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Editorial
Ano 1 - N° 35 - 16 de Dezembro de 2007
 

União e separação numa
perspectiva espírita
 
 

Uma curiosa e inédita pesquisa realizada com casais americanos acaba de ser revelada por prestigiosa publicação brasileira.

Eis três das principais conclusões obtidas pelos pesquisadores:

* Casais que convivem com as adversidades do matrimônio são mais felizes do que os que decidem separar-se.

* As uniões formais têm mais chances de durar.

* Conflitos que resultem numa discussão aberta da relação fazem bem para o casamento.

Não sabemos de levantamento semelhante realizado no Brasil, mas é válido pensar que por aqui o resultado não seria diferente, visto que cultivamos basicamente a mesma religião - o Cristianismo - e apreciamos o mesmo tipo de entretenimento cultural - o cinema americano -, cuja influência nos costumes é bem maior do que podemos imaginar.

As obras espíritas, especialmente as que foram escritas a partir dos anos 40 por André Luiz, Emmanuel e Manoel Philomeno de Miranda, permitem-nos compreender as nuanças da pesquisa em foco.

O divórcio – afirma André – não é um crime nem um pecado, mas uma edificação adiada. Quando um casal se separa, todos os que fazem parte da relação sofrem alguma forma de prejuízo, que pode ser maior ou menor, dependendo dos fatores e do tempo em que o fato se dá. Aí está o motivo pelo qual os autores desencarnados, embora reconheçam a justeza de certas separações, não a estimulam em caso algum.

Se o primeiro casamento, que foi precedido de conversas, ajustes e acordos no plano espiritual, fracassa, é lícito supor que o segundo ou o terceiro matrimônios enfrentem condições mais difíceis.

Não estaria aí, nesse fato, a causa da primeira das conclusões reveladas pelos pesquisadores americanos?
 


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O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita