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Jóias da poesia contemporânea
Ano 1 - N° 40 - 27 de Janeiro de 2008
 

Consolai

Antero de Quental

 

Se eu pudesse diria, eternamente,

Aos flagelados e desiludidos

Que sobre a Terra os grandes bens perdidos

São a posse da luz resplandecente.

 

A dor mais rude, a mágoa mais pungente,

Os soluços, os prantos, os gemidos,

Entre as almas são louros repartidos

Muito longe da Terra impenitente.

 

Oh! Se eu pudesse, iria, em altos brados,

Libertar corações escravizados

Sob o guante de enigmas profundos!

 

Mas, dizei-lhe, ó vós que estais na Terra,

Que a luz espiritual da dor encerra

A ventura imortal dos outros mundos.
 

 

Antero de Quental nasceu nos Açores, em 1842, e faleceu, por suicídio, em 1891. Este é um dos seus sonetos, chegados a nós, pela psicografia de Chico Xavier. 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita