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Jóias da poesia contemporânea
Ano 1 - N° 41 - 3 de Fevereiro de 2008
 

Ave Cristo!

Amaral Ornellas

 

Como outrora, no lago, ante o açoite do vento,

Cristo, o Mestre e Senhor, vencendo a noite, avança!...

De novo, brilha a paz e ressurge a bonança

Sobre o estranho furor do temporal violento.

 

Ei-lo, excelso e imortal, seguindo, calmo e atento,

O Celeste Pastor, sem cansaço e mudança,

O Espiritismo em Luz, a Divina Esperança

Que combate a miséria e apaga o sofrimento...



Ave Cristo de Deus! Ave Glória da Vida!...

Fala, ainda, Senhor, à Terra empobrecida

Do celeste esplendor do trono a que te  elevas!...

 

O Espiritismo é Cristo ao coração do povo,

Plasmando,  no Evangelho, um mundo grande e novo

Ao sol do eterno amor que rompe as nossas trevas.

 

 

Versos psicografados por Francisco Cândido Xavier, na noite de 5-10-1952, na sessão solene de encerramento do II Congresso Espírita Mineiro, em Belo Horizonte (MG).


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita