemos dividir com outras pessoas?

Contribuir nesse movimento de produção e divulgação do conhecimento é gratificante, gerando sentimentos de alegria e gratidão.

Jesus, nosso Modelo e Guia, veio até nós, tomou um corpo de carne para nos ensinar as grandiosas lições da vida que nunca morre, do Pai que a todos ama.

Em certo momento, disse aos Seus discípulos: Já não vos chamo servos, porque um servo não sabe o que faz o seu senhor.

Mas vos chamo amigos porque tudo que ouvi de meu pai, compartilhei convosco.

Falou das bem-aventuranças, da boa semeadura.

Muito antes que pensássemos em ecologia, Ele nos convidou a olhar a natureza e a respeitá-la.

Por isso, se serviu de figuras simples como o grão de mostarda para falar da fé; da erva do campo e das aves do céu para lecionar sobre a Providência Divina.

A sabedoria de compartilhar.

Pensemos nisso e aprendamos com o Mestre dos mestres.” (Redação do Momento Espírita)

Saudações.

Jornal Mundo Maior

 

De: Aécio Emmanuel César (Sete Lagoas, MG)

Quinta-feira, 3 de dezembro de 2020 às 19:36

Assunto: Leis vibratórias

As mesmas vibrações que se associam nos homens de bem são as mesmas quando se reúnem espíritos destinados a praticar o mal sem reservas. Sei que para muitos dos leitores a matéria possa ser um pouco asfixiante, mas devemos convir que o mal deva ser melhor analisado no sentido de esclarecimento e de não cairmos em suas armadilhas. Devemos estar atentos às suas artimanhas para que não venhamos a ser objetos de escândalos, como nos apregoou Jesus.
Os espíritos do mal também acham estafante estudar e analisar a Obra Básica em suas minudências, mas precisam disso para pegar os espíritas invigilantes nos seus mínimos detalhes e tentar destruir os alicerces fundados por Kardec e Chico Xavier. Daí a nossa parcela de conhecimento no intuito de precavermos da sua intervenção maligna.
Diante do contexto aqui exposto, vamos explorar melhor as palavras do Instrutor Calderaro juntamente com André Luiz ante o limiar das cavernas, relatado em seu livro “No Mundo Maior” no capítulo 17 intitulado “No Limiar das Cavernas” pelo lápis do médium Chico Xavier: “Estes infelizes permanecem jungidos uns aos outros em obediência à afinidade quase perfeitas e são contidos apenas pelas leis vibratórias que os regem”.
Muitos encarnados não aceitam que estão sendo joguetes dos habitantes da sombra que normalmente se afinizam com eles através de vícios que comumente são alimentados. A realidade é que todos nós somos enfermos, propensos tanto para a ascensão quanto para a queda, apesar de que, cada um, se enquadre em um degrau em que a afinidade tanto para o bem quanto para o mal se homogeneízam automaticamente.
Tanto na Terra quanto em planos espirituais, todos nós estamos subjugados às leis vibratórias que nos assenhoreiam a nossa capacidade de se adequar aos experimentos que delas fazemos jus. Em cada plano existem leis que predominam e os seus habitantes, nelas se enquadram.
Mais uma vez André relata espíritos que se encontram nas trevas volitando rente às cabeças das suas vítimas, desorientados, presos às suas vicissitudes que demorarão longo tempo para que possam ser socorridos. Por isso Jesus nos pediu para vigiar e orar. E não foi à toa. Sabia Ele das deficiências humanas e a grande facilidade de se entregar a elas prazerosamente.
Diante de tal situação cabe a todos nós refletirmos no ritmo de vida que levamos, pois a Justiça Divina não se compraz a passar a mão na cabeça de ninguém. Hoje se erra com conhecimento de causa e, se não atinarmos para isso, seremos cúmplices dos próprios erros pagando-os incondicionalmente pela corrigenda a preço de muitas lágrimas.
Temos capacidade para discernir o certo do errado, a luz da treva, o bem do mal. Se estamos magnetizados por um ou por outro, sabemos muito bem se estamos elevando ou se precipitando cada vez mais nos precipícios que nos levam à loucura e ao desespero.
Esses espíritos mencionados nesse capítulo não podem sair arvoradamente dessas regiões por simples vontade. Estão submetidos às leis eternas como nós aqui no planeta Terra. Mas o pensamento é livre... Vale, então de nós, o curso do esclarecimento. Temos meios para que possamos aplacar de vez a ignorância em nós.

E você, está fazendo a sua parte nesse sentido, Leitor Amigo?

Aécio César

 


 
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 Revista Semanal de Divulgação Espírita